A import?ncia da ¨¢gua para o nosso neg¨®cio

O setor da minera??o ¨¦ essencial para prover recursos naturais que impulsionam o desenvolvimento econ?mico e social, sendo a ¨¢gua um insumo fundamental e presente em todas as fases dos empreendimentos, desde o projeto conceitual at¨¦ o uso futuro.

Nosso objetivo ¨¦ garantir a gest?o respons¨¢vel dos Recursos H¨ªdricos e dos efluentes gerados no processo. O uso da ¨¢gua deve ser racional, socialmente equitativo, ambientalmente sustent¨¢vel e economicamente ben¨¦fico, considerando um processo inclusivo das partes interessadas e a bacia hidrogr¨¢fica.

Para nos guiar em busca de nosso objetivo, foi aprovada a Pol¨ªtica Global de ?gua e Recursos H¨ªdricos, que estabelece premissas e direcionadores para a atua??o da ÀÖ²¥´«Ã½ em rela??o ¨¤ gest?o sustent¨¢vel da ¨¢gua e dos Recursos H¨ªdricos, ao longo de todo o ciclo de vida de seus empreendimentos e em todas as bacias hidrogr¨¢ficas onde est¨¢ presente. Nela, apontamos 3 princ¨ªpios:

Tr¨ºs princ¨ªpios s?o destacados abaixo:

Contexto hidrol¨®gico e resili¨ºncia operacional: Fortalecimento do conhecimento sobre os aspectos hidrol¨®gicos e operacionais das bacias onde a empresa atua, por meio de parcerias cient¨ªficas e da incorpora??o de pr¨¢ticas de uso eficiente da ¨¢gua, visando garantir resili¨ºncia operacional e atua??o preventiva, especialmente em regi?es cr¨ªticas.
Prote??o, conserva??o e regenera??o dos recursos h¨ªdricos: Alavancar Resultados Positivos para a Natureza, considerando a quantidade, qualidade e disponibilidade de ¨¢gua, com a??es de reposi??o h¨ªdrica, restaura??o ambiental e investimentos em pesquisa e inova??o.
Gest?o participativa e um di¨¢logo transparente com as partes interessadas: Com o objetivo de favorecer o acesso equitativo ¨¤ ¨¢gua e respeito ¨¤s caracter¨ªsticas ambientais, clim¨¢ticas e socioculturais das regi?es, contribuindo para o fortalecimento da reputa??o corporativa.

Para esta Meta, investimos na governan?a dos Recursos H¨ªdricos, no monitoramento da ¨¢gua, em novos processos e tecnologias com maior efici¨ºncia h¨ªdrica e menor gera??o de rejeitos, iniciativas de circularidade de ¨¢gua e efluentes nos processos da empresa, em tecnologia e pesquisa, no engajamento com as comunidades e partes interessadas e na gest?o dos riscos h¨ªdricos.

O trabalho de prote??o e ?restaura??o de florestas?tamb¨¦m ¨¦ estrat¨¦gico na agenda da gest?o de Recursos H¨ªdricos, uma vez que contribui para manter e ampliar a disponibilidade h¨ªdrica das bacias hidrogr¨¢ficas. Atualmente, ajudamos a conservar e proteger cerca de 1 milh?o de hectares de ¨¢reas naturais no mundo, sendo aproximadamente 800 mil hectares na Amaz?nia e 190 mil hectares na Mata Atl?ntica. Estamos na Amaz?nia h¨¢ 40 anos e, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conserva??o da Biodiversidade (ICMBio), contribu¨ªmos com a prote??o do Mosaico de Unidades de Conserva??o de Caraj¨¢s. Esta regi?o abriga seis unidades de conserva??o e protege uma vasta ¨¢rea de floresta nativa, al¨¦m de milhares de nascentes e rios.
Com nossa meta de florestas, contribu¨ªmos para alavancar a agenda de florestas, recuperando e protegendo 500 mil hectares para al¨¦m das nossas fronteiras, contribuindo tamb¨¦m para manter e ampliar a disponibilidade h¨ªdrica das bacias hidrogr¨¢ficas.

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Uso da ?gua na Minera??o

A ¨¢gua ¨¦ indispens¨¢vel ¨¤ minera??o, constituindo uma das depend¨ºncias materiais do nosso neg¨®cio. Ela est¨¢ presente em diversas etapas do processo miner¨¢rio, como no rebaixamento do len?ol fre¨¢tico, extra??o, lavagem e processamento do min¨¦rio, mas tamb¨¦m no controle de emiss?o de particulados. Por isso, adotamos pr¨¢ticas que priorizam o uso respons¨¢vel e sustent¨¢vel da ¨¢gua, com foco em fontes alternativas como reuso, recircula??o, ¨¢gua renovada, dessaliniza??o e capta??o de ¨¢gua da chuva.

Nossa Atua??o

Adotamos uma abordagem integrada e estrat¨¦gica para os Recursos H¨ªdricos e efluentes, com objetivos espec¨ªficos para cada um de nossos pilares: governan?a de Recursos H¨ªdricos, monitoramento e controle, engajamento com as partes interessadas e gest?o de riscos h¨ªdricos. 

Somos membros do International Council on Mining and Metals (ICMM), do Instituto Brasileiro de Minera??o (IBRAM),?do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustent¨¢vel (CEBDS) e?de 11 comit¨ºs e subcomit¨ºs de bacias hidrogr¨¢ficas. Al¨¦m disso, participamos ativamente dos Grupos T¨¦cnicos de Recursos H¨ªdricos que discutem e definem as diretrizes para a gest?o respons¨¢vel dos Recursos H¨ªdricos e efluentes na minera??o.

Sohar (Om?), 09/12/2012 - Instala??es do Complexo de Sohar, no Sultanato de Om?. Foto: Marcelo Coelho. O espessador promove a separa??o s¨®lido-l¨ªquido no processamento mineral e viabiliza a reutiliza??o de ¨¢gua no processo.

A governan?a de Recursos H¨ªdricos da ÀÖ²¥´«Ã½ atribui responsabilidades ¨¤ n¨ªvel global e sist¨ºmico tanto da bacia hidrogr¨¢fica quanto da unidade operacional, baseando-se no conceito de Linhas de Defesa, de acordo com o estabelecido nos normativos de Gest?o de Riscos da Companhia.

No ?mbito das unidades operacionais, ¨¦ designado a Pessoa Qualificada (PQ), empregado ÀÖ²¥´«Ã½ dedicado ¨¤ gest?o de Recursos H¨ªdricos presente em todas as opera??es da ÀÖ²¥´«Ã½, que ¨¦ respons¨¢vel por coordenar o Comit¨º de Gest?o de Recursos H¨ªdricos local e, em conjunto com os representantes das principais ¨¢reas/processos usu¨¢rios de ¨¢gua, desdobrar o Programa de Gest?o de Recursos H¨ªdricos e Efluentes.

No ?mbito da alta administra??o, o Conselho de Administra??o da ÀÖ²¥´«Ã½, conforme definido no Estatuto Social da ÀÖ²¥´«Ã½, ¨¦ o ¨®rg?o competente, respectivamente, por: (i) atuar como guardi?o do modelo e das pr¨¢ticas de governan?a corporativa da Companhia e (ii) por definir o feixe de Pol¨ªticas Corporativas da Companhia e deliberar sobre a elabora??o, revis?o ou revoga??o de tais Pol¨ªticas.  Como desdobramento desta atribui??o, compete ao Comit¨º Executivo aprovar a Pol¨ªtica Administrativa de ?gua e Recursos H¨ªdricos, por proposta da Vice-Presid¨ºncia Executiva de Sustentabilidade. Al¨¦m disso, de acordo com a Norma e a Pol¨ªtica de Gest?o de Riscos, os riscos da Companhia, incluindo os h¨ªdricos, s?o identificados, monitorados, reportados e revisados pelos cargos gerenciais apropriados at¨¦ o n¨ªvel do Conselho de Administra??o, sendo que o Comit¨º Executivo conta com o apoio dos Comit¨ºs Executivos de Riscos, conforme ¨¢rea de atua??o.?No escopo da Meta ?gua 2030, o Comit¨º Executivo atua na revis?o peri¨®dica da referida meta, acompanhando a execu??o das estrat¨¦gias socioambientais.

A ÀÖ²¥´«Ã½ investe na capacita??o efetiva dos profissionais que atuam na tem¨¢tica de Recursos H¨ªdricos e efluentes, de forma a garantir a efici¨ºncia dos processos. Promovemos espa?os para trocas de experi¨ºncias e apresenta??o de melhores pr¨¢ticas, incentivamos a identifica??o de problemas e a ado??o de solu??es eficientes e inovadoras e, ainda, buscamos envolver os funcion¨¢rios na gest?o e conserva??o h¨ªdrica. Nossos treinamentos abrangem desde conceitos de hidr¨¢ulica e hidrologia at¨¦ a qualifica??o para fechamento de balan?os h¨ªdricos operacionais.

Nas unidades operacionais da ÀÖ²¥´«Ã½, priorizamos o Programa de Gest?o de Recursos H¨ªdricos e Efluentes, que ¨¦ estruturado e adaptado ¨¤s especificidades regionais e das bacias hidrogr¨¢ficas. Implementamos iniciativas para otimizar nossos usos e descartes, incluindo projetos de circularidade e sistemas avan?ados de controle e tratamento de ¨¢guas e efluentes. Tamb¨¦m buscamos utilizar fontes sustent¨¢veis de ¨¢gua onde h¨¢ viabilidade, adotamos novos processos e tecnologias para consumir menos ¨¢gua nova e investimos continuamente no monitoramento h¨ªdrico. Essas medidas s?o essenciais para a tomada de decis?o pautada na preserva??o das bacias hidrogr¨¢ficas nas quais a ÀÖ²¥´«Ã½ est¨¢ inserida.

Nas unidades operacionais da ÀÖ²¥´«Ã½, priorizamos o Programa de Gest?o de Recursos H¨ªdricos e Efluentes, que ¨¦ estruturado e adaptado ¨¤s especificidades regionais e das bacias hidrogr¨¢ficas. Implementamos iniciativas para otimizar nossos usos e descartes, incluindo projetos de circularidade e sistemas avan?ados de controle e tratamento de ¨¢guas e efluentes. Tamb¨¦m buscamos utilizar fontes sustent¨¢veis de ¨¢gua onde h¨¢ viabilidade, adotamos novos processos e tecnologias para consumir menos ¨¢gua nova e investimos continuamente no monitoramento h¨ªdrico. Essas medidas s?o essenciais para a tomada de decis?o pautada na preserva??o das bacias hidrogr¨¢ficas nas quais a ÀÖ²¥´«Ã½ est¨¢ inserida. 

Avaliamos os par?metros de qualidade de ¨¢gua e efluentes de acordo com as regulamenta??es e diretrizes de cada pa¨ªs onde atuamos. Os monitoramentos s?o realizados por laborat¨®rios independentes, certificados e acreditados pela ISO 17.0025 e, de modo complementar, alguns pontos possuem monitoramento em tempo real, atrav¨¦s de sondas multiparam¨¦tricas.  

Em unidades com potencial de gera??o de drenagem ¨¢cida de mina, a ÀÖ²¥´«Ã½ conduz estudos de caracteriza??o geoqu¨ªmica de materiais como est¨¦ril, min¨¦rio e rejeito, desde a fase de explora??o at¨¦ o desenvolvimento dos projetos. O objetivo ¨¦ avaliar o potencial de gera??o de drenagem ¨¢cida e, quando necess¨¢rio, definir e implementar sistemas de preven??o e controle para mitigar os riscos associados. Esse processo de gest?o ¨¦ orientado por procedimento interno baseado em refer¨ºncias t¨¦cnicas internacionalmente reconhecidas, como o programa Mine Environment Neutral Drainage (MEND) e o guia Global Acid Rock Drainage (GARD), desenvolvido pela International Network for Acid Prevention (INAP).

Somos membros do International Council on Mining and Metals (ICMM), do Instituto Brasileiro de Minera??o (IBRAM),?do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustent¨¢vel (CEBDS),?de 11 comit¨ºs e subcomit¨ºs de bacias hidrogr¨¢ficas e participamos ativamente dos Grupos T¨¦cnicos de Recursos H¨ªdricos que discutem e definem as diretrizes para a gest?o respons¨¢vel dos Recursos H¨ªdricos e efluentes na minera??o.  

Al¨¦m disso, com o objetivo de fomentar a pesquisa cient¨ªfica, o desenvolvimento tecnol¨®gico e a inova??o em ¨¢reas estrat¨¦gicas, especialmente ligadas ¨¤ minera??o e ¨¤ sustentabilidade, temos o?Instituto Tecnol¨®gico ÀÖ²¥´«Ã½ (ITV), que atua em duas frentes: ITV Desenvolvimento Sustent¨¢vel e ITV Minera??o.  
 
O ITV Desenvolvimento Sustent¨¢vel, com sede em Bel¨¦m (PA), tem como finalidade desenvolver pesquisas que preencham lacunas de conhecimento e apoiem as opera??es da ÀÖ²¥´«Ã½. Al¨¦m disso, o instituto atua em temas estrat¨¦gicos voltados ao desenvolvimento sustent¨¢vel dos territ¨®rios onde a empresa est¨¢ presente. Com uma abordagem interdisciplinar, o ITV conduz estudos em ¨¢reas como: geoqu¨ªmica, recursos h¨ªdricos, biodiversidade, servi?os ecossist¨ºmicos, gen?mica ambiental, socioeconomia, recupera??o de ¨¢reas degradadas, florestas, meteorologia, mudan?as clim¨¢ticas e ci¨ºncia de dados.
O instituto conta com 55 pesquisadores permanentes, al¨¦m de um robusto programa de bolsas, que atualmente apoia 365 pesquisadores bolsistas. At¨¦ junho de 2025, o programa formou 185 mestres, dos quais 68 s?o empregados da ÀÖ²¥´«Ã½. Na linha de Recursos H¨ªdricos, destacam-se a forma??o de 17 mestres pelo mestrado profissional e a capacita??o de 20 jovens pesquisadores por meio do programa de bolsas.

Saiba mais em ITV.

Gerimos nossos riscos h¨ªdricos n?o apenas em nossas unidades operacionais, consideramos como condi??o de contorno toda a bacia hidrogr¨¢fica onde atuamos. Monitoramos e avaliamos continuamente o estresse h¨ªdrico em n¨ªvel de bacia hidrogr¨¢fica, considerando o uso m¨²ltiplo da ¨¢gua e priorizando a??es em regi?es mais vulner¨¢veis. Analisamos os processos operacionais para identificar e determinar a signific?ncia dos impactos, acompanhando a efici¨ºncia dos controles, tanto dos aspectos planejados, quanto dos n?o planejados. 

Para os aspectos que permanecem significativos mesmo ap¨®s a implanta??o dos controles, elaboramos e monitoramos Planos de A??o para reduzir sua signific?ncia. Integramos as ferramentas de gest?o de risco da ÀÖ²¥´«Ã½ ¨¤ gest?o h¨ªdrica, avaliando cen¨¢rios relacionados ¨¤ escassez, contamina??o e eventos extremos, com planos de resposta e conting¨ºncia estruturados. 

Como parte da gest?o preventiva de riscos, conduzimos um processo sistem¨¢tico de monitoramento e an¨¢lise de tend¨ºncias regulat¨®rias locais relacionadas ¨¤ gest?o h¨ªdrica. Essa pr¨¢tica visa antecipar mudan?as legais e normativas que possam impactar nossas opera??es, permitindo a ado??o de medidas preventivas e o fortalecimento da conformidade regulat¨®ria, reduzindo assim a exposi??o a riscos legais, operacionais e reputacionais. Dessa forma, por meio de representantes institucionais nos diversos f¨®runs de representa??o do tema recursos h¨ªdricos, coletamos as contribui??es t¨¦cnicas e jur¨ªdicas que subsidiam nas contribui??es da ÀÖ²¥´«Ã½ diante as nossas entidades que nos representam.  

Reconhecemos a import?ncia e o desafio de trabalhar temas ESG junto a nossa cadeia de valor. As pr¨¢ticas de nossos fornecedores t¨ºm influ¨ºncia direta sobre os impactos que provocamos na natureza, portanto, a gest?o de riscos e oportunidades na cadeia ¨¦ fundamental para assegurar pr¨¢ticas respons¨¢veis que garantam a continuidade e competitividade do nosso neg¨®cio.
Em 2022, dentro do nosso programa de Compras Sustent¨¢veis, constru¨ªmos a Matriz de Criticidade ESG da cadeia de fornecedores, elaborada a partir da segmenta??o da base de fornecedores no Brasil, an¨¢lise das categorias de compras sob a perspectiva de riscos ambientais, sociais e de governan?a e em alinhamento ¨¤s diretrizes da ISO 20400 ¡ª Compras Sustent¨¢veis. Com essa matriz, revisada em 2024, classificamos nossos fornecedores conforme seus potenciais impactos e riscos ESG, considerando intensidade de emiss?es de gases de efeito estufa, biodiversidade, gest?o de res¨ªduos, gest?o de recursos h¨ªdricos, integridade, trabalho an¨¢logo a escravo, trabalho infantil entre outros.
Entre os mais de 6,2 mil fornecedores com os quais tivemos rela??es contratuais em 2024, cerca de 2% s?o classificados como cr¨ªticos (risco alto e muito alto) para biodiversidade e ¨¢gua.

Em 2025, realizamos o mapeamento de maturidade dos fornecedores com rela??o a temas de natureza. Por meio de seu programa Conex?o ESG, a ÀÖ²¥´«Ã½ iniciou a??es de engajamento e letramento em natureza priorizando aqueles classificados como de alta criticidade para os temas biodiversidade e ¨¢gua. Foram realizados tr¨ºs workshops para capacita??o e engajamento, abrangendo aproximadamente 30% dos fornecedores cr¨ªticos mapeados.

Saiba mais em Portal de Fornecedores.

Balan?o H¨ªdrico

Monitoramos e analisamos nossos usos e descartes de ¨¢gua por meio de um sistema integrado de gest?o, auditado anualmente. Em parceria com uma empresa colaboradora, desenvolvemos um software de balan?o h¨ªdrico que conecta os medidores de vaz?o instalados, permitindo visualizar espacialmente os fluxos e indicadores h¨ªdricos da opera??o.

Como resultado, ganhamos agilidade na tomada de decis?o, identificamos perdas e inefici¨ºncias no sistema, mapeamos pontos estrat¨¦gicos para gest?o e controle da opera??o, al¨¦m de visualizar indicadores consolidados por per¨ªodo e por unidade.

Total de ¨¢gua captada (em milh?es de m 3) no ano de 2025

Em 2025, a Companhia captou 458,3 Mm? de ¨¢gua nova, o que representa um aumento de 12% na capta??o total em compara??o com o ano de 2024. Por outro lado, tamb¨¦m elevou em 12% o volume de ¨¢gua captada e devolvida sem uso ao meio ambiente ou destinada a terceiros (340,3 Mm?), contribuindo para reduzir a press?o sobre a disponibilidade h¨ªdrica da bacia. A parcela de ¨¢gua recirculada e de re¨²so (611,2 Mm?) representou 84% da demanda h¨ªdrica total da ÀÖ²¥´«Ã½, refletindo avan?os consistentes nas pr¨¢ticas internas.

O incremento no uso operacional est¨¢ associado ¨¤ concretiza??o da expectativa de aumento de produ??o, ao ramp-up de usinas e linhas de produ??o e ao refor?o das a??es de controle de particulado. De acordo com o balan?o h¨ªdrico, ilustrado ao lado, 340,3 Mm? (74% de toda a ¨¢gua captada) n?o s?o utilizados nas opera??es. Esse volume ¨¦ direcionado diretamente, e sem uso, para as comunidades e/ou para o meio ambiente, contribuindo para a disponibilidade h¨ªdrica local e fortalecendo a seguran?a ambiental das bacias onde atuamos.
Fonte: Relato Integrado
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Saiba mais

Veja detalhamento do nosso desempenho em ¨¢gua e efluente no Databook ESG.

Pesquisa e Desenvolvimento em Recursos H¨ªdricos

Atrav¨¦s do Instituto Tecnol¨®gico ÀÖ²¥´«Ã½ (ITV), desenvolvemos pesquisas interdisciplinares que integram geoci¨ºncias, ecologia e tecnologia. Conhe?a abaixo algumas das pesquisas que desenvolvemos e os benef¨ªcios gerados para a compreens?o e gest?o sustent¨¢vel dos Recursos H¨ªdricos e ambientais.

Projeto: Riscos Hidrol¨®gicos e Clim¨¢ticos

O projeto do Instituto Tecnol¨®gico ÀÖ²¥´«Ã½ (ITV) tem como objetivo identificar e compreender os riscos hidrol¨®gicos e clim¨¢ticos relacionados ¨¤s mudan?as no clima e no uso da terra, com foco nas opera??es da ÀÖ²¥´«Ã½, nos territ¨®rios onde atua e nos ecossistemas naturais. 

Utilizando modelagem matem¨¢tica, sensoriamento remoto e dados de campo, o projeto gera diagn¨®sticos e progn¨®sticos ambientais que apoiam tanto a ÀÖ²¥´«Ã½ quanto os munic¨ªpios inseridos nas bacias hidrogr¨¢ficas de interesse. Entre os principais temas de pesquisa est?o: 
 
  • Modelagem hidrol¨®gica para an¨¢lises ambientais; 
  • Balan?o h¨ªdrico atual e futuro (disponibilidade e demanda); 
  • Redes neurais para avalia??o da qualidade da ¨¢gua via sensoriamento remoto; 
  • Uso de geotecnologias como GRACE e SWOT para monitoramento h¨ªdrico; 
  • Mapeamento do uso e ocupa??o do solo ao longo dos rios; 
  • ?ndices hidroclimatol¨®gicos de secas e cheias; 
  • Avalia??o ambiental de ¨¢reas de cabeceira com an¨¢lise multicrit¨¦rio. 

Projeto: Background do Quadril¨¢tero Ferr¨ªfero

O projeto tem como objetivo realizar uma investiga??o geoqu¨ªmica detalhada no Quadril¨¢tero Ferr¨ªfero, com foco na an¨¢lise de ¨¢guas superficiais e sedimentos de corrente. A iniciativa inclui o levantamento de dados em campo, elabora??o de mapas de distribui??o de elementos qu¨ªmicos e defini??o de valores de refer¨ºncia para monitoramento ambiental. 

Al¨¦m disso, est¨¢ sendo estruturada uma base de dados geoqu¨ªmicos integrada a um sistema de informa??o geogr¨¢fica, que servir¨¢ como refer¨ºncia para avaliar poss¨ªveis altera??es antr¨®picas futuras na composi??o qu¨ªmica da regi?o. Entre os principais focos de pesquisa est?o: 

  • Defini??o da assinatura geoqu¨ªmica de sedimentos e ¨¢guas superficiais no QF; 
  • Elabora??o de mapas geoqu¨ªmicos com distribui??o dos principais elementos qu¨ªmicos; 
  • Estabelecimento de valores de refer¨ºncia, com ¨ºnfase em elementos potencialmente t¨®xicos; 
  • Identifica??o de anomalias geoqu¨ªmicas e suas poss¨ªveis origens (naturais ou antr¨®picas); 
  • Compara??o com estudos realizados em regi?es geologicamente similares, como Caraj¨¢s; 
  • Organiza??oe disponibiliza??o do dados em uma base integrada com geotecnologias. 

Projeto: Background Geoqu¨ªmico da Bacia do Rio Itacai¨²nas II

O projeto tem como objetivo dar continuidade ao monitoramento geoqu¨ªmico de ¨¢guas superficiais e sedimentos de corrente, al¨¦m de aprofundar a investiga??o geoqu¨ªmica de solos em ¨¢reas estrat¨¦gicas da BHRI, como S11D, N1-N3, Dep¨®sito 118 e sub-bacia do Rio Verde. A iniciativa visa contribuir para a seguran?a qu¨ªmica da regi?o de Caraj¨¢s, avaliando a biodisponibilidade e bioacessibilidade de ferro e elementos potencialmente t¨®xicos (Cd, Cr, Cu, Mn, Ni, Pb, Zn, entre outros).  

Tamb¨¦m s?o utilizados is¨®topos de chumbo (Pb) e estr?ncio (Sr) para investigar poss¨ªveis fontes de contamina??o, al¨¦m de estudos de suscetibilidade magn¨¦tica em solos e impactos da minera??o ilegal. Abaixo mostra-se as principais linhas de pesquisa: 
 
  • Monitoramento cont¨ªnuo de elementos qu¨ªmicos em sedimentos e ¨¢guas superficiais; 
  • Compara??o com dados do projeto Background Geoqu¨ªmico I (2017¨C2018); 
  • Avalia??o da biodisponibilidade e bioacessibilidade de metais em solos de ¨¢reas mineradas; 
  • Investiga??o de anomalias geoqu¨ªmicas com uso de is¨®topos de Pb e Sr; 
  • Estudos comparativos com outras regi?es geol¨®gicas, como Caraj¨¢s; 
  • Atualiza??o da base de dados geoqu¨ªmicos da BHRI; 
  • An¨¢lise da suscetibilidade magn¨¦tica dos solos; 
  • Estudo dos impactos da minera??o ilegal e da evolu??o quatern¨¢ria das plan¨ªcies aliviais da bacia. 

Projeto: Monitoramento hidrometerol¨®gico da Bacia Hidrogr¨¢fica do Rio Itacai¨²nas

Utilizando modelagem matem¨¢tica, sensoriamento remoto e dados de campo, o projeto gera diagn¨®sticos e progn¨®sticos ambientais que apoiam tanto a ÀÖ²¥´«Ã½ quanto os munic¨ªpios inseridos nas bacias hidrogr¨¢ficas de interesse.

Entre os principais temas de pesquisa est?o:
  • Modelagem hidrol¨®gica para an¨¢lises ambientais;
  • Balan?o h¨ªdrico atual e futuro (disponibilidade e demanda);
  • Redes neurais para avalia??o da qualidade da ¨¢gua via sensoriamento remoto;
  • Uso de geotecnologias como GRACE e SWOT para monitoramento h¨ªdrico; 
  • Mapeamento do uso e ocupa??o do solo ao longo dos rios;
  • ?ndices hidroclimatol¨®gicos de secas e cheias;
  • Avalia??o ambiental de ¨¢reas de cabeceira com an¨¢lise multicrit¨¦rio.
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Em todas as nossas frentes, atuamos com integridade e acreditamos que o caminho para alcan?ar esse objetivo passa pela transpar¨ºncia. ? importante pontuar que jamais esqueceremos Brumadinho: as v¨ªtimas, suas fam¨ªlias e os impactos socioambientais provocados pela trag¨¦dia. Com respeito e compromisso com as pessoas, trabalhamos desde 2019 para reparar os danos causados pelo rompimento da barragem. 

No que tange a tem¨¢tica h¨ªdrica, al¨¦m do?acompanhamento mensal?realizado pelo Instituto Mineiro de Gest?o das ?guas (IGAM), a qualidade das ¨¢guas do rio Paraopeba e de seus afluentes ¨¦ monitorada pela ÀÖ²¥´«Ã½, respeitando o compromisso assumido?junto aos ¨®rg?os p¨²blicos?respons¨¢veis.?Todo esse trabalho ¨¦ acompanhado por uma auditoria t¨¦cnica e ambiental independente, indicada pelo Minist¨¦rio P¨²blico de Minas Gerais (MPMG). Os dados obtidos no monitoramento s?o periodicamente entregues aos ¨®rg?os fiscalizadores e ao MPMG.? 

A qualidade da ¨¢gua do rio Paraopeba vem apresentando sinais consistentes de recupera??o, sendo mais evidente nos per¨ªodos de estiagem, quando os resultados se mostram semelhantes ou melhores que os registrados antes do rompimento. Esse processo ¨¦ resultado tanto da pr¨®pria din?mica natural do rio, quanto das a??es de repara??o j¨¢ em curso, sendo o monitoramento sistem¨¢tico essencial para entender os comportamentos e orientar as estrat¨¦gias de repara??o ambiental. 

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* Concentra??o de mangan¨ºs ao longo dos anos. Os dados s?o corroborados pelo monitoramento feito pelo Instituto Mineiro de Gest?o das ?guas (IGAM), ¨®rg?o p¨²blico do Governo de MG.

Compromissos e Metas

Nossas metas globais de sustentabilidade est?o alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustent¨¢vel (ODS) da Agenda 2030 da Organiza??o das Na??es Unidas (ONU) e com as diretrizes do Conselho Internacional de Minera??o e Metais (ICMM). Nesse contexto, a Meta ?gua 2030 integra as metas socioambientais voluntariamente assumidas pela ÀÖ²¥´«Ã½ e est¨¢ conectada a diversos eixos tem¨¢ticos da sustentabilidade. 
 
 A Meta ?gua 2030 considera todas as bacias hidrogr¨¢ficas onde atuamos e define objetivos espec¨ªficos para cada um de nossos pilares. Buscamos uma redu??o acumulada de 27% (base line 2017), considerando metas mais rigorosas para unidades localizadas em regi?es com maior n¨ªvel de estresse h¨ªdrico. Essa iniciativa refor?a nosso compromisso com a redu??o dos nossos drivers de impactos ambientais sobre a natureza, contribuindo diretamente para a constru??o de uma minera??o sustent¨¢vel. 

A avalia??o do n¨ªvel de estresse h¨ªdrico nas opera??es da ÀÖ²¥´«Ã½ ¨¦ realizada com base em duas metodologias reconhecidas internacionalmente: o , e o das Na??es Unidas. A principal distin??o entre as metodologias est¨¢ na escala de aplica??o: enquanto o WRI oferece uma vis?o global, a metodologia da FAO permite uma an¨¢lise mais detalhada em n¨ªvel regional, sendo mais restritiva por considerar a escala das bacias hidrogr¨¢ficas. Desta forma, a ÀÖ²¥´«Ã½ adota preferencialmente a metodologia ¡°FAO¡±, por oferecer maior granularidade e rigor t¨¦cnico na identifica??o de ¨¢reas com potencial estresse h¨ªdrico. 

Saiba mais em Nossos Compromissos.

N¨ªvel de estresse h¨ªdrico nas bacias hidrogr¨¢ficas onde atuamos

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Este mapa apresenta os complexos operacionais avaliados quanto ao N¨ªvel de Estresse H¨ªdrico, os quais correspondem a 98% do Uso de ?gua Operacional da ÀÖ²¥´«Ã½ proveniente de fontes convencionais. Os 2% restantes, n?o classificados no mapa, referem-se a ativos n?o operacionais ou de apoio, como pr¨¦dios administrativos (escrit¨®rios em centros urbanos), ferrovias, alguns terminais, unidades de pesquisa e minas paralisadas.

Nossos resultados

Em 2025, alcan?amos uma redu??o de 32% no uso espec¨ªfico de ¨¢gua nova em nossas opera??es, em compara??o com o ano-base de 2017. Diversas a??es e investimentos foram realizados visando a melhoria da efici¨ºncia h¨ªdrica de nossas opera??es, como mostrado no item abaixo ¡°Nossas Unidade em Foco¡±.

Apesar de os resultados de 2025 j¨¢ indicarem atingimento da meta estabelecida para 2030, h¨¢ a proje??o de eleva??o dos resultados nos pr¨®ximos anos em fun??o do aumento produtivo. Entretanto, nossas proje??es indicam que, mesmo diante desse cen¨¢rio, permaneceremos alinhados com a Meta de Redu??o de Uso de ?gua Nova estabelecida para 2030. Essa estimativa considera a implementa??o cont¨ªnua de iniciativas voltadas ¨¤ otimiza??o do uso h¨ªdrico e ¨¤ ado??o de tecnologias mais eficientes ao longo do per¨ªodo.

Redu??o da utiliza??o espec¨ªfica de ¨¢gua doce

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Nossas Unidades em Foco

A gest?o h¨ªdrica ¨¦ constru¨ªda com prop¨®sito e pela colabora??o de muitos. A seguir, mostraremos nossos cases inspiradores de nossas unidades operacionais com compromisso em cada gota.

Om?

Projeto de Drenagem e Capta??o (ou Aproveitamento) de ?guas Pluviais na ÀÖ²¥´«Ã½ Om?

O projeto de Drenagem e Capta??o de ?guas Pluviais da ÀÖ²¥´«Ã½ Om? tem como objetivo gerenciar e reutilizar a ¨¢gua da chuva acumulada nas ¨¢reas operacionais por meio da constru??o de uma bacia de ¨¢guas pluviais e de uma rede de drenagem associada. Por se tratar de uma iniciativa brownfield dentro dos limites de uma planta existente, o projeto exige estreita coordena??o com as diferentes equipes internas, devido ¨¤s diversas interfaces no local.

O projeto ¨¦ integralmente gerenciado pela equipe de Investimentos de Sustenta??o da ÀÖ²¥´«Ã½ Om? e inclui a constru??o da bacia, as interliga??es de drenagem, as obras de muros de conten??o e o comissionamento. 

Em 2026, est¨¢ prevista a continuidade da constru??o dos canais de drenagem que ir?o direcionar a ¨¢gua das ¨¢reas operacionais para a bacia de ¨¢guas pluviais.

Imagem: Marcelo Coelho

Sossego

Sistema integrado e automatizado de monitoramento de capta??o de ¨¢gua

A Mina do Sossego e os Terminais de Metais B¨¢sicos deram um salto significativo na gest?o de recursos h¨ªdricos ao implantar um sistema integrado e automatizado de monitoramento de capta??o de ¨¢gua, substituindo leituras manuais e deslocamentos a ¨¢reas remotas por tecnologia de ponta. Combinando medidores de vaz?o eletromagn¨¦ticos, dataloggers e modens que transmitem dados diretamente para a nuvem, a opera??o passou a contar com informa??es de consumo em tempo real, apresentadas em dashboards executivos. 

Essa moderniza??o reduz a exposi??o de colaboradores a riscos ocupacionais, evita superextrapola??es de outorgas, diminui emiss?es associadas a deslocamentos e utiliza intelig¨ºncia de dados para preencher automaticamente os formul¨¢rios exigidos pelos ¨®rg?os ambientais. O resultado ¨¦ uma opera??o mais segura, eficiente e alinhada ¨¤s melhores pr¨¢ticas de sustentabilidade h¨ªdrica na minera??o.

Imagem: Washington Alves

EFVM

Sistema de reuso direto

A Estrada de Ferro Vit¨®ria a Minas (EFVM) ¨¦ um dos principais corredores log¨ªsticos da ÀÖ²¥´«Ã½, desempenhando papel estrat¨¦gico no transporte de min¨¦rio de ferro e de diferentes tipos de carga. Ao longo do trecho ferrovi¨¢rio, adotamos pr¨¢ticas sustent¨¢veis de gest?o h¨ªdrica, com destaque para o reuso de efluente tratado proveniente das esta??es de tratamento, utilizado na irriga??o de jardins e na umecta??o de vias.

Em 2025, implementamos uma melhoria significativa com a instala??o de um sistema de re¨²so direto, permitindo a irriga??o de jardins sem a necessidade de caminh?es-pipa. A solu??o reduziu custos operacionais, aumentou a seguran?a das atividades.

Como resultado das a??es de efici¨ºncia h¨ªdrica em 2025 alcan?amos um volume combinado de reuso de efluentes e aproveitamento de ¨¢gua de chuva de aproximadamente 41 milh?es de litros.

Imagem: Washington Alves

Complexo Tubar?o

Implanta??o do sistema de reserva??o do P¨¢tio K

Melhoria do controle operacional do processo de distribui??o e reserva??o de ¨¢gua de reuso do site de Tubar?o com a implanta??o de tanques que totalizam aumento da capacidade de reserva??o de 50.800 m?.

O projeto teve como principal objetivo aumentar o armazenamento de ¨¢gua de chuva, amortecer varia??es de vaz?o, principalmente para equalizar a vaz?o para o sistema de tratamento de efluente na ETE MFE, e reduzindo os volumes de lan?amento de efluente para corpo h¨ªdrico.

Al¨¦m disso, houve melhoria do controle operacional da ETE MFE com equaliza??o da vaz?o de entrada e garantia do tempo necess¨¢rio de deten??o de cada etapa de tratamento, redu??o de descarte de efluentes em ponto licenciado pelo ¨®rg?o ambiental, otimiza??o e reaproveitamento h¨ªdrico, que contribui para a sustentabilidade do processo produtivo e seguran?a h¨ªdrica.

Imagem: Ricardo Teles

Itabira

Projeto Rio Tanque

Como muitas regi?es do Brasil, Itabira enfrenta h¨¢ d¨¦cadas desafios relacionados ao abastecimento de ¨¢gua. O Projeto Rio Tanque ¨¦ resultado de um compromisso firmado em 2020 entre a ÀÖ²¥´«Ã½, o Minist¨¦rio P¨²blico de Minas Gerais, a Prefeitura de Itabira e o SAAE. Por meio dessa iniciativa, reafirmamos nossa responsabilidade em contribuir para o desenvolvimento sustent¨¢vel do munic¨ªpio, unindo engenharia, inova??o e cuidado com as pessoas para garantir maior seguran?a h¨ªdrica e qualidade de vida para toda a regi?o.

O Projeto Rio Tanque contempla a constru??o de uma adutora de 25 quil?metros, ligando o Rio Tanque ¨¤ Esta??o de Tratamento de ?gua localizada no bairro Campestre. A planta ter¨¢ capacidade para tratar at¨¦ 600 litros por segundo, o que representa 50% a mais do que a atual demanda urbana de Itabira.

Esse projeto representa o maior investimento da ÀÖ²¥´«Ã½ na regi?o (R$ 1,17 bilh?o) e dever¨¢ gerar at¨¦ 1.200 empregos no pico das obras.
 

Imagem: Isaque J¨²nior

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