

A import?ncia da ¨¢gua para o nosso neg¨®cio
O setor da minera??o ¨¦ essencial para prover recursos naturais que impulsionam o desenvolvimento econ?mico e social, sendo a ¨¢gua um insumo fundamental e presente em todas as fases dos empreendimentos, desde o projeto conceitual at¨¦ o uso futuro.
Nosso objetivo ¨¦ garantir a gest?o respons¨¢vel dos Recursos H¨ªdricos e dos efluentes gerados no processo. O uso da ¨¢gua deve ser racional, socialmente equitativo, ambientalmente sustent¨¢vel e economicamente ben¨¦fico, considerando um processo inclusivo das partes interessadas e a bacia hidrogr¨¢fica.
Para nos guiar em busca de nosso objetivo, foi aprovada a Pol¨ªtica Global de ?gua e Recursos H¨ªdricos, que estabelece premissas e direcionadores para a atua??o da ÀÖ²¥´«Ã½ em rela??o ¨¤ gest?o sustent¨¢vel da ¨¢gua e dos Recursos H¨ªdricos, ao longo de todo o ciclo de vida de seus empreendimentos e em todas as bacias hidrogr¨¢ficas onde est¨¢ presente. Nela, apontamos 3 princ¨ªpios:
Tr¨ºs princ¨ªpios s?o destacados abaixo:
Para esta Meta, investimos na governan?a dos Recursos H¨ªdricos, no monitoramento da ¨¢gua, em novos processos e tecnologias com maior efici¨ºncia h¨ªdrica e menor gera??o de rejeitos, iniciativas de circularidade de ¨¢gua e efluentes nos processos da empresa, em tecnologia e pesquisa, no engajamento com as comunidades e partes interessadas e na gest?o dos riscos h¨ªdricos.
O trabalho de prote??o e ?restaura??o de florestas?tamb¨¦m ¨¦ estrat¨¦gico na agenda da gest?o de Recursos H¨ªdricos, uma vez que contribui para manter e ampliar a disponibilidade h¨ªdrica das bacias hidrogr¨¢ficas. Atualmente, ajudamos a conservar e proteger cerca de 1 milh?o de hectares de ¨¢reas naturais no mundo, sendo aproximadamente 800 mil hectares na Amaz?nia e 190 mil hectares na Mata Atl?ntica. Estamos na Amaz?nia h¨¢ 40 anos e, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conserva??o da Biodiversidade (ICMBio), contribu¨ªmos com a prote??o do Mosaico de Unidades de Conserva??o de Caraj¨¢s. Esta regi?o abriga seis unidades de conserva??o e protege uma vasta ¨¢rea de floresta nativa, al¨¦m de milhares de nascentes e rios.
Com nossa meta de florestas, contribu¨ªmos para alavancar a agenda de florestas, recuperando e protegendo 500 mil hectares para al¨¦m das nossas fronteiras, contribuindo tamb¨¦m para manter e ampliar a disponibilidade h¨ªdrica das bacias hidrogr¨¢ficas.
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Uso da ?gua na Minera??o
A ¨¢gua ¨¦ indispens¨¢vel ¨¤ minera??o, constituindo uma das depend¨ºncias materiais do nosso neg¨®cio. Ela est¨¢ presente em diversas etapas do processo miner¨¢rio, como no rebaixamento do len?ol fre¨¢tico, extra??o, lavagem e processamento do min¨¦rio, mas tamb¨¦m no controle de emiss?o de particulados. Por isso, adotamos pr¨¢ticas que priorizam o uso respons¨¢vel e sustent¨¢vel da ¨¢gua, com foco em fontes alternativas como reuso, recircula??o, ¨¢gua renovada, dessaliniza??o e capta??o de ¨¢gua da chuva.
Nossa Atua??o
Adotamos uma abordagem integrada e estrat¨¦gica para os Recursos H¨ªdricos e efluentes, com objetivos espec¨ªficos para cada um de nossos pilares: governan?a de Recursos H¨ªdricos, monitoramento e controle, engajamento com as partes interessadas e gest?o de riscos h¨ªdricos.
Somos membros do International Council on Mining and Metals (ICMM), do Instituto Brasileiro de Minera??o (IBRAM),?do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustent¨¢vel (CEBDS) e?de 11 comit¨ºs e subcomit¨ºs de bacias hidrogr¨¢ficas. Al¨¦m disso, participamos ativamente dos Grupos T¨¦cnicos de Recursos H¨ªdricos que discutem e definem as diretrizes para a gest?o respons¨¢vel dos Recursos H¨ªdricos e efluentes na minera??o.

Sohar (Om?), 09/12/2012 - Instala??es do Complexo de Sohar, no Sultanato de Om?. Foto: Marcelo Coelho. O espessador promove a separa??o s¨®lido-l¨ªquido no processamento mineral e viabiliza a reutiliza??o de ¨¢gua no processo.
A governan?a de Recursos H¨ªdricos da ÀÖ²¥´«Ã½ atribui responsabilidades ¨¤ n¨ªvel global e sist¨ºmico tanto da bacia hidrogr¨¢fica quanto da unidade operacional, baseando-se no conceito de Linhas de Defesa, de acordo com o estabelecido nos normativos de Gest?o de Riscos da Companhia.
No ?mbito das unidades operacionais, ¨¦ designado a Pessoa Qualificada (PQ), empregado ÀÖ²¥´«Ã½ dedicado ¨¤ gest?o de Recursos H¨ªdricos presente em todas as opera??es da ÀÖ²¥´«Ã½, que ¨¦ respons¨¢vel por coordenar o Comit¨º de Gest?o de Recursos H¨ªdricos local e, em conjunto com os representantes das principais ¨¢reas/processos usu¨¢rios de ¨¢gua, desdobrar o Programa de Gest?o de Recursos H¨ªdricos e Efluentes.
No ?mbito da alta administra??o, o Conselho de Administra??o da ÀÖ²¥´«Ã½, conforme definido no Estatuto Social da ÀÖ²¥´«Ã½, ¨¦ o ¨®rg?o competente, respectivamente, por: (i) atuar como guardi?o do modelo e das pr¨¢ticas de governan?a corporativa da Companhia e (ii) por definir o feixe de Pol¨ªticas Corporativas da Companhia e deliberar sobre a elabora??o, revis?o ou revoga??o de tais Pol¨ªticas. Como desdobramento desta atribui??o, compete ao Comit¨º Executivo aprovar a Pol¨ªtica Administrativa de ?gua e Recursos H¨ªdricos, por proposta da Vice-Presid¨ºncia Executiva de Sustentabilidade. Al¨¦m disso, de acordo com a Norma e a Pol¨ªtica de Gest?o de Riscos, os riscos da Companhia, incluindo os h¨ªdricos, s?o identificados, monitorados, reportados e revisados pelos cargos gerenciais apropriados at¨¦ o n¨ªvel do Conselho de Administra??o, sendo que o Comit¨º Executivo conta com o apoio dos Comit¨ºs Executivos de Riscos, conforme ¨¢rea de atua??o.?No escopo da Meta ?gua 2030, o Comit¨º Executivo atua na revis?o peri¨®dica da referida meta, acompanhando a execu??o das estrat¨¦gias socioambientais.
A ÀÖ²¥´«Ã½ investe na capacita??o efetiva dos profissionais que atuam na tem¨¢tica de Recursos H¨ªdricos e efluentes, de forma a garantir a efici¨ºncia dos processos. Promovemos espa?os para trocas de experi¨ºncias e apresenta??o de melhores pr¨¢ticas, incentivamos a identifica??o de problemas e a ado??o de solu??es eficientes e inovadoras e, ainda, buscamos envolver os funcion¨¢rios na gest?o e conserva??o h¨ªdrica. Nossos treinamentos abrangem desde conceitos de hidr¨¢ulica e hidrologia at¨¦ a qualifica??o para fechamento de balan?os h¨ªdricos operacionais.
Nas unidades operacionais da ÀÖ²¥´«Ã½, priorizamos o Programa de Gest?o de Recursos H¨ªdricos e Efluentes, que ¨¦ estruturado e adaptado ¨¤s especificidades regionais e das bacias hidrogr¨¢ficas. Implementamos iniciativas para otimizar nossos usos e descartes, incluindo projetos de circularidade e sistemas avan?ados de controle e tratamento de ¨¢guas e efluentes. Tamb¨¦m buscamos utilizar fontes sustent¨¢veis de ¨¢gua onde h¨¢ viabilidade, adotamos novos processos e tecnologias para consumir menos ¨¢gua nova e investimos continuamente no monitoramento h¨ªdrico. Essas medidas s?o essenciais para a tomada de decis?o pautada na preserva??o das bacias hidrogr¨¢ficas nas quais a ÀÖ²¥´«Ã½ est¨¢ inserida.
Nas unidades operacionais da ÀÖ²¥´«Ã½, priorizamos o Programa de Gest?o de Recursos H¨ªdricos e Efluentes, que ¨¦ estruturado e adaptado ¨¤s especificidades regionais e das bacias hidrogr¨¢ficas. Implementamos iniciativas para otimizar nossos usos e descartes, incluindo projetos de circularidade e sistemas avan?ados de controle e tratamento de ¨¢guas e efluentes. Tamb¨¦m buscamos utilizar fontes sustent¨¢veis de ¨¢gua onde h¨¢ viabilidade, adotamos novos processos e tecnologias para consumir menos ¨¢gua nova e investimos continuamente no monitoramento h¨ªdrico. Essas medidas s?o essenciais para a tomada de decis?o pautada na preserva??o das bacias hidrogr¨¢ficas nas quais a ÀÖ²¥´«Ã½ est¨¢ inserida.
Avaliamos os par?metros de qualidade de ¨¢gua e efluentes de acordo com as regulamenta??es e diretrizes de cada pa¨ªs onde atuamos. Os monitoramentos s?o realizados por laborat¨®rios independentes, certificados e acreditados pela ISO 17.0025 e, de modo complementar, alguns pontos possuem monitoramento em tempo real, atrav¨¦s de sondas multiparam¨¦tricas.
Em unidades com potencial de gera??o de drenagem ¨¢cida de mina, a ÀÖ²¥´«Ã½ conduz estudos de caracteriza??o geoqu¨ªmica de materiais como est¨¦ril, min¨¦rio e rejeito, desde a fase de explora??o at¨¦ o desenvolvimento dos projetos. O objetivo ¨¦ avaliar o potencial de gera??o de drenagem ¨¢cida e, quando necess¨¢rio, definir e implementar sistemas de preven??o e controle para mitigar os riscos associados. Esse processo de gest?o ¨¦ orientado por procedimento interno baseado em refer¨ºncias t¨¦cnicas internacionalmente reconhecidas, como o programa Mine Environment Neutral Drainage (MEND) e o guia Global Acid Rock Drainage (GARD), desenvolvido pela International Network for Acid Prevention (INAP).
Somos membros do International Council on Mining and Metals (ICMM), do Instituto Brasileiro de Minera??o (IBRAM),?do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustent¨¢vel (CEBDS),?de 11 comit¨ºs e subcomit¨ºs de bacias hidrogr¨¢ficas e participamos ativamente dos Grupos T¨¦cnicos de Recursos H¨ªdricos que discutem e definem as diretrizes para a gest?o respons¨¢vel dos Recursos H¨ªdricos e efluentes na minera??o.
Al¨¦m disso, com o objetivo de fomentar a pesquisa cient¨ªfica, o desenvolvimento tecnol¨®gico e a inova??o em ¨¢reas estrat¨¦gicas, especialmente ligadas ¨¤ minera??o e ¨¤ sustentabilidade, temos o?Instituto Tecnol¨®gico ÀÖ²¥´«Ã½ (ITV), que atua em duas frentes: ITV Desenvolvimento Sustent¨¢vel e ITV Minera??o.
O ITV Desenvolvimento Sustent¨¢vel, com sede em Bel¨¦m (PA), tem como finalidade desenvolver pesquisas que preencham lacunas de conhecimento e apoiem as opera??es da ÀÖ²¥´«Ã½. Al¨¦m disso, o instituto atua em temas estrat¨¦gicos voltados ao desenvolvimento sustent¨¢vel dos territ¨®rios onde a empresa est¨¢ presente. Com uma abordagem interdisciplinar, o ITV conduz estudos em ¨¢reas como: geoqu¨ªmica, recursos h¨ªdricos, biodiversidade, servi?os ecossist¨ºmicos, gen?mica ambiental, socioeconomia, recupera??o de ¨¢reas degradadas, florestas, meteorologia, mudan?as clim¨¢ticas e ci¨ºncia de dados.
O instituto conta com 55 pesquisadores permanentes, al¨¦m de um robusto programa de bolsas, que atualmente apoia 365 pesquisadores bolsistas. At¨¦ junho de 2025, o programa formou 185 mestres, dos quais 68 s?o empregados da ÀÖ²¥´«Ã½. Na linha de Recursos H¨ªdricos, destacam-se a forma??o de 17 mestres pelo mestrado profissional e a capacita??o de 20 jovens pesquisadores por meio do programa de bolsas.
Gerimos nossos riscos h¨ªdricos n?o apenas em nossas unidades operacionais, consideramos como condi??o de contorno toda a bacia hidrogr¨¢fica onde atuamos. Monitoramos e avaliamos continuamente o estresse h¨ªdrico em n¨ªvel de bacia hidrogr¨¢fica, considerando o uso m¨²ltiplo da ¨¢gua e priorizando a??es em regi?es mais vulner¨¢veis. Analisamos os processos operacionais para identificar e determinar a signific?ncia dos impactos, acompanhando a efici¨ºncia dos controles, tanto dos aspectos planejados, quanto dos n?o planejados.
Para os aspectos que permanecem significativos mesmo ap¨®s a implanta??o dos controles, elaboramos e monitoramos Planos de A??o para reduzir sua signific?ncia. Integramos as ferramentas de gest?o de risco da ÀÖ²¥´«Ã½ ¨¤ gest?o h¨ªdrica, avaliando cen¨¢rios relacionados ¨¤ escassez, contamina??o e eventos extremos, com planos de resposta e conting¨ºncia estruturados.
Como parte da gest?o preventiva de riscos, conduzimos um processo sistem¨¢tico de monitoramento e an¨¢lise de tend¨ºncias regulat¨®rias locais relacionadas ¨¤ gest?o h¨ªdrica. Essa pr¨¢tica visa antecipar mudan?as legais e normativas que possam impactar nossas opera??es, permitindo a ado??o de medidas preventivas e o fortalecimento da conformidade regulat¨®ria, reduzindo assim a exposi??o a riscos legais, operacionais e reputacionais. Dessa forma, por meio de representantes institucionais nos diversos f¨®runs de representa??o do tema recursos h¨ªdricos, coletamos as contribui??es t¨¦cnicas e jur¨ªdicas que subsidiam nas contribui??es da ÀÖ²¥´«Ã½ diante as nossas entidades que nos representam.
Reconhecemos a import?ncia e o desafio de trabalhar temas ESG junto a nossa cadeia de valor. As pr¨¢ticas de nossos fornecedores t¨ºm influ¨ºncia direta sobre os impactos que provocamos na natureza, portanto, a gest?o de riscos e oportunidades na cadeia ¨¦ fundamental para assegurar pr¨¢ticas respons¨¢veis que garantam a continuidade e competitividade do nosso neg¨®cio.
Em 2022, dentro do nosso programa de Compras Sustent¨¢veis, constru¨ªmos a Matriz de Criticidade ESG da cadeia de fornecedores, elaborada a partir da segmenta??o da base de fornecedores no Brasil, an¨¢lise das categorias de compras sob a perspectiva de riscos ambientais, sociais e de governan?a e em alinhamento ¨¤s diretrizes da ISO 20400 ¡ª Compras Sustent¨¢veis. Com essa matriz, revisada em 2024, classificamos nossos fornecedores conforme seus potenciais impactos e riscos ESG, considerando intensidade de emiss?es de gases de efeito estufa, biodiversidade, gest?o de res¨ªduos, gest?o de recursos h¨ªdricos, integridade, trabalho an¨¢logo a escravo, trabalho infantil entre outros.
Entre os mais de 6,2 mil fornecedores com os quais tivemos rela??es contratuais em 2024, cerca de 2% s?o classificados como cr¨ªticos (risco alto e muito alto) para biodiversidade e ¨¢gua.
Em 2025, realizamos o mapeamento de maturidade dos fornecedores com rela??o a temas de natureza. Por meio de seu programa Conex?o ESG, a ÀÖ²¥´«Ã½ iniciou a??es de engajamento e letramento em natureza priorizando aqueles classificados como de alta criticidade para os temas biodiversidade e ¨¢gua. Foram realizados tr¨ºs workshops para capacita??o e engajamento, abrangendo aproximadamente 30% dos fornecedores cr¨ªticos mapeados.
Saiba mais em Portal de Fornecedores.Balan?o H¨ªdrico
Monitoramos e analisamos nossos usos e descartes de ¨¢gua por meio de um sistema integrado de gest?o, auditado anualmente. Em parceria com uma empresa colaboradora, desenvolvemos um software de balan?o h¨ªdrico que conecta os medidores de vaz?o instalados, permitindo visualizar espacialmente os fluxos e indicadores h¨ªdricos da opera??o.
Como resultado, ganhamos agilidade na tomada de decis?o, identificamos perdas e inefici¨ºncias no sistema, mapeamos pontos estrat¨¦gicos para gest?o e controle da opera??o, al¨¦m de visualizar indicadores consolidados por per¨ªodo e por unidade.

Total de ¨¢gua captada (em milh?es de m 3) no ano de 2025
O incremento no uso operacional est¨¢ associado ¨¤ concretiza??o da expectativa de aumento de produ??o, ao ramp-up de usinas e linhas de produ??o e ao refor?o das a??es de controle de particulado. De acordo com o balan?o h¨ªdrico, ilustrado ao lado, 340,3 Mm? (74% de toda a ¨¢gua captada) n?o s?o utilizados nas opera??es. Esse volume ¨¦ direcionado diretamente, e sem uso, para as comunidades e/ou para o meio ambiente, contribuindo para a disponibilidade h¨ªdrica local e fortalecendo a seguran?a ambiental das bacias onde atuamos.



Saiba mais
Pesquisa e Desenvolvimento em Recursos H¨ªdricos
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Em todas as nossas frentes, atuamos com integridade e acreditamos que o caminho para alcan?ar esse objetivo passa pela transpar¨ºncia. ? importante pontuar que jamais esqueceremos Brumadinho: as v¨ªtimas, suas fam¨ªlias e os impactos socioambientais provocados pela trag¨¦dia. Com respeito e compromisso com as pessoas, trabalhamos desde 2019 para reparar os danos causados pelo rompimento da barragem.
No que tange a tem¨¢tica h¨ªdrica, al¨¦m do?acompanhamento mensal?realizado pelo Instituto Mineiro de Gest?o das ?guas (IGAM), a qualidade das ¨¢guas do rio Paraopeba e de seus afluentes ¨¦ monitorada pela ÀÖ²¥´«Ã½, respeitando o compromisso assumido?junto aos ¨®rg?os p¨²blicos?respons¨¢veis.?Todo esse trabalho ¨¦ acompanhado por uma auditoria t¨¦cnica e ambiental independente, indicada pelo Minist¨¦rio P¨²blico de Minas Gerais (MPMG). Os dados obtidos no monitoramento s?o periodicamente entregues aos ¨®rg?os fiscalizadores e ao MPMG.?
A qualidade da ¨¢gua do rio Paraopeba vem apresentando sinais consistentes de recupera??o, sendo mais evidente nos per¨ªodos de estiagem, quando os resultados se mostram semelhantes ou melhores que os registrados antes do rompimento. Esse processo ¨¦ resultado tanto da pr¨®pria din?mica natural do rio, quanto das a??es de repara??o j¨¢ em curso, sendo o monitoramento sistem¨¢tico essencial para entender os comportamentos e orientar as estrat¨¦gias de repara??o ambiental.


Compromissos e Metas
A Meta ?gua 2030 considera todas as bacias hidrogr¨¢ficas onde atuamos e define objetivos espec¨ªficos para cada um de nossos pilares. Buscamos uma redu??o acumulada de 27% (base line 2017), considerando metas mais rigorosas para unidades localizadas em regi?es com maior n¨ªvel de estresse h¨ªdrico. Essa iniciativa refor?a nosso compromisso com a redu??o dos nossos drivers de impactos ambientais sobre a natureza, contribuindo diretamente para a constru??o de uma minera??o sustent¨¢vel.
A avalia??o do n¨ªvel de estresse h¨ªdrico nas opera??es da ÀÖ²¥´«Ã½ ¨¦ realizada com base em duas metodologias reconhecidas internacionalmente: o , e o das Na??es Unidas. A principal distin??o entre as metodologias est¨¢ na escala de aplica??o: enquanto o WRI oferece uma vis?o global, a metodologia da FAO permite uma an¨¢lise mais detalhada em n¨ªvel regional, sendo mais restritiva por considerar a escala das bacias hidrogr¨¢ficas. Desta forma, a ÀÖ²¥´«Ã½ adota preferencialmente a metodologia ¡°FAO¡±, por oferecer maior granularidade e rigor t¨¦cnico na identifica??o de ¨¢reas com potencial estresse h¨ªdrico.
Saiba mais em Nossos Compromissos.
N¨ªvel de estresse h¨ªdrico nas bacias hidrogr¨¢ficas onde atuamos

Nossos resultados
Em 2025, alcan?amos uma redu??o de 32% no uso espec¨ªfico de ¨¢gua nova em nossas opera??es, em compara??o com o ano-base de 2017. Diversas a??es e investimentos foram realizados visando a melhoria da efici¨ºncia h¨ªdrica de nossas opera??es, como mostrado no item abaixo ¡°Nossas Unidade em Foco¡±.
Apesar de os resultados de 2025 j¨¢ indicarem atingimento da meta estabelecida para 2030, h¨¢ a proje??o de eleva??o dos resultados nos pr¨®ximos anos em fun??o do aumento produtivo. Entretanto, nossas proje??es indicam que, mesmo diante desse cen¨¢rio, permaneceremos alinhados com a Meta de Redu??o de Uso de ?gua Nova estabelecida para 2030. Essa estimativa considera a implementa??o cont¨ªnua de iniciativas voltadas ¨¤ otimiza??o do uso h¨ªdrico e ¨¤ ado??o de tecnologias mais eficientes ao longo do per¨ªodo.
Redu??o da utiliza??o espec¨ªfica de ¨¢gua doce





