A minera??o est¨¢ diretamente interligada com a regi?o onde os recursos minerais se encontram e com os moradores dessas localidades. Diante da abrang¨ºncia global de atua??o da ÀÖ²¥´«Ã½, nos relacionamos com in¨²meras comunidades, incluindo ind¨ªgenas e tradicionais, em diversos pa¨ªses, sendo a maior parte delas no Brasil.

A ÀÖ²¥´«Ã½ se relaciona com 1.296 comunidades locais, sendo 1.170 delas no Brasil. As demais comunidades est?o localizadas no °ä²¹²Ô²¹»å¨¢ (71), regi?o Andina (13 no Chile e no Peru), ²Ñ²¹±ô¨¢²õ¾±²¹ (6), Om? (33), Pa¨ªs de Gales (1) e Jap?o (2). Desse total, 147 s?o consideradas comunidades priorit¨¢rias para o relacionamento no Brasil. 

Saiba mais em Metodologia de prioriza??o no Brasil

O relacionamento com as comunidades ¨¦ um processo estrat¨¦gico para a ÀÖ²¥´«Ã½ e tem como objetivos o compartilhamento de informa??es sobre nossos empreendimentos, seus poss¨ªveis riscos e impactos, assim como compreender as perspectivas das comunidades e incorpor¨¢-las nas decis?es da empresa. Esse relacionamento ¨¦ vital para o respeito e a confian?a entre as comunidades e a ÀÖ²¥´«Ã½, e para garantir formas de conviv¨ºncia positivas e de compartilhamento de valor.

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Nossa atua??o

O Relacionamento com comunidade e demais partes interessadas ¨¦ um processo que suporta todas as a??es da ÀÖ²¥´«Ã½ desenvolvidas nos territ¨®rios. ? por meio do engajamento que constru¨ªmos rela??es de respeito e confian?a, praticamos o comportamento de escuta ativa e engajamento com a sociedade, que fazem parte da nossa transforma??o cultural, considerando as quest?es sociais na tomada de decis?o e buscando formas de conviv¨ºncia nas quais a empresa seja reconhecida como boa vizinha.  

A estrat¨¦gia de relacionamento com as comunidades consiste em um processo estruturado da seguinte forma: identifica??o e caracteriza??o das comunidades e partes interessadas; gest?o das manifesta??es de comunidades; implementa??o de planos de relacionamento em di¨¢logo com as comunidades; gest?o de poss¨ªveis conflitos e de quest?es cr¨ªticas. Atualmente, 100% das nossas opera??es t¨ºm processo de relacionamento estabelecido com comunidades vizinhas, em ?mbito global.  

A ÀÖ²¥´«Ã½ est¨¢ comprometida com o respeito aos direitos dessas popula??es e observa, para empreendimentos existentes e novos empreendimentos, todas as obriga??es legais dos pa¨ªses onde a empresa opera, incluindo o direito de acesso ¨¤s informa??es, a realiza??o de reuni?es pr¨¦vias e audi¨ºncias. ?A empresa acredita que por meio do engajamento e da participa??o de todos os stakeholders pode melhorar seus processos e decis?es, potencializando impactos positivos para as comunidades e gerindo adequadamente riscos e impactos negativos sobre os territ¨®rios e suas popula??es. 

Planos de Relacionamento com Comunidades

Buscamos estabelecer espa?os de di¨¢logo estruturados para a constru??o dos Planos de Relacionamento com as Comunidades. Esses planos t¨ºm como princ¨ªpio a mobiliza??o e a participa??o social para definir e priorizar as a??es a serem implementadas nos territ¨®rios. A estrutura??o dos planos possibilita o compartilhamento de responsabilidades entre empresa, comunidade e outros atores. 
 
Os planos s?o acompanhados pelas equipes de relacionamento e pelas pr¨®prias comunidades, que realizam uma rotina sistem¨¢tica de reuni?es participativas para monitorar a execu??o das a??es, assim como a sua revis?o peri¨®dica para avalia??o da ader¨ºncia e da efetividade dos resultados. Esse acompanhamento ¨¦ registrado no Sistema de Stakeholders, Demandas e Issues?(SDI) da ÀÖ²¥´«Ã½. 
 
A ÀÖ²¥´«Ã½ disp?e de metodologia para a constru??o desses planos, com abordagem e ferramentas de participa??o adotadas de acordo com as especificidades da regi?o e das comunidades identificadas nos diagn¨®sticos socioparticipativos. As a??es s?o definidas conforme necessidades apontadas pelas partes interessadas envolvidas no processo. Al¨¦m disso, os planos refletem o n¨ªvel de maturidade do relacionamento entre empresa e comunidade. 

Comunidades Locais e Planos de Relacionamento

°ä²¹²Ô²¹»å¨¢:?

?

Total de comunidades locais: 71?

Planos de Relacionamento com comunidades locais: -



 

Brasil:?

?

Total de comunidades locais: 1.170

Planos de Relacionamento com comunidades locais: 315



 

Andina (Chile e Peru):?

?

Total de comunidades locais: 13

Planos de Relacionamento com comunidades locais: 6


 

Jap?o:?

?

Total de comunidades locais: 2?

Planos de Relacionamento com comunidades locais: 2


 

²Ñ²¹±ô¨¢²õ¾±²¹:?

?

Total de comunidades locais: 6?

Planos de Relacionamento com comunidades locais: 3
 

Om?:?

?

Total de comunidades locais: 33?

Planos de Relacionamento com comunidades locais: 2?


 

Reino Unido (Pa¨ªs de Gales):?

?

Total de comunidades locais: 1

Planos de Relacionamento com comunidades locais: -


 

Fonte: Dados extra¨ªdos do SDI em Janeiro de 2026 e conforme Relat¨®rio Anual publicado em Abril/2026

Nota: N?o foram considerados Povos Ind¨ªgenas e Comunidades Tradicionais

 

Fonte: Dados extra¨ªdos do SDI em novembro de 2022
Nota: N?o foram considerados Povos Ind¨ªgenas e Comunidades Tradicionais

Metodologia de prioriza??o no Brasil

Para melhor estabelecer sua estrat¨¦gia de engajamento com as comunidades e de implementa??o de Plano de Relacionamento com Comunidades (PRCs) no Brasil, a ÀÖ²¥´«Ã½ utiliza uma metodologia de prioriza??o que visa capturar os elementos e as caracter¨ªsticas que diferenciam as comunidades, por meio de um m¨¦todo que considera a an¨¢lise dos fatores de exposi??o ao risco, ao impacto e o relacionamento. 

Os PRCs contribuem para o monitoramento e a gest?o do relacionamento da ÀÖ²¥´«Ã½ com as comunidades. Al¨¦m disso, s?o fontes de insumo para tomadas de decis?o da empresa sobre a gest?o de riscos e impactos de suas atividades e direcionam esfor?os e recursos de forma mais adequada, uma vez que consideram as necessidades das comunidades, bem como possibilitam o mapeamento de gaps da atua??o da empresa no territ¨®rio. 

Em 2025, foram implementados 328 Planos de Relacionamento com Comunidades, dos quais 315 no Brasil. Al¨¦m disso, 100% das comunidades priorit¨¢rias (147) foram atendidas por Planos de Relacionamento no Brasil em 2025, um ano antes do previsto no  compromisso da empresa. Quase metade das a??es previstas nos PRCs, mapeadas e priorizadas junto com as comunidades, refere-se a a??es relacionadas a emprego e renda, seguidas por iniciativas ligadas ¨¤ educa??o, apoio a entidades locais e meio ambiente, entre outras. 

? As comunidades s?o priorizadas anualmente, considerando a an¨¢lise das dimens?es de risco, impacto e relacionamento (metodologia de prioriza??o). Para o compromisso de 2026, considera-se o baseline de 2025 (sem ÀÖ²¥´«Ã½ Metais B¨¢sicos).

Detalhamento do Planos de A??o no Brasil em 2025

Por ?rea de Investimento

Por ¨¢rea de investimento

Por tipo de p¨²blico-alvo

Por tipo de p¨²blico-alvo

Fonte: Dados extra¨ªdos do Sistema de Stakeholders, Demandas e Issues (SDI) em janeiro de 2026.

Nota: Planos de Relacionamento em andamento ao longo de 2024 e 2025. N?o foram considerados Povos Ind¨ªgenas, Comunidades Tradicionais e comunidades relacionadas ¨¤ Repara??o e ¨¤s opera??es da ÀÖ²¥´«Ã½ Base Metals.

% Comunidades Priorit¨¢rias com Planos de Relacionamentos em 2024
% Comunidades Priorit¨¢rias com Planos de Relacionamentos em 2025

Fonte: Dados extra¨ªdos do SDI em janeiro de 2026. 
Nota: N?o considera Povos Ind¨ªgenas, Comunidades Tradicionais e comunidades relacionadas ¨¤ Repara??o Brumadinho e ¨¤s opera??es da ÀÖ²¥´«Ã½ Base Metals. 

Iniciativas com a participa??o das comunidades

Um exemplo de plano de relacionamento e investimento social da ÀÖ²¥´«Ã½ com comunidades ¨¦ o realizado em Sitinho, comunidade da zona rural de S?o Lu¨ªs (MA), onde moram aproximadamente 250 fam¨ªlias que sobrevivem de benef¨ªcios sociais, trabalhos espor¨¢dicos e informais. ? uma regi?o com alto n¨ªvel de vulnerabilidade e risco social, dificuldades de comunica??o e de acesso a transporte p¨²blico e aparelhos urbanos. 

A ÀÖ²¥´«Ã½ atua junto ¨¤ comunidade com a participa??o de um comit¨º gestor local criado para decidir e acompanhar as a??es a serem desenvolvidas conforme as necessidades apresentadas e definidas pelas partes interessadas envolvidas no processo. Dentre as iniciativas j¨¢ realizadas est?o a constru??o de uma passarela para mobilidade segura dos moradores na Estrada de Ferro Caraj¨¢s, em 2023, e o desenvolvimento de projeto de esporte para atendimento de 65 crian?as na modalidade do jud?, via lei de incentivo ao esporte, em funcionamento desde 2022. Al¨¦m disso, a empresa trabalhou na interlocu??o com ¨®rg?os municipais para melhorias no acesso da comunidade por meio da pavimenta??o de vias, al¨¦m de melhoria na ilumina??o e seguran?a p¨²blica ¨C a??es que fazem parte do Plano de Relacionamento com a Comunidade de Sitinho. 
 
Destaque tamb¨¦m para o projeto ¡°Sitinho Tran?ando Arte¡±, desenvolvido desde 2018 com o objetivo de gerar trabalho e renda para as mulheres na comunidade, a partir do artesanato da fibra de buriti. Os principais resultados nos primeiros anos do projeto foram a implanta??o de um ateli¨º de produ??o e assessoramento para vendas, cuja estrutura entrou em processo de viabiliza??o de projeto de reforma e amplia??o com apoio do Programa Partilhar, que visa estimular nossos fornecedores e engajar toda a cadeia de suprimentos para promover o desenvolvimento social das comunidades das localidades onde a ÀÖ²¥´«Ã½ atua; o aumento de 10% do incremento e renda; o empoderamento feminino e fortalecimento dos v¨ªnculos familiares, sociais e comunit¨¢rios, com iniciativa cooperativa, participa??o em feiras e eventos de artes?os, vendas em lojas locais do segmento de artesanato e aprimoramento das etapas de produ??o de bolsas e acess¨®rios em fibra de buriti. 
Reuni?o de Comit¨º Gestor 
Grupo de mulheres artes?s do projeto ¡°Sitinho Empreendedor¡±
A comunidade rural de Laranjeiras, localizada no munic¨ªpio de S?o Lu¨ªs (MA), considerada com alto ¨ªndice de vulnerabilidade e vizinha a dois empreendimentos da ÀÖ²¥´«Ã½, a Estrada de Ferro Caraj¨¢s (EFC) e o Linh?o (torres que transmitem energia para ¨¢rea do porto), protagonizou um projeto de relacionamento comunit¨¢rio junto ¨¤ ÀÖ²¥´«Ã½. Por meio da escuta ativa realizada no ?mbito do Plano de Relacionamento com a Comunidade (PRC), a comunidade teve a oportunidade de pontuar a necessidade de um p¨¢tio para realiza??o de compostagem, que serviria para abastecimento de adubo para a continuidade da agricultura familiar j¨¢ realizada no territ¨®rio.?? 

A demanda surge com a onerosidade que a aquisi??o dos adubos gerava para os agricultores familiares, uma vez que os chamados quintais produtivos, locais onde cultivam-se hortali?as, ra¨ªzes e gr?os, produzem prioritariamente para a subsist¨ºncia da comunidade de forma sustent¨¢vel, sendo que somente o excedente da produ??o ¨¦ direcionado para comercializa??o. A comunidade pontuou que al¨¦m de caro para suprir a necessidade de consumo pr¨®prio, a renda auferida da comercializa??o do excedente ¨¦ baixa, ou seja, se eles n?o t¨ºm adubo suficiente, n?o conseguem produzir a quantidade necess¨¢ria para, assim, ter um excedente significativo que compense a compra do adubo. Com isso, foi elaborado o Projeto Polo Agr¨ªcola de S?o Lu¨ªs, que, com o investimento da ÀÖ²¥´«Ã½, visava ao fortalecimento comunit¨¢rio e ¨¤ constru??o de um P¨¢tio de Compostagem Sustent¨¢vel na Comunidade de Laranjeiras. O projeto teve in¨ªcio em dezembro de 2023 e foi finalizado em setembro de 2024.?? 

O projeto foi dividido em duas etapas: a primeira consistiu na capacita??o das fam¨ªlias sobre a produ??o do composto e a gest?o de um plano de neg¨®cios. Assim, foi poss¨ªvel viabilizar a manuten??o da estrutura do p¨¢tio de maneira aut?noma. A segunda etapa foi a constru??o das estruturas do p¨¢tio de compostagem.?? 

Para o funcionamento do p¨¢tio, por meio do interm¨¦dio da ÀÖ²¥´«Ã½, foi acordada uma parceria da associa??o da comunidade de Laranjeiras com o Terminal de gr?os do Maranh?o e restos de poda (Tegram), localizado no Porto do Itaqui, para o direcionamento de parte dos res¨ªduos descartados para a compostagem e material org?nico que equivale a cerca de duas toneladas por m¨ºs. A parceria se tornou estrat¨¦gica para o projeto, uma vez que o Tegram estava realizando o descarte dessa mat¨¦ria nos aterros locais, desperdi?ando-o, e a comunidade poderia reutiliz¨¢-la de maneira sustent¨¢vel para o abastecimento da compostagem. Os excedentes s?o principalmente de soja, milho, farelo de soja e farelo de milho, riqu¨ªssimos para a compostagem. Inicialmente, a parceria foi intermediada pelo time da ÀÖ²¥´«Ã½, que, ao longo de todo processo, capacitou a comunidade para que ela conseguisse viabilizar autonomamente esta e outras parcerias. Com isso, a partir da implementa??o e funcionamento do p¨¢tio, a comunidade j¨¢ est¨¢ articulando iniciativas com outros poss¨ªveis parceiros, como empresas que atuam na regi?o industrial pr¨®xima de onde eles est?o localizados.?? 

Ressalta-se que a entrega do p¨¢tio contribui com a organiza??o de adubo de qualidade, o que abre possibilidade para a comunidade conseguir o certificado de produto org?nico; com o fortalecimento do v¨ªnculo comunit¨¢rio dentro do assentamento onde est¨¢ localizada Laranjeiras, e com o v¨ªnculo com a pr¨®pria ÀÖ²¥´«Ã½, de forma mais estreita e atenta ¨¤s necessidades locais.?? 

Ao todo, foram atendidos cerca de 30 produtores da Comunidade de Laranjeiras e entorno. Destaca-se como resultados positivos obtidos a cria??o do Plano de Neg¨®cio, a Conclus?o das Capacita??es com os agricultores engajados, a instala??o da rede el¨¦trica, o uso de energia fotovoltaica dentro do p¨¢tio, a constru??o do P¨¢tio de Compostagem e o estreitamento das rela??es da ÀÖ²¥´«Ã½ com a comunidade.?? 

O plano de neg¨®cio elaborado, a priori, prev¨º a produ??o de composto para subsist¨ºncia da comunidade. Todavia, como eles tamb¨¦m comercializam o excedente da produ??o, a exemplo do milho, o adubo acaba fortalecendo toda a cadeia e auxiliando no crescimento da comercializa??o. O outro vi¨¦s do plano de neg¨®cios ¨¦ de que posteriormente tamb¨¦m seja poss¨ªvel a comercializa??o do pr¨®prio excedente do composto, uma vez que eles identificam a exist¨ºncia de outras lavouras na regi?o que demandam o mesmo produto.? 
  • 30 agricultores familiares atendidos pelo P¨¢tio de Compostagem de Laranjeiras; 
  • 1 P¨¢tio de Compostagem j¨¢ em opera??o, com previs?o da 1? composteira ficar pronta em julho de 2025, que vai gerar 6 toneladas de adubo org?nico, 40% do composto produzido para venda e manuten??o do p¨¢tio e 60% rateado com os agricultores que participaram na produ??o do composto. 
Desde 2017, a ÀÖ²¥´«Ã½ apoia o projeto de empoderamento e capacita??o de mulheres para gera??o de trabalho e renda na cidade de Cana? dos Caraj¨¢s (PA), fortalecendo a equidade de g¨ºnero, o empreendedorismo e o associativismo para enfrentarem juntas os desafios da mulher na vida profissional e pessoal.? 
 
Iniciado com vinte mulheres da Vila Bom Jesus, expandimos o projeto para mais cinco grupos em comunidades diferentes e, atualmente, s?o mais de 90 mulheres, divididas em seis ateli¨ºs. 80% dessas mulheres nunca tinham recebido nenhuma capacita??o, 95% n?o tinham atividade de renda e algumas relatam a import?ncia do novo trabalho para aprendizado, motiva??o e para se sentirem mais valorizadas pela fam¨ªlia e amigos. ? 
 
O projeto oferece forma??es em costura tradicional e criativa, pintura, bordado e outras formas de gera??o de renda e locais de trabalho com infraestrutura e insumos para o trabalho de forma cooperada. A produ??o ¨¦ destinada a demandas do poder p¨²blico e de empresas locais. ? 
 
Com o apoio da ÀÖ²¥´«Ã½, os grupos hoje est?o formados como institui??es regularizadas, o que possibilita a venda, emiss?o de notas e formaliza??o dos servi?os. Para al¨¦m das capacita??es, realizamos encontros para integra??o e engajamento dos grupos e, principalmente, para trabalhar os desafios e oportunidades da gest?o de neg¨®cios. ? 
Pr¨¦dio novo constru¨ªdo com recursos doados pela ÀÖ²¥´«Ã½.
Encontro de mulheres empreendedoras realizado em setembro de 2023.
Um dos maiores desafios da ÀÖ²¥´«Ã½ ¨¦ ser percebida nos territ¨®rios como parceira. Com o intuito de encurtar dist?ncias para o di¨¢logo de difundir a atua??o social da empresa nas comunidades que foi criado, em 2024, o projeto ¡°? de Casa! ¨C A ÀÖ²¥´«Ã½ como vizinha¡±.  

A iniciativa se baseou em quatro pilares: fortalecendo uma rela??o de vizinhan?a igualit¨¢ria; valorizando a sabedoria e o conhecimento local; posicionando as pessoas como protagonistas; e compartilhando hist¨®rias para materializar a rela??o e seus benef¨ªcios. Foram realizados colaborativamente videodocument¨¢rios, oficinas, pr¨¢ticas de esportes e eventos para exibi??o dos resultados e a troca de conhecimento e de experi¨ºncias. 

Mais de 1,3 mil moradores das comunidades de Gameleira, em Bacabeira (MA); S?o F¨¦lix, em Marab¨¢ (PA); Argolas, em Vila Velha (ES); e da cidade de Mangaratiba (RJ) participaram da iniciativa. Uma pesquisa realizada com os participantes mostrou que o conhecimento sobre os projetos da ÀÖ²¥´«Ã½ nas localidades aumentou de 46,7% para 58%, e que a percep??o da presen?a da Companhia subiu de 41,2% para 56%. 
A ÀÖ²¥´«Ã½ tem como compromisso contribuir para o desenvolvimento de comunidades vizinhas aos locais onde a empresa atua por meio de investimentos socioambientais em ¨¢reas diversas. Um exemplo ¨¦ o Plano de Desenvolvimento Comunit¨¢rio (PDC) 2.0 (2023-2025) da ÀÖ²¥´«Ã½ ²Ñ²¹±ô¨¢²õ¾±²¹, que visa impulsionar o desenvolvimento sustent¨¢vel em Manjung por meio de iniciativas focadas na redu??o da pobreza, forma??o profissional, melhorias de infraestrutura e educa??o. O PDC 2.0 est¨¢ alinhado com as ambi??es globais da ÀÖ²¥´«Ã½ e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustent¨¢vel (ODS) da ONU, e visa construir relacionamentos s¨®lidos com a comunidade e aumentar o envolvimento com o governo. 

At¨¦ o momento, foram gastos USD 549 mil em iniciativas como melhorias de infraestrutura e projetos de revitaliza??o urbana, uma corrida inaugural em Beruas, atraindo mais de 3 mil participantes, bem como agricultura urbana para cinco comunidades. Os programas de capacita??o profissional inclu¨ªram aulas de costura e panifica??o, enquanto os esfor?os de aprimoramento de habilidades se concentraram na capacita??o em Economia Digital. As iniciativas educacionais abrangiam o Programa de Bolsas de Estudo Teluk Rubiah, aulas de arte Tunas Seni e programa??o Minecraft. 

 
 

Entenda

Para saber sobre o desenvolvimento dos Planos de Relacionamento com Comunidades em todas as regi?es onde a ÀÖ²¥´«Ã½ atua, clique aqui.

Saiba mais

A seguran?a das comunidades est¨¢ alinhada com o nosso compromisso da vida em primeiro lugar, em que  priorizamos a seguran?a das pessoas e agimos com  respeito, cuidado e integridade. Ampliar a abordagem de seguran?a implica em estender a gest?o de riscos e impactos de outras dimens?es do tema j¨¢ presentes na ÀÖ²¥´«Ã½ ¨¤s comunidades, com a mesma seriedade.  

Remo??o involunt¨¢ria
Parte da nossa gest?o de riscos e da garantia da seguran?a das comunidades, o processo de remo??es, quando necess¨¢rio, obedece a um procedimento estruturado e diretrizes internacionais.

Mecanismo de Escuta e Resposta
Consideramos fundamental nutrir di¨¢logos abertos e transparentes, interagir e responder d¨²vidas, receber e endere?ar reclama??es e solicita??es. Mantemos uma ampla estrutura para receber manifesta??es de todos os nossos p¨²blicos. Saiba mais.

Investimento social privado
Mantemos um ecossistema de investimento formado por organiza??es que trabalham com iniciativas que promovem sa¨²de, educa??o, infraestrutura, ci¨ºncia, cultura, conserva??o da biodiversidade e outras agendas significativas.