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A atividade mineradora emite materiais particulados (MP), ¨®xidos de enxofre (SOx) e ¨®xidos de nitrog¨ºnio (NOx), que afetam a qualidade do ar e os ecossistemas no entorno das opera??es. Esses poluentes atmosf¨¦ricos s?o liberados pelas chamin¨¦s das usinas de pelotiza??o, briquetagem e metais b¨¢sicos, al¨¦m da queima de combust¨ªveis em equipamentos. 
 
Ciente desses impactos negativos dos nossos neg¨®cios, a ÀÖ²¥´«Ã½ assumiu compromissos p¨²blicos para minimiz¨¢-los, por meio da ado??o de processos mais eficientes e sustent¨¢veis e, tamb¨¦m, de novas tecnologias de controle. Queremos ir al¨¦m das obriga??es previstas na legisla??o, em linha com a nossa estrat¨¦gia global de liderar a transi??o para uma minera??o de baixo carbono. Temos aten??o especial ¨¤ redu??o dos impactos causados pelas emiss?es atmosf¨¦ricas nas comunidades do entorno das opera??es. 

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Indicadores de desempenho

Emiss?o de SOx (mil toneladas)

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Emiss?o de NOx (mil toneladas)

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Emiss?o de material particulado (mil toneladas)

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Evolu??o do desempenho

As redu??es observadas, de 2023 para 2024, para as emiss?es atmosf¨¦ricas est?o diretamente relacionadas ao desinvestimento da unidade de PTVI na ±õ²Ô»å´Ç²Ô¨¦²õ¾±²¹. 
 
Observa-se uma estabilidade na efici¨ºncia das opera??es com rela??o ¨¤s emiss?es de material particulado. Investimentos em melhorias de controles existentes est?o previstos nas usinas de pelotiza??o de Tubar?o e espera-se uma redu??o das emiss?es, apesar do aumento de produ??o. 
 
Para SOx, espera-se redu??o para os neg¨®cios de Pelotiza??o em fun??o de transi??o energ¨¦tica da Usina de S?o Luis e pela substitui??o gradual do diesel S500 pelo diesel S10 no Brasil. 
 
Destaca-se que, os resultados de material particulado consideram as medi??es em fontes fixas (chamin¨¦s) das opera??es. Por quest?es t¨¦cnicas de monitoramento e mensura??o n?o s?o consideradas emiss?es difusas ou resultados de qualidade do ar. ? Para os resultados de SOx e NOx s?o consideradas as medi??es em fontes fixas e o c¨¢lculo em fun??o do consumo de combust¨ªveis em todos os neg¨®cios da ÀÖ²¥´«Ã½. 
Imagem placeholder Imagem placeholder Usina de Pelotiza??o de S?o Luis, Maranh?o - Foto: Marcelo Rosa
Onda

Estas s?o as nossas metas at¨¦ 2030, na compara??o com o ano-base de 2018:

  • Reduzir em 16% as emiss?es de material particulado (MP); 
  • Reduzir em 10% as emiss?es de ¨®xidos de nitrog¨ºnio (NOx); e 
  • Reduzir em 16% as emiss?es de ¨®xidos de enxofre (SOx). 
 

Complexo Vargem Grande, Minas Gerais - Fot¨®grafo: Marcelo Rosa

Metas para 2030 (em mil toneladas)

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Nota: Foram retirados do baseline da meta os resultados de emiss?o das unidades de Fertilizantes, Nova Caled?nia, Mangan¨ºs, Pelotiza??o de F¨¢brica, Carv?o e PTVI, em fun??o dos processos de desinvestimento e paralisa??o de opera??es. Em 2024, foram incorporadas as emiss?es relativas aos navios em contrato de leasing, de nosso controle operacional, desde a linha de base de 2018.


As metas s?o absolutas e, apesar dos resultados de 2024 estarem abaixo da meta, existe a proje??o de aumento das emiss?es nos pr¨®ximos anos, em fun??o da escalada da produ??o. As iniciativas para redu??o das emiss?es nos pr¨®ximos anos s?o:

(i) sinergia dos projetos de redu??o de MP, NOx e SOx com o planejamento estrat¨¦gico de baixo carbono; 

(ii) incentivo ao desenvolvimento de tecnologias espec¨ªficas que contribuam para a redu??o dessas emiss?es; 

(iii) uso de biocombust¨ªveis; e 

(iv) aumento da efici¨ºncia operacional 
 
Veja os indicadores completos do desempenho no?

Nossa gest?o

Para uma atua??o respons¨¢vel das emiss?es atmosf¨¦ricas, nossa gest?o ¨¦ fundamentada no nosso modelo de gest?o VPS e nos objetivos de desenvolvimento sustent¨¢vel 9 e 12 da ONU. 
 
Para isso, foram estabelecidos quatro pilares estrat¨¦gicos de atua??o: 

1.

Governan?a de Emiss?es Atmosf¨¦ricas

2.

Monitoramento das Emiss?es Atmosf¨¦ricas

3.

Controle das Emiss?es Atmosf¨¦ricas

4.

Gest?o de Riscos e Impactos

Al¨¦m desses pilares, a ÀÖ²¥´«Ã½ tem como princ¨ªpios adotar uma hierarquia de mitiga??o para prever e evitar os impactos decorrentes da altera??o da qualidade do ar ou, quando n?o for poss¨ªvel evitar, minimizar e, nos casos em que permane?am impactos residuais, compensar/neutralizar os riscos e impactos para os trabalhadores, as comunidades afetadas e o meio ambiente. 
 
Buscamos reduzir nossas emiss?es por meio de uma s¨¦rie de medidas, como o aprimoramento dos sistemas de controle, testes de produtos supressores de poeira e melhoria nos processos de gest?o, entre outras. Os equipamentos utilizados no monitoramento das emiss?es e da qualidade do ar possibilitam atua??o r¨¢pida em caso de desvios. 

Tipos de fontes de emiss?o atmosf¨¦rica

? Fixas: prov¨ºm de fontes estacion¨¢rias e facilmente identific¨¢veis e control¨¢veis, como chamin¨¦s industriais e instala??es de produ??o.

? M¨®veis: derivam de fontes m¨®veis, como ve¨ªculos automotores e embarca??es. Elas s?o liberadas durante o funcionamento de motores de combust?o interna.

? Pontuais: ocorrem de maneira localizada e concentrada em um ¨²nico local, como um exaustor industrial, por exemplo.

? Difusas: provenientes de m¨²ltiplas fontes dispersas e menos facilmente identific¨¢veis, como evapora??o de solventes de produtos qu¨ªmicos.
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Arquivo ÀÖ²¥´«Ã½
O c¨¢lculo das emiss?es da ÀÖ²¥´«Ã½ ocorre por meio de quatro m¨¦todos t¨¦cnicos:

? Monitoramento cont¨ªnuo: consiste na an¨¢lise quase instant?nea das caracter¨ªsticas qualitativas e quantitativas do efluente gasoso, por meio de dispositivos instalados na estrutura lateral das chamin¨¦s.

? Monitoramento descont¨ªnuo: tamb¨¦m denominado amostragem isocin¨¦tica, ¨¦ realizado pela extra??o de uma amostra do efluente gasoso, seguida de an¨¢lises em laborat¨®rio.

? Fator de emiss?o e teores de enxofre do combust¨ªvel: c¨¢lculo das emiss?es conforme a caracter¨ªstica dos equipamentos e teores de combust¨ªveis, adotando refer¨ºncias t¨¦cnicas e de literatura cient¨ªfica.

? Balan?o de massa: ¨¦ a quantifica??o de entrada, sa¨ªda, acumula??o, gera??o ou destrui??o da subst?ncia analisada, tomando como base de c¨¢lculo a diferen?a na emiss?o para o meio ambiente.


Al¨¦m disso, em atendimento a condicionantes ambientais, tamb¨¦m mantemos e operamos redes de monitoramento da qualidade do ar em algumas opera??es e comunidades pr¨®ximas. Essas iniciativas embasam a ado??o de sistemas de controle, planos de monitoramento e gest?o das emiss?es.

Iniciativas de redu??o das emiss?es

Conhe?a alguns projetos que a ÀÖ²¥´«Ã½ tem desenvolvido para reduzir as emiss?es atmosf¨¦ricas em suas opera??es.
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Arquivo ÀÖ²¥´«Ã½

Supressor Sustent¨¢vel

A ÀÖ²¥´«Ã½ come?ou a utilizar em escala industrial o supressor de poeira a base de pl¨¢stico PET. O novo produto ¨¦ fruto de 10 anos de pesquisa da empresa em parceria com a Universidade Federal do Esp¨ªrito Santo (UFES). O pl¨¢stico passa por um processo de reciclagem qu¨ªmica que o transforma em resina, podendo ser aplicada em vag?es, vias de acesso e pilhas de min¨¦rio de ferro, rejeito e carv?o, formando uma pel¨ªcula protetora que evita a emiss?o de poeira.
O supressor de poeira ¨¦ um controle ambiental comumente usado nas opera??es da empresa e pode ser feito de v¨¢rias mat¨¦rias-primas, como glicerina, mas a produ??o a partir da reciclagem do pl¨¢stico ¨¦ in¨¦dita e patenteada pela ÀÖ²¥´«Ã½ e pela UFES. Desde 2013, universidade e empresa realizaram testes e valida??es t¨¦cnicas em escalas de laborat¨®rio e piloto que atestam a efici¨ºncia do produto.
Al¨¦m de garantir a efici¨ºncia no controle ambiental, o supressor sustent¨¢vel tem potencial para retirar do meio ambiente todos os meses mais de 1 milh?o de garrafas PET para a produ??o no Esp¨ªrito Santo. O n¨²mero pode chegar a at¨¦ 2 milh?es de garrafas, com a expans?o prevista para outras opera??es, que vai demandar 780 mil litros de supressor no total.
Al¨¦m de garrafas, o processo de produ??o do supressor sustent¨¢vel tamb¨¦m ¨¦ capaz de aproveitar outros materiais considerados de baixa reciclabilidade, como o pl¨¢stico PET utilizado em bandejas e garrafas de todas as cores, como as pretas de bebidas energ¨¦ticas, que hoje v?o para os aterros sanit¨¢rios.

Projeto de pesquisa com UFPA testa supressores de poeira

O projeto de pesquisa desenvolvido em parceria entre a Universidade Federal do Par¨¢ (UFPA) e a ÀÖ²¥´«Ã½ tem como principal objetivo identificar e definir os controles mais adequados para aplica??o nas opera??es da Companhia. Para isso, foram realizados ensaios destinados a avaliar o desempenho de diferentes supressores de poeira utilizados pela ÀÖ²¥´«Ã½. 

O procedimento experimental envolveu a prepara??o e compacta??o das amostras, seguida da aplica??o dos supressores, conforme as dosagens previamente estabelecidas. Posteriormente, o material foi submetido a testes em t¨²nel de vento, ambiente no qual foram monitoradas vari¨¢veis relacionadas ¨¤ emiss?o de part¨ªculas, permitindo a an¨¢lise comparativa da efici¨ºncia de cada solu??o. 

Os resultados obtidos at¨¦ o momento indicam a efetividade dos supressores empregados pela Companhia, com destaque para o Supressor Sustent¨¢vel. 

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Mina de Brucutu, Bar?o de Cocais, Minas Gerais
Cr¨¦dito: Walfried Amaral Weissmann

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