Imagem a¨¦rea de um rio de ¨¢guas turvas com um barco navegando. Aos lados h¨¢ uma densa vegeta??o. Imagem a¨¦rea de um rio de ¨¢guas turvas com um barco navegando. Aos lados h¨¢ uma densa vegeta??o.
Uma pessoa, usando luvas, est¨¢ coletando ¨¢gua de um rio.
Fot¨®grafo: Arquivo ÀÖ²¥´«Ã½
Um passarinho est¨¢ posicionado em cima de um tronco de ¨¢rvore.
Fot¨®grafo: Arquivo ÀÖ²¥´«Ã½

Temos como prioridade executar a??es voltadas para recupera??o da ¨¢rea impactada pelo rompimento da Barragem B1, em Brumadinho.

? nosso dever e nossa prioridade executar a??es voltadas para a recupera??o ambiental de toda a ¨¢rea impactada pelo rompimento da Barragem B1, em Brumadinho.

? dever e prioridade da ÀÖ²¥´«Ã½ executar a??es voltadas para a repara??o ambiental de toda a ¨¢rea impactada pelo rompimento da Barragem B1, em Brumadinho. 


Nesta p¨¢gina voc¨º confere todas as iniciativas de repara??o ambiental realizadas pela ÀÖ²¥´«Ã½. 
 
Videoconfer¨ºncia com Comunidades ¨C PRSA
Reafirmando nosso compromisso com o di¨¢logo aberto e transparente, realizamos no dia 18 de novembro a Videoconfer¨ºncia do Plano de Repara??o Socioambiental da Bacia do Rio Paraopeba, conforme previsto no Programa de Comunica??o Social e Relacionamento com a Comunidade.
Assista ¨¤ grava??o completa no link abaixo:

Obras Emergenciais: Por que foram necess¨¢rias?

Ap¨®s o rompimento das barragens da Mina C¨®rrego do Feij?o, foi preciso implantar e operar, de forma emergencial, diversas obras para controlar situa??es de risco imediato. Essas interven??es, embora indispens¨¢veis para garantir a seguran?a, provocaram altera??es no meio ambiente e na rotina das comunidades locais. Para compreender esses efeitos, foram realizados estudos t¨¦cnicos. A partir desses resultados, foram desenvolvidos programas espec¨ªficos com o objetivo de prevenir, monitorar, controlar e/ou reduzir os impactos gerados pelas obras.

Confira abaixo o material com os resultados das medidas de redu??o e controle dos impactos das obras emergenciais.

* Essa a??o ¨¦ condicionante da Licen?a de Opera??o Corretiva das Obras Emergenciais da ÀÖ²¥´«Ã½ em Brumadinho e fornece informa??es aos moradores das comunidades e poder p¨²blico sobre as medidas de mitiga??o e controle adotadas.

Confira abaixo o material com os resultados das medidas de redu??o e controle dos impactos das obras emergenciais.

A recupera??o ambiental est¨¢ dividida em cinco frentes:

Preserva??o da flora e da fauna locais;
Remo??o dos rejeitos em terra e dentro do rio, destinando-os para ¨¢reas seguras e controladas;
Conten??o dos rejeitos, impedindo que cheguem ao rio nos per¨ªodos chuvosos;
Monitoramento e recupera??o da qualidade da ¨¢gua e do solo;
Estudos de avalia??o de risco ¨¤ sa¨²de humana e ecol¨®gica.
Deslize a tela para ver mais

Dia a Dia da Repara??o

Estrutura circular elevada feita de trilhos met¨¢licos, semelhante a uma ferrovia suspensa. Ao redor, h¨¢ caminhos de pedra e vegeta??o com ¨¢rvores e arbustos. A cena parece fazer parte de um parque ou jardim com trilhas sinuosas e paisagismo.

Reparar todos os dias e construir o futuro, juntos. Acesse nossa presta??o de contas e saiba mais.

Acessar revista Dia a Dia da Repara??o
Duas pessoas est?o em p¨¦ conversando em um ambiente que parece ser uma loja ou mercado. A pessoa ¨¤ esquerda veste uma camisa clara e cal?a azul, enquanto a pessoa ¨¤ direita usa um avental claro sobre a roupa. Ao fundo, h¨¢ prateleiras e mesas com diversos itens, como potes e garrafas. O ambiente tem elementos de madeira e ilumina??o quente.

Monitoramento da qualidade da ¨¢gua do Rio Paraopeba

 

Desde janeiro de 2019, a ÀÖ²¥´«Ã½ vem realizando os trabalhos de monitoramento da qualidade da ¨¢gua na bacia do rio Paraopeba, seus afluentes, assim como trechos do rio S?o Francisco, apesar desses ¨²ltimos n?o terem sido afetados pelo rompimento da Barragem B1. 

Al¨¦m do acompanhamento mensal realizado pelo Instituto Mineiro de Gest?o das ?guas (Igam), a qualidade das ¨¢guas do rio Paraopeba e de seus afluentes ¨¦ monitorada pela ÀÖ²¥´«Ã½, respeitando o compromisso assumido?junto aos ¨®rg?os p¨²blicos?respons¨¢veis.?Todo esse trabalho ¨¦ acompanhado por uma auditoria t¨¦cnica e ambiental independente, indicada pelo Minist¨¦rio P¨²blico de Minas Gerais (MPMG). 

Os dados obtidos pelos trabalhos de monitoramento s?o periodicamente entregues aos ¨®rg?os fiscalizadores e ao Minist¨¦rio P¨²blico de Minas Gerais.? 

Para voc¨º entender melhor todas as informa??es dessa p¨¢gina, produzimos um gloss¨¢rio. Clique aqui

Quer informa??es resumidas para acessar e compartilhar? Baixe a cartilha.

Conhe?a aqui todos os pontos de monitoramento que existem hoje

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Como ¨¦ feito o monitoramento?

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?cone representando duas gotas de ¨¢gua um tubo de ensaio ?cone representando tr¨ºs tubos de ensaio ?cone representando um recipiente com ¨¢gua e uma r¨¦gua medindo a profundidade ?cone representando uma lupa e algumas mol¨¦culas ao fundo

Os trabalhos realizados s?o validados e acompanhados por ¨®rg?os fiscalizadores e por institui??es de ensino nacionais e internacionais: Coppe-UFRJ, UFMG, UFLA, IFTM,UNESP, Universidade de Illinois (EUA) e Universidade de Tr¨¢s-Os-Montes e Alto Douro (Portugal).

A partir dos resultados, o que podemos afirmar?

 

  • Os rejeitos ficaram retidos na Usina Hidrel¨¦trica de Retiro Baixo, em Pomp¨¦u (MG), n?o atingindo o rio S?o Francisco;
     
  • N?o houve contamina??o nas ¨¢guas do reservat¨®rio da Usina Hidrel¨¦trica de Tr¨ºs Marias, conforme demonstrado nos estudos dos ¨®rg?os ambientais;
     
  • Os desvios dos metais tra?os reduziram progressivamente durante os per¨ªodos secos; 
     
  • Testes estat¨ªsticos apontam tend¨ºncia significativa de melhora da qualidade das ¨¢guas relacionada ao mangan¨ºs total, no per¨ªodo de estiagem. 
A imagem mostra uma pessoa vestindo um colete de seguran?a rosa com faixas refletivas amarelas e uma camisa de manga longa verde. A pessoa tamb¨¦m usa luvas brancas e parece estar coletando uma amostra com um conta-gotas e um pequeno frasco. O ambiente ao fundo sugere um local ao ar livre, possivelmente pr¨®ximo a uma ¨¢rea com ¨¢gua ou vegeta??o. Imagem placeholder Fot¨®grafo: Arquivo ÀÖ²¥´«Ã½
Onda

Concentra??o de metais

Desde janeiro de 2019, uma lista completa de metais est¨¢ sendo analisada em amostras de ¨¢gua e sedimentos do rio Paraopeba, de afluentes principais e tamb¨¦m em pontos dos reservat¨®rios das?Usinas Hidrel¨¦tricas de Retiro Baixo e de Tr¨ºs Marias.

A presen?a dos metais na ¨¢gua tamb¨¦m pode estar associada ¨¤ dissolu??o de composto do solo, e os teores desses metais est?o diretamente relacionados ¨¤ composi??o geol¨®gica dos locais de inser??o dos corpos h¨ªdricos ou lan?amento de efluentes industriais e de outras atividades antr¨®picas.

Metal concentration

Since January 2019, a complete list of metals has been analyzed in water and sediment samples from the Paraopeba River, main tributaries and also in points in the reservoirs of the Retiro Baixo and Tr¨ºs Marias Hydroelectric Power Plants.

The presence of metals in water can also be associated with the dissolution of compost from the soil, and the contents of these metals are directly related to the geological composition of the places where water bodies are inserted or discharge of industrial effluents and other human activities.

The presence of metals in water can also be associated with the dissolution of compost from the soil, and the contents of these metals are directly related to the geological composition of the places where water bodies are inserted or discharge of industrial effluents and other human activities.

Mangan¨ºs Total

A bacia do rio Paraopeba atravessa a regi?o conhecida como Quadril¨¢tero Ferr¨ªfero de Minas Gerais, sendo comuns os registros de concentra??es naturalmente elevadas de ferro e mangan¨ºs nas ¨¢guas, inclusive superiores aos padr?es de qualidade, mesmo na s¨¦rie hist¨®rica de dados do Igam antes do rompimento. 
 
No monitoramento realizado pela ÀÖ²¥´«Ã½,?foram identificados resultados significativos desses metais em trechos mais impactados?pelo aporte de rejeito, com atenua??o ¨¤?medida que nos distanciamos da regi?o de conflu¨ºncia do ribeir?o Ferro-Carv?o com o rio Paraopeba.?Os?teores de mangan¨ºs e ferro, na forma total, apresentam eleva??o?na ¨¦poca de chuvas e redu??o na estiagem,?e a condi??o atual indica?que a qualidade da ¨¢gua est¨¢ em fase de transi??o, com uma progressiva redu??o das concentra??es. 

Ferro dissolvido

Como interpretar os mapas

Para verifica??o da condi??o de qualidade dos trechos do rio Paraopeba ¨¦ feita uma compara??o do resultado m¨¢ximo mensal de cada par?metro com os m¨¢ximos dos per¨ªodos sazonais obtidos antes do rompimento pelo monitoramento do Igam.

O resultado dessa compara??o com o per¨ªodo pr¨¦-rompimento (chamado de baseline) ¨¦ graficamente representado por cores, variando do melhor resultado (azul) at¨¦ o pior (vermelho), da seguinte forma:

condi??o pr¨¦-rompimento
pior condi??o

Total manganese

Map with a highlighted blue line running vertically through various regions. The visible place names include Pompeu, Papagaios, Maravilhas, Pequi, S?o Jos¨¦ da Varginha, Curvelo, Paraopeba, Caetan¨®polis, Inha¨²ma, Cachoeira da Prata, Fortuna de Minas, and Esmeraldas. At the top of the image, there is a blue box with the text "Click here to see the map".
The Paraopeba river basin crosses the region known as the Iron Quadrangle of Minas Gerais, and records of naturally high concentrations of iron and manganese in the waters are common, even above the quality standards, even in the historical series of data from Igam before the break.

In the monitoring carried out by ÀÖ²¥´«Ã½,? ?significant results of these metals were identified in stretches more impacted by the input of tailings, with attenuation as we move away from the region where the Ferro-Carv?o stream meets the Paraopeba river. The contents of manganese and iron, in total form, show an increase in the rainy season and a reduction in the dry season, and the current condition indicates that the water quality is in a transition phase, with a progressive reduction in concentrations.

Dissolved iron

Map with a highlighted route in blue, green, and yellow, passing through several locations. The visible place names include Pompeu, Papagaios, Maravilhas, Pequi, S?o Jos¨¦ da Varginha, Curvelo, Paraopeba, Caetan¨®polis, Inha¨²ma, Cachoeira da Prata, Fortuna de Minas, and Esmeraldas. At the top of the image, there is a blue button with the text "Click here to see the map".

How to interpret maps

To verify the quality condition of the Paraopeba river stretches, a comparison is made of the monthly maximum result of each parameter with the maximum of the seasonal periods obtained before the disruption by Igam monitoring.

The result of this comparison with the pre-disruption period (called baseline) is graphically represented by colors, ranging from the best result (blue) to the worst (red), as follows:

pre-breakup condition
worst condition
Mapa com uma linha azul destacada que percorre verticalmente diversas regi?es. Os nomes das localidades vis¨ªveis incluem Pompeu, Papagaios, Maravilhas, Pequi, S?o Jos¨¦ da Varginha, Curvelo, Paraopeba, Caetan¨®polis, Inha¨²ma, Cachoeira da Prata, Fortuna de Minas e Esmeraldas. No topo da imagem, h¨¢ uma caixa azul com o texto "Click here to see the map".

Alum¨ªnio dissolvido


A an¨¢lise do metal alum¨ªnio tem apresentado n¨ªveis de concentra??o significativos, que podem estar associados ao rejeito. Entretanto, especificamente no trecho do rio Paraopeba ap¨®s o munic¨ªpio de Maravilhas, observa-se que fatores geol¨®gicos naturais influenciam na eleva??o da concentra??o desse elemento.
Mapa com uma rota destacada em azul, verde e amarelo, passando por diversas localidades. Os nomes vis¨ªveis incluem Pompeu, Papagaios, Maravilhas, Pequi, S?o Jos¨¦ da Varginha, Curvelo, Paraopeba, Caetan¨®polis, Inha¨²ma, Cachoeira da Prata, Fortuna de Minas e Esmeraldas. No topo da imagem, h¨¢ um bot?o azul com o texto "Click here to see the map".

Dissolved aluminum


The analysis of aluminum metal has shown significant concentration levels, which may be associated with the tailings. However, specifically in the stretch of the Paraopeba River after the municipality of Maravilhas, it is observed that natural geological factors influence the increase in the concentration of this element.

Metais tra?o

Outros metais tamb¨¦m podem ser encontrados na ¨¢gua em quantidades muito menores e de maneira espor¨¢dica, s?o os chamados ¡°metais tra?os¡±. Alguns resultados anal¨ªticos apontaram ocorr¨ºncias isoladas de concentra??es pronunciadas para os metais tra?os.
Entretanto, para esses elementos, que tamb¨¦m est?o presentes no rejeito, os dados analisados atualmente mostram que os teores no rio Paraopeba s?o semelhantes ou mesmo inferiores aos registrados nos bancos de dados p¨²blicos para a ¨¦poca pr¨¦-rompimento.

Trace metals

Other metals can also be found in water in much smaller amounts and sporadically, they are called "trace metals". Some analytical results pointed to isolated occurrences of pronounced concentrations for trace metals.

However, for these elements, which are also present in the tailings, the data analyzed currently show that the levels in the Paraopeba River are similar or even lower than those recorded in public databases for the pre-rupture period.

Mapa com uma rota destacada que atravessa v¨¢rias regi?es, com trechos coloridos em laranja, verde, amarelo e azul. Algumas das localidades identificadas ao longo do trajeto incluem Pomp¨¦u, Papagaios, Maravilhas, Pequi, Fortuna de Minas, S?o Jos¨¦ da Varginha e ±Ê²¹°ù¨¢ de Minas. No canto superior esquerdo, h¨¢ um bot?o azul com o texto "Click here to see the map".

Turbidez

A turbidez ¨¦ um par?metro b¨¢sico de avalia??o da qualidade da ¨¢gua, facilmente influenciado pelas chuvas e que est¨¢ relacionado ¨¤ transpar¨ºncia e ¨¤ quantidade das part¨ªculas em suspens?o

A presen?a de materiais s¨®lidos em suspens?o como?argila, mat¨¦rias org?nicas e inorg?nicas, organismos microsc¨®picos e algas causam a turbidez da ¨¢gua.

As origens desses materiais podem ser diversas:

  • Sedimentos de fundo do rio;
  • Solos das margens e de ¨¢reas com supress?o de vegeta??o;
  • Minera??o;
  • Retirada de areia ou a explora??o de argila;
  • Res¨ªduos ind¨²striais;
  • Esgoto dom¨¦stico.
Mapa com uma linha azul destacada representando um rio ou rota que atravessa diversas regi?es. As localidades identificadas incluem Pompeu, Papagaios, Maravilhas, Pequi, ±Ê²¹°ù¨¢ de Minas, Curvelo, Paraopeba, Caetan¨®polis, Inha¨²ma, Cachoeira da Prata, Fortuna de Minas, S?o Jos¨¦ da Varginha e Esmeraldas. No topo da imagem, h¨¢ um bot?o azul com o texto "Click here to see the map".

Turbidity

Turbidity is a basic parameter for assessing water quality, easily influenced by rainfall and related to the transparency and quantity of suspended particles

The presence of suspended solid materials such as clay, organic and inorganic matter, microscopic organisms and algae cause water turbidity.

The origins of these materials can be diverse:

  • River bottom sediments;
  • Soils on the banks and in areas with suppression of vegetation;
  • Mining;
  • Sand removal or clay exploration;
  • Industrial waste;
  • Domestic sewage.

Entenda a diferen?a de comportamento da ¨¢gua no per¨ªodo chuvoso x estiagem

Os aspectos clim¨¢ticos apresentam influ¨ºncia relevante na qualidade da ¨¢gua. Em per¨ªodos chuvosos, a ¨¢gua tende a ficar mais turva, principalmente em fun??o do carreamento dos materiais das margens e da ressuspens?o dos sedimentos do fundo do rio. J¨¢ em per¨ªodos de seca (estiagem), os rios apresentam vaz?o reduzida, baixa velocidade de escoamento e menor ressuspens?o dos sedimentos, resultando em melhora das medidas de alguns par?metros.

Sobre o rio Paraopeba, podemos afirmar que, nos per¨ªodos de seca, a qualidade da ¨¢gua se aproxima das condi??es anteriores ao rompimento.

A an¨¢lise conjunta dos indicadores ferro dissolvido, mangan¨ºs total e turbidez, em geral, mostra que h¨¢ uma redu??o da concentra??o m¨¢ximas destes par?metros, indicando a recupera??o pr¨®xima ¨¤s condi??es de um rio Classe 2.

No per¨ªodo chuvoso a qualidade da ¨¢gua piora, assim como j¨¢ acontecia antes do rompimento. O aumento na concentra??o de alguns desses par?metros como alum¨ªnio, ferro, mangan¨ºs e turbidez pode estar relacionado ¨¤ suspens?o do material depositado no fundo do rio e ¨¤s novas contribui??es provocadas por materiais naturais do solo na regi?o, ou?devido a outras atividades historicamente realizadas na regi?o.

A avalia??o da qualidade da ¨¢gua do rio Paraopeba e seus tribut¨¢rios segue apresentando resultados que indicam a melhora de diversos par?metros f¨ªsico-qu¨ªmicos, independentemente da influ¨ºncia de fatores clim¨¢ticos.

Entenda a diferen?a de comportamento da ¨¢gua no per¨ªodo chuvoso x estiagem

Os aspectos clim¨¢ticos apresentam influ¨ºncia relevante na qualidade da ¨¢gua. Em per¨ªodos chuvosos, a ¨¢gua tende a ficar mais turva, principalmente em fun??o do carreamento dos materiais das margens e da ressuspens?o dos sedimentos do fundo do rio. J¨¢ em per¨ªodos de seca (estiagem), os rios apresentam vaz?o reduzida, baixa velocidade de escoamento e menor ressuspens?o dos sedimentos, resultando em melhora das medidas de alguns par?metros.

Sobre o rio Paraopeba, podemos afirmar que, nos per¨ªodos de seca, a qualidade da ¨¢gua se aproxima das condi??es anteriores ao rompimento.

A an¨¢lise conjunta dos par?metros ferro dissolvido, mangan¨ºs total e turbidez, em geral, mostra que h¨¢ uma redu??o da concentra??o m¨¢ximas destes par?metros, indicando a recupera??o pr¨®xima ¨¤s condi??es de um rio classe 2. 

During the rainy season, the water quality worsens, as has happened before the disruption. The increase in the concentration of some of these parameters such as aluminum, iron, manganese and turbidity may be related to the suspension of the material deposited on the riverbed and the new contributions caused by natural soil materials in the region, or due to other activities historically carried out in the region.

The evaluation of the water quality of the Paraopeba River and its tributaries continues to show results that indicate the? improviment of several physicochemical parameters, regardless of the influence of climatic factors.

Monitoramento em n¨²meros

Passe o mouse nos ¨ªcones para ver mais detalhes

Cerca de 95 pontos de monitoramento;

Mais de 7,5 milh?es de resultados de ¨¢gua e sedimentos;

Foto de placeholder Foto de placeholder

Fot¨®grafo: Ricardo Teles

Monitoramento do Rio Paraopeba pelo IGAM 

A ÀÖ²¥´«Ã½ firmou o Termo de Compromisso (TC) com o Minist¨¦rio P¨²blico do Estado de Minas Gerais (MPMG), que estabelece a transfer¨ºncia de todas as a??es de monitoramento de recursos h¨ªdricos e sedimentos ao longo da Bacia do Rio Paraopeba e no rio S?o Francisco para o Instituto Mineiro de Gest?o de ?guas (Igam). Para absorver os dados de monitoramento ap¨®s o rompimento, a ÀÖ²¥´«Ã½ est¨¢ desenvolvendo junto com o IGAM um software de monitoramento de ?guas para todo o Estado de Minas Gerais. A ÀÖ²¥´«Ã½ arca com a contrata??o de auditoria t¨¦cnica e independente, que ¨¦ respons¨¢vel por supervisionar todo o processo de transfer¨ºncia, previsto para durar 33 meses ap¨®s a assinatura do Acordo Global. 

O Igam possui papel fundamental como ¨®rg?o fiscalizador, no ?mbito da avalia??o dos resultados e estudos relacionados ¨¤s amostragens realizadas pela ÀÖ²¥´«Ã½, bem como na solicita??o de respostas e proposi??o de altera??es na forma como os trabalhos est?o sendo realizados.

O Igam refor?a que ainda se mant¨ºm a recomenda??o de n?o utiliza??o da ¨¢gua bruta do rio Paraopeba para qualquer fim, como medida preventiva, no trecho que abrange os munic¨ªpios de Brumadinho at¨¦ o limite da UHE de Retiro Baixo, em Pomp¨¦u (aproximadamente 250 km de dist?ncia do rompimento). O uso da ¨¢gua nos trechos que est?o antes do munic¨ªpio de Brumadinho (antes do trecho afetado pelo rompimento) e depois da UHE de Retiro Baixo, est?o liberados para os mais diversos fins e n?o existe nenhuma restri??o pelos ¨®rg?os p¨²blicos. 

O acompanhamento da qualidade das ¨¢guas ¨¦ fundamental para dar subs¨ªdio?ao ¨®rg?o e, no futuro, permitir a retomada do uso.? Essa ¨¦ uma decis?o que n?o depende da ÀÖ²¥´«Ã½, e para dar subs¨ªdio ¨¤ avalia??o da condi??o de qualidade das ¨¢guas, os resultados do monitoramento s?o enviados periodicamente aos ¨®rg?os fiscalizadores do Estado.

Relat¨®rio de Fechamento de Ciclo de Qualidade da ?gua Superficial e Sedimentos: entenda para que serve e o que ¨¦ feito com ele 

O Relat¨®rio de Fechamento de Ciclo contempla a avalia??o dos dados de monitoramento no ?mbito dos Planos de Monitoramento. 

Ele apresenta o comportamento dos resultados de monitoramento de ¨¢guas superficiais e sedimentos na bacia do rio Paraopeba at¨¦ o reservat¨®rio de Tr¨ºs Marias, nos distintos per¨ªodos sazonais. 

O documento tem o objetivo de apresentar uma avalia??o da condi??o de qualidade das ¨¢guas e sedimento, trazendo considera??es em rela??o ¨¤s varia??es ocorridas ao longo dos per¨ªodos de chuva e de estiagem dos ciclos hidrol¨®gicos, ao longo dos anos de monitoramento.

A imagem mostra uma pessoa em ambiente externo, de bra?os cruzados, vestindo uma camisa azul clara e capacete branco com o logo "VALE". Ao fundo, h¨¢ ¨¢rvores verdes e colinas. O rosto da pessoa est¨¢ desfocado para preservar a privacidade.

Fot¨®grafo: Jeferson Capela

Abastecimento de ¨¢gua 

Ap¨®s o rompimento da Barragem B1 em Brumadinho, o uso da ¨¢gua do rio Paraopeba foi interrompido e a ÀÖ²¥´«Ã½ assumiu o compromisso, junto aos ¨®rg?os p¨²blicos competentes, de garantir o abastecimento de ¨¢gua de todos os mun¨ªcipios impactados. 

Nossas iniciativas s?o divididas em duas frentes, que atendem o abastecimento p¨²blico e a popula??o rural: 

A??es corretivas emergenciais

S?o as a??es voltadas para consumo animal, irriga??o agr¨ªcola e consumo humano.

A??es preventivas estruturantes
Aquelas a??es realizadas para garantir a seguran?a h¨ªdrica e que normalmente envolvem obras, a fim promover a melhoria e as adequa??es no abastecimento p¨²blico. Consistem na perfura??o e reativa??o de po?os tubulares profundos, capta??es em mananciais superficiais e nas instala??es de sistemas de tratamento de ¨¢gua.

Abastecimento p¨²blico 

O acesso ¨¤ ¨¢gua em quantidade e qualidade suficientes ¨¦ um direito humano. Por isso, estamos trabalhando com a implanta??o de diversas solu??es para o fornecimento de ¨¢gua pot¨¢vel nos munic¨ªpios que possu¨ªam capta??o no rio Paraopeba. 

Conhe?a as a??es: 

Adutora com cerca de 12 km implantada no rio Paraopeba em regi?o n?o afetada pelo rompimento com capacidade para operar com a mesma vaz?o da capta??o anterior de 5 000 L/s. O objetivo desta obra ¨¦ garantir o abastecimento de ¨¢gua da Regi?o Metropolitana de Belo Horizonte.

Adutora com cerca de 50 km de extens?o que faz a capta??o no rio ±Ê²¹°ù¨¢, que n?o foi atingindo pelos sedimentos da barragem B1, para atendimento direto do munic¨ªpio de ±Ê²¹°ù¨¢ de Minas. A vaz?o da estrutura ¨¦ de 284 l/s, mesmo volume que o munic¨ªpio captava no rio Paraopeba antes do rompimento da barragem. 

Assista ao v¨ªdeo para saber mais:

O abastecimento de ¨¢gua aos munic¨ªpios de Paraopeba e Caetan¨®polis est¨¢ sendo atendido por meio de po?os perfurados e reativados pela ÀÖ²¥´«Ã½ e complementado pela capta??o superficial do ribeir?o do Cedro.
Atualmente, a ÀÖ²¥´«Ã½ realiza o abastecimento das comunidades de Parque da Cachoeira, Tejuco, Pontinha, e Ponte das Almorreimas, em Brumadinho, e Imperial e Boa Vista, em Paraopeba. O abastecimento ¨¦ realizado por po?os tubulares ou caminh?es-pipa.
Implanta??o de reservat¨®rio de ¨¢gua com capacidade de 700 mil m? como alternativa definitiva junto aos po?os perfurados e a capta??o superficial do ribeir?o do Cedro para o abastecimento dos munic¨ªpios de Paraopeba e Caetan¨®polis.
Para saber mais sobre a solicita??o do fornecimento de ¨¢gua pot¨¢vel via caminh?es pipa, ligue para a Central de Atendimento: 0800 031 0831.
Dois grandes reservat¨®rios de ¨¢gua azuis e uma estrutura cil¨ªndrica alta, possivelmente uma torre de ¨¢gua ou silo, situados ao ar livre. Os tanques est?o identificados com a marca "Rotoplas". Ao fundo, h¨¢ ¨¢rvores e vegeta??o, e no ch?o h¨¢ t¨¢buas de madeira e cascalho.

Fot¨®grafo: Arquivo ÀÖ²¥´«Ã½

At¨¦ agora, a ÀÖ²¥´«Ã½ disponibilizou uma vaz?o de aproximadamente:

200 milh?es L/dia para abastecimento p¨²blico 

Isso equivale ao abastecimento de uma cidade com  

1,2 milh?o de habitantes 

*Dados de outubro de 2025, conforme vaz?es outorgadas

Abastecimento para popula??o rural

Distribui??o de ¨¢gua pot¨¢vel para aqueles que vivem ¨¤s margens do rio Paraopeba. Essa ¨¢gua pode ser fornecida por po?os perfurados ou reativados pela ÀÖ²¥´«Ã½ (a??es preventivas estruturantes) ou por meio de caminh?o-pipa ou distribui??o de ¨¢gua mineral (a??es corretivas emergenciais). 
 

Irriga??o ?

807.524.600 litros

Consumo animal ?

1.487.046.600 litros

Uso dom¨¦stico ?

1.794.678.800 litros

*Dados consolidados at¨¦ outubro de 2025
37.517.796,5 litros
*Dados consolidados at¨¦ outubro de 2025

Uso agropecu¨¢rio ?

5.534.233 litros

*Dados de outubro de 2025, conforme vaz?es outorgadas

Vista a¨¦rea de um rio serpenteando por uma paisagem com vegeta??o em ambas as margens. Algumas ¨¢reas ao redor s?o mais densamente arborizadas, enquanto outras apresentam vegeta??o mais esparsa ou solo seco. H¨¢ caminhos e estradas vis¨ªveis pr¨®ximos ao rio, e ao fundo ¨¦ poss¨ªvel ver mais ¨¢rvores e algumas estruturas espalhadas. O c¨¦u est¨¢ limpo, sem nuvens vis¨ªveis.

Fot¨®grafo: Arquivo ÀÖ²¥´«Ã½

  • Brumadinho 
  • S?o Joaquim de Bicas 
  • M¨¢rio Campos 
  • Betim 
  • Esmeraldas 
  • Juatuba 
  • Florestal 
  • ±Ê²¹°ù¨¢ de Minas 
  • S?o Jos¨¦ da Varginha 
  • Pequi 
  • Fortuna de Minas 
  • Maravilhas 
  • Papagaios 
  • Paraopeba 
  • Curvelo 
  • ±Ê´Ç³¾±è¨¦³Ü&²Ô²ú²õ±è;

Saiba mais

A imagem mostra um ambiente de laborat¨®rio onde uma pessoa, usando uma luva laranja, despeja uma subst?ncia branca de um recipiente em um b¨¦quer de 1000 ml com a marca "Nalgon". O b¨¦quer est¨¢ sobre uma balan?a eletr?nica, que parece estar medindo o peso da subst?ncia. Ao fundo, h¨¢ outros recipientes com r¨®tulos, sugerindo um processo de medi??o ou prepara??o. Fot¨®grafo: Gilson de Souza

Sistemas de tratamento 

A ÀÖ²¥´«Ã½ segue trabalhando para melhorar a qualidade da ¨¢gua da bacia do rio Paraopeba.

Uma de suas a??es ¨¦ a instala??o de sistemas de tratamento para garantir ¨¢gua de qualidade para a popula??o que vive nas localidades entre Brumadinho e o reservat¨®rio da Tr¨ºs Marias. A instala??o dos novos sistemas de tratamento partiu de um acordo realizado com a Secretaria de Estado de Sa¨²de de Minas Gerais (SES/MG). 

A??es preventivas estruturantes na Bacia do rio das Velhas

Embora n?o tenha sido impactado pelo rompimento da Barragem B1, o rio das Velhas est¨¢ recebendo um investimento preventivo. Conhe?a algumas das a??es

Fluxo de ¨¢gua saindo de um cano elevado sobre uma estrutura met¨¢lica. Ao fundo, h¨¢ ¨¢rvores, um edif¨ªcio e uma superf¨ªcie de asfalto com algumas po?as d¡¯¨¢gua.
Fot¨®grafo: Arquivo ÀÖ²¥´«Ã½ 

Barriletes - Abastecimento pipa Copasa 

Obras de melhoria para garantir o abastecimento de ¨¢gua, por meio de caminh?es-pipa, aos usu¨¢rios essenciais cujo consumo di¨¢rio ¨¦ inferior a 80 m? de ¨¢gua, aos aglomerados subnormais, ¨¤s zonas vulner¨¢veis e ¨¤s regi?es sem condi??es t¨¦cnicas de abastecimento da Regi?o Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) em caso de hipot¨¦tico comprometimento na capta??o h¨ªdrica da ETA Bela Fama. 

Mapa com regi?es coloridas em marrom, laranja, verde, azul e vermelho, representando diferentes ¨¢reas. Est?o identificados locais como "V¨¢rzea das Flores", "ETA Bela Fama", "Marso" e "Capta??o Paraopeba". O mapa tamb¨¦m apresenta s¨ªmbolos, como tri?ngulos amarelos, indicando pontos de interesse.
Fot¨®grafo: Arquivo ÀÖ²¥´«Ã½ 

Plano de conting¨ºncia de abastecimento da RMBH 

O plano contempla a??es que devem ser implementadas, caso haja a impossibilidade de capta??o de ¨¢gua bruta no rio das Velhas por qualquer evento que comprometa o abastecimento na Regi?o Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). 

?rea cercada contendo tubula??es e equipamentos industriais. ? direita, h¨¢ um painel ou caixa de controle, e v¨¢rios tubos grandes atravessam a imagem na horizontal. Um dos tubos possui uma v¨¢lvula com alavanca azul. O ch?o ¨¦ coberto por cascalho, e ao fundo, ¨¤ esquerda, ¨¦ vis¨ªvel uma chama.
Fot¨®grafo: Arquivo ÀÖ²¥´«Ã½ 

Adutora Cambimbe 

A instala??o da adutora ¨¦ uma a??o preventiva que garante uma alternativa de capta??o de ¨¢gua para a Nova Lima e Raposos para o caso de comprometimento da capta??o de ¨¢gua no rio das Velhas. A adutora, que ter¨¢ cerca de 4 km, vai levar a ¨¢gua desse ponto at¨¦ a Esta??o de Tratamento (ETA) de Bela Fama. 

Um ¨ªcone de cano branco e amarelo em um fundo verde.
Fot¨®grafo: Arquivo ÀÖ²¥´«Ã½ 

Adutora Carlos Prates 

Implanta??o de adutora com 2 km de extens?o no bairro Novo Gl¨®ria, em Belo Horizonte, interliga os sistemas de abastecimento h¨ªdrico da Bacia do rio Paraopeba ao da Bacia do rio das Velhas. A estrutura vai contribuir para garantir uma melhoria no atual sistema de distribui??o da Copasa e foi projetada para atender uma vaz?o de 320 l/s. 

?rea cercada contendo equipamentos industriais, possivelmente relacionados a utilidades ou telecomunica??es. A cerca ¨¦ feita de malha met¨¢lica com arame farpado no topo, sustentada por postes de concreto brancos. Ao fundo, h¨¢ ¨¢rvores e o c¨¦u est¨¢ limpo.
Fot¨®grafo: Arquivo ÀÖ²¥´«Ã½ 
Vetor Norte 

Perfura??o e reativa??o de po?os pertencentes ¨¤ Copasa nos munic¨ªpios de Lagoa Santa, S?o Jos¨¦ da Lapa e Vespasiano incluindo as adequa??es na rede de distribui??o em atendimento ¨¤ 81.000 habitantes. 

Equipamento de perfura??o amarelo de grande porte montado sobre um caminh?o. A estrutura possui diversos cabos e tubos, indicando que est¨¢ preparado para opera??es de perfura??o. No ch?o, h¨¢ v¨¢rios objetos cil¨ªndricos grandes, possivelmente tubos ou revestimentos de perfura??o. Ao fundo, h¨¢ ¨¢rvores e um c¨¦u parcialmente nublado.
Fot¨®grafo: Arquivo ÀÖ²¥´«Ã½ 

Po?os Sabar¨¢ 

Perfura??o de po?os tubulares em Sabar¨¢ para o abastecimento p¨²blico de ¨¢gua atendendo cerca de 50.900 habitantes. 

Ambiente industrial com um grande tanque cil¨ªndrico de armazenamento de cor cinza, com corrim?o amarelo no topo. O tanque est¨¢ ao lado de um edif¨ªcio de paredes bege com v¨¢rias janelas. Em frente ao tanque, h¨¢ uma estrutura menor que parece ser uma entrada ou sala t¨¦cnica. ?rvores s?o vis¨ªveis ao fundo, no lado direito da imagem.
Fot¨®grafo: Arquivo ÀÖ²¥´«Ã½ 

Usu¨¢rios essenciais 

S?o chamados de usu¨¢rios essenciais aqueles que desenvolvem atividades de car¨¢ter essencial, pontuadas na Resolu??o ARSAE-MG n? 68/2015. Nesse contexto, para os usu¨¢rios essenciais que tem consumo de ¨¢gua acima de 80 m?/dia, ser¨¢ implantada uma a??o alternativa para garantir o abastecimento, tais como perfura??o de po?os, reserva??o complementar e obras de redund?ncia. J¨¢ os demais usu¨¢rios essenciais, com consumo abaixo de 80 m?/dia, ser?o atendidos por caminh?o-pipa. 

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Seguran?a H¨ªdrica 

Al¨¦m dos projetos executados pela ÀÖ²¥´«Ã½, a empresa est¨¢ elaborando 5 (cinco) projetos b¨¢sicos de obras de seguran?a h¨ªdrica, que ser?o entregues ¨¤ concession¨¢ria de abastecimento de ¨¢gua para posterior licita??o e contrata??o e visam garantir demanda correspondente a 15.000 L/s para abastecimento da Regi?o Metropolitana de Belo Horizonte. 
  • Amplia??o do sistema de abastecimento do rio Manso 

 Estamos desenvolvendo estudos e projetos para garantir o atendimento ¨¤ demanda h¨ªdrica atual da RMBH correspondente a 15.000 l/s. Uma das interven??es estruturantes ¨¦ a amplia??o do sistema de abastecimento de ¨¢gua do Rio Manso. Os projetos contemplam a amplia??o da capacidade em aproximadamente 55% da Esta??o de Tratamento de ?gua - ETA  Manso,?e tamb¨¦m?amplia??o de 4 elevat¨®rias e de adutoras de  ¨¢gua. 

  • Adutora de interliga??o dos reservat¨®rios R10-R13

Tamb¨¦m faz parte do Termo de Compromisso (TC)? Seguran?a H¨ªdrica a elabora??o de projeto de adutora de ¨¢gua tratada com aproximadamente 30 km de extens?o que interligar¨¢ dois reservat¨®rios, denominados R10 e R13 e aumentar¨¢ a possibilidade de transfer¨ºncia entre os sistemas de ¨¢gua do Paraopeba e do rio das Velhas, o que propiciar¨¢ aumento na resili¨ºncia para abastecimento p¨²blico da RMBH.? 

  • Projeto de barramento no ribeir?o Maca¨²bas 

Estamos desenvolvendo estudos e projetos para garantir o atendimento ¨¤ demanda h¨ªdrica atual da RMBH correspondente a 15.000 l/s. Uma das interven??es estruturantes ¨¦ a amplia??o do sistema de abastecimento de ¨¢gua do Rio Manso. Os projetos contemplam a amplia??o da capacidade em aproximadamente 55% da Esta??o de Tratamento de ?gua ¨C ETA   Manso, e tamb¨¦m amplia??o de 4 elevat¨®rias e de adutoras de ¨¢gua. 

  • Capta??o e barramento em Ponte de Arame 

Parte do escopo do TC Seguran?a H¨ªdrica consiste nos estudos e projetos para implanta??o de nova capta??o de ¨¢gua no Rio das Velhas, na regi?o conhecida como ¡°Ponte de Arame¡±. Este novo sistema contar¨¢ com a implanta??o de 1 capta??o a Fio d?¨¢gua em sua primeira etapa e posteriormente com a implanta??o de um Barramento. Estes projetos alimentar?o a Esta??o de Tratamento de ?gua - ETA Bela Fama atrav¨¦s de uma adutora com aproximadamente 25 km de extens?o. Sendo o 1? Barramento na bacia do rio das Velhas para abastecimento p¨²blico, este projeto proporcionar¨¢ maior seguran?a para abastecimento da RMBH. 

  • Capta??o no ribeir?o da Prata 

Adicionalmente, comp?em o escopo da Seguran?a H¨ªdrica a capta??o de ¨¢gua no ribeir?o do Prata, que contempla a capta??o a fio d?¨¢gua e uma adutora de aproximadamente 9 km de extens?o at¨¦ a ETA Bela Fama. 

At¨¦ dezembro de 2023, 249 animais silvestres foram devolvidos ¨¤ natureza de forma cuidadosa e em conformidade com os procedimentos t¨¦cnicos e legais adequados.
Entre agosto de 2020 e Dezembro de 2023 (ap¨®s 3 anos de monitoramento), foram contabilizadas cerca de 830 esp¨¦cies de flora, 572 esp¨¦cies de invertebrados terrestres, 69 esp¨¦cies da herpetofauna, 193 esp¨¦cies de aves e 77 esp¨¦cies de mam¨ªferos.?
Dessas esp¨¦cies, xxx est?o classificadas em alguma categoria de amea?a a n¨ªvel estatual, nacional e/ou internacional. Como exemplos, o jacarand¨¢ (Dalbergia nigra), a serpente Tantilla boipiranga, o gavi?o-de-penacho (Spizaetus ornatos), a on?a-parda (Puma concolor) e o lobo-guar¨¢ (Chrysocyon brachyurus).
Mais de 200 profissionais, entre bi¨®logos, veteren¨¢rios, engenheiros ambientais e auxiliares de campo dedicados ao resgate dos animais, cuidado e prepara??o para a reintegra??o ¨¤ natureza
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Biodiversidade na bacia do rio Paraopeba 

A recupera??o do rio Paraopeba e de sua biodiversidade ¨¦ um dos compromissos da ÀÖ²¥´«Ã½ no trabalho de repara??o. Por isso, desde o rompimento da barragem B1, em Brumadinho, medidas de curto, m¨¦dio e longo prazos est?o sendo realizadas.

Monitoramento 

O monitoramento da biodiversidade ¨¦ realizado de maneira permanente por empresas especializadas na ¨¢rea de meio ambiente, bi¨®logos, auxiliares de campo e m¨¦dicos veterin¨¢rios, com a coordena??o de professores universit¨¢rios. Ao todo, s?o estudados 35 pontos para a biodiversidade aqu¨¢tica e 20 ¨¢reas para a biodiversidade terrestre, que contemplam regi?es n?o afetadas, ¨¢reas afetadas em menor intensidade e ¨¢reas severamente afetadas pelos rejeitos. 

Tamb¨¦m s?o analisadas a fauna e a flora em algumas lagoas marginais e nos principais afluentes do rio Paraopeba. 

Ao expandir o monitoramento para locais n?o afetados ¨¦ poss¨ªvel avaliar as condi??es ambientais e o real impacto do rompimento sobre a biodiversidade. 

? com base nessas an¨¢lises constantes que compreendemos os impactos e podemos entender quais as melhores a??es a serem tomadas em prol da flora e fauna locais.

Assista ao v¨ªdeo para saber como ¨¦ feito o monitoramento:

Jovem morador de Brumadinho ajudou a coletar 782 kg de frutos e sementes de 100 esp¨¦cies nativas para recuperar a biodiversidade na regi?o.?

 

Jos¨¦ Fernandes, 19 anos, dedica a maior parte dos seus dias ao projeto Sementes, que est¨¢ ajudando a reflorestar as ¨¢reas impactadas pelo rompimento da barragem B1

Pessoa segurando um objeto com as duas m?os. O rosto da pessoa est¨¢ desfocado e o fundo da imagem n?o ¨¦ claramente vis¨ªvel.

Fot¨®grafo: Arquivo ÀÖ²¥´«Ã½

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Explore a ¨¢rea estudada

Biodiversidade Aqu¨¢tica

Atualmente, a ¨¢rea de estudo das comunidades aqu¨¢ticas no rio Paraopeba vai desde a Pequena Central Hidrel¨¦trica (PCH) de Salto do Paraopeba, em Jeceaba, at¨¦ depois da represa de Tr¨ºs Marias.

Ap¨®s estudos de especialistas de institui??es governamentais, foram selecionados 35 pontos para o monitoramento aqu¨¢tico, em ¨¢reas afetadas e n?o afetadas.
 

No rio, monitoramos peixes, plantas, insetos aqu¨¢ticos e organismos microsc¨®picos vegetais e animais, conhecidos como pl?ncton.?

O objetivo ¨¦ avaliar se, ap¨®s o rompimento, houveram altera??es quanto ¨¤ riqueza, abund?ncia, diversidade, reprodu??o, alimenta??o, ocorr¨ºncia de parasitas e demais intera??es da biota aqu¨¢tica.?

Para que essas compara??es sejam poss¨ªveis, esses mesmos par?metros s?o avaliados em ¨¢reas afetadas e n?o afetadas pelo rejeito.

Pessoa usando chap¨¦u, prote??o facial e colete salva-vidas laranja, segurando duas redes de pesca com peixes capturados. Ao fundo, h¨¢ um corpo d¡¯¨¢gua e ¨¢rvores.
A repara??o at¨¦ aqui 
No final de dezembro de 2019, a ÀÖ²¥´«Ã½ iniciou o Programa de Diagn¨®stico de Danos Ambientais sobre o Meio Bi¨®tico, elaborado em conjunto com o Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais (IEF).
Em 2019 foi iniciada a remo??o dos rejeitos depositados no rio Paraopeba, por meio da atividade de dragagem. Tamb¨¦m foi realizada, em 2020, a estabiliza??o das margens da foz do ribeir?o Ferro-Carv?o e reconstitui??o dessa por??o da calha.
O IEF e a Audit¨®ria do Minist¨¦rio Publico realizam mensalmente o acompanhamento do Programa de Diagn¨®stico de Danos Ambientais sobre o Meio Bi¨®tico, para todas as atividades realizadas no ?mbito desse programa.
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Peixes 

O monitoramento dos peixes fornece informa??es sobre a qualidade de ¨¢gua dos ecossistemas aqu¨¢ticos. Nesse monitoramento verificamos a sa¨²de dos animais e sua reprodu??o. Dessa maneira, conseguimos identificar poss¨ªveis impactos decorrentes do rompimento para os peixes.?

  • An¨¢lises histopatol¨®gicas ?

S?o realizadas para avaliar poss¨ªveis enfermidades ou danos aos peixes em fun??o da exposi??o ao rejeito do rompimento. ?

  • Avalia??o da helmintofauna?

Examina a presen?a de parasitos como bioindicadores para o monitoramento do impacto ambiental. ?

  • Bioacumula??o de metais ?

Os animais passam por identifica??o, biometria e retirada do m¨²sculo e do f¨ªgado para verificar a presen?a de metais como alum¨ªnio, cobre, ferro, chumbo e zinco, entre outros. Verificamos se existem altas concentra??es de determinada subst?ncia qu¨ªmica nos organismos do n¨ªvel mais elevado da cadeia alimentar. ?

  • Toxicologia e genotixicidade em peixes e invertebrados aqu¨¢ticos?

Os estudos cient¨ªficos analisam os efeitos de subst?ncias qu¨ªmicas sobre os organismos e sua capacidade em induzir altera??es no material gen¨¦tico dos animais que foram expostos a ela. ?

  • ·¡²Ô²õ²¹¾±´Ç²õ&²Ô²ú²õ±è;±ð³¦´Ç³Ù´Ç³æ¾±³¦´Ç±ô¨®²µ¾±³¦´Ç²õ?

Estuda os efeitos de um ou mais compostos qu¨ªmicos em uma popula??o ou comunidade de organismos e funciona como ferramenta de monitoramento ambiental, baseado nas respostas de organismos-teste expostos ao qu¨ªmico.?

Peixe amarelo e azul preso em uma rede de pesca. O peixe est¨¢ enredado na malha, composta por fios brancos e azuis.

Monitoramento de ovos e larvas de peixes?

Esse trabalho ¨¦ feito para a avalia??o do ciclo reprodutivo para peixes migradores. Os animais s?o acompanhados durante a piracema, per¨ªodo em que se reproduzem. Entre os meses de outubro e fevereiro, ¨¦ comum que os peixes migradores nadem contra a correnteza para liberar os ovos e completar o ciclo reprodutivo.?

Este estudo tem como objetivo verificar se os ovos e larvas desses peixes s?o encontrados no rio Paraopeba e se esses organismos s?o vi¨¢veis para completar seu ciclo de vida. S?o avaliados 22 pontos ao longo da calha do rio Paraopeba (antes e depois do rompimento), afluentes e lagoas marginais, a cada 5 dias, a fim de compreender o uso desses locais como ¨¢reas de desovas e detectar poss¨ªveis altera??es no ciclo reprodutivo dos peixes.?

Importante

 Em 28 de fevereiro de 2019, a pesca de esp¨¦cies nativas foi proibida na bacia do rio Paraopeba, pela portaria n? 16 editada pelo IEF, e assim segue at¨¦ a publica??o de nova portaria. 

Comunidades planct?nicas 

A equipe t¨¦cnica tamb¨¦m estuda as comunidades planct?nicas (formadas por diferentes microrganismos), que fornecem informa??es importantes. Alguns organismos desses grupos s?o sens¨ªveis ¨¤ degrada??o ambiental e nos ajudam a verificar a sa¨²de dos ambientes aqu¨¢ticos em conjunto com informa??es de par?metros qu¨ªmicos e f¨ªsicos. As coletas desses microrganismos acontecem ao longo de todo rio Paraopeba e alguns efluentes e suas an¨¢lises acontecem em laborat¨®rio, atrav¨¦s do uso de microsc¨®pio.

A imagem mostra uma representa??o estilizada em azul de uma c¨¦lula ou microrganismo com formato arredondado e extens?es salientes ao redor de seu per¨ªmetro.
Fitopl?ncton ¨C Conjunto de microrganismos fotossintetizantes composto por algas microsc¨®picas unicelulares e cianobact¨¦rias que vivem dispersos nas ¨¢guas
A imagem mostra um organismo azul semelhante a uma ¨¢gua-viva, com corpo transl¨²cido e v¨¢rios tent¨¢culos se estendendo a partir da estrutura principal. N?o h¨¢ texto ou elementos matem¨¢ticos vis¨ªveis na imagem.
Zoopl?ncton ¨C Conjunto de organismos aqu¨¢ticos, geralmente microsc¨®picos, que n?o realizam fotoss¨ªntese e vivem dispersos na coluna d¡¯¨¢gua. Inclui protozo¨¢rios, vermes, crust¨¢ceos, entre outros.
A imagem mostra uma representa??o estilizada e abstrata de um organismo azul. O organismo ¨¦ ilustrado com linhas minimalistas e tons de azul, transmitindo uma apar¨ºncia et¨¦rea e delicada. N?o h¨¢ elementos textuais ou matem¨¢ticos vis¨ªveis na imagem.
±Ê±ð°ù¾±´Ú¨ª³Ù´Ç²Ô ¨C  Conjunto de organismos, fotossintetizantes ou n?o, que se fixam em substratos, como folhas e pedras, e podem formar uma fina camada sobre essas superf¨ªcies nos habitats aqu¨¢ticos. Seu tamanho varia desde organismos microsc¨®picos at¨¦ alguns com v¨¢rios metros.
A imagem mostra um microrganismo azul e transl¨²cido com corpo longo e segmentado, e v¨¢rios ap¨ºndices finos se estendendo a partir da regi?o da cabe?a. N?o h¨¢ texto ou elementos matem¨¢ticos vis¨ªveis na imagem.
Zoobentos ¨C Conjunto de organismos que vivem na ¨¢gua durante pelo menos uma fase do ciclo de vida e que t¨ºm mais de 0,5 mm; por isso s?o chamados de macroinvertebrados. Larvas de insetos, crust¨¢ceos e moluscos s?o alguns exemplos desses organismos.
B¨¦quer de vidro transparente contendo um l¨ªquido de colora??o amarelo-esverdeada. O recipiente possui marca??es de volume na lateral, indicando at¨¦ 200 mililitros (mL). O n¨ªvel do l¨ªquido est¨¢ um pouco acima da marca de 100 mL.

Biota aqu¨¢tica da bacia do ribeir?o Ferro-Carv?o


Como parte do monitoramento, acompanhamos a?biota?aqu¨¢tica, ou seja, o conjunto de?seres vivos aqu¨¢ticos, da bacia do ribeir?o Ferro-Carv?o. Para isso, estudamos diferentes grupos de animais, incluindo invertebrados aqu¨¢ticos e peixes. ??

Para a coleta de amostras de peixes, foram definidos 10 pontos nos afluentes do ribeir?o. J¨¢ para a coleta de invertebrados aqu¨¢ticos, s?o amostrados tr¨ºs ribeir?es da bacia do Ferro-Carv?o e outros cursos d'¨¢gua em bacia pr¨®ximas com caracter¨ªsticas ecol¨®gicas semelhantes. Esse monitoramento busca avaliar se, eventualmente, o rejeito acumulado na calha do Ferro Carv?o isola as popula??es ao ponto de alterar a comunidade de peixes e macroinvertebrados bent?nicos.?

A imagem mostra uma pessoa com cabelo tran?ado pr¨®xima a um corpo d¡¯¨¢gua, com um cen¨¢rio industrial ao fundo que inclui um navio de grande porte e guindastes. O rosto da pessoa est¨¢ ocultado por um bloco retangular. N?o h¨¢ texto ou elementos matem¨¢ticos vis¨ªveis na imagem.

Fot¨®grafo: Marcus Desimoni

Biodiversidade terrestre

Nas ¨¢reas de mata da bacia do ribeir?o Ferro-Carv?o e entorno, e ¨¤s margens do Rio Paraopeba, s?o realizados monitoramentos de v¨¢rios grupos da fauna e da flora para avaliar a riqueza e a abund?ncia em ¨¢reas afetadas e n?o afetadas. ??

Monitoramento de Fauna

Pequena ave de plumagem preta e branca pousada na borda de uma forma??o rochosa pr¨®xima a um corpo d¡¯¨¢gua. O fundo est¨¢ desfocado, destacando o p¨¢ssaro e as rochas.
Monitoramento de esp¨¦cies amea?adas de extin??o: andorinha-de-coleira (Pygochelidon melanoleuca), borboleta-ribeirinha (Parides burchellanus) e lontra (Lontra longicaudis); 
Destilador solar montado em uma ¨¢rea de floresta. A estrutura ¨¦ composta por uma lona pl¨¢stica esticada sobre uma arma??o circular, sustentada por hastes de madeira em formato de trip¨¦. Abaixo da lona, h¨¢ um pequeno copo transparente no solo, utilizado para coletar a ¨¢gua condensada. O ch?o ao redor est¨¢ coberto por folhas e terra, com plantas verdes ao fundo.
Monitoramento de invertebrados terrestres: abelhas, besouros, borboletas, cupins e formigas;
Sapo marrom de olhos grandes pousado sobre um galho de ¨¢rvore, com fundo preto.
Monitoramento de vertebrados terrestres da Herpetofauna (anf¨ªbios e r¨¦pteis 

squamataCountry: Brazil ), Ornitofauna 

Extension: 905 kilometers 

(aves de interior de mata) e  

Iron ore from ÀÖ²¥´«Ã½ and General Cargo for third parties (coal and agricultural products). 

Main connected points:Mastofauna (pequenos mam¨ªferos n?o-voadores, morcegos, e mam¨ªferos de m¨¦dio e grande porte); 

Dois t¨¦cnicos de laborat¨®rio, vestidos com jalecos brancos e toucas de prote??o, est?o sentados em cadeiras girat¨®rias enquanto trabalham em bancadas separadas. O ambiente ¨¦ um laborat¨®rio com paredes revestidas de azulejos brancos e prateleiras contendo frascos e equipamentos.
Estudos em laborat¨®rio para avaliar a presen?a de elementos qu¨ªmicos em indiv¨ªduos da fauna e da flora. Para isso, s?o coletadas amostras de animais silvestres (sangue e pelos, por exemplo) e plantas (ra¨ªzes e folhas).
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Resultados iniciais

? importante ressaltar que os resultados obtidos at¨¦ agora s?o decorrentes de tr¨ºs anos de estudo e refor?am a necessidade de acompanhamento de todas as atividades a longo prazo, conforme propostas no Programa de Monitoramento.
  • Devido ¨¤ pele perme¨¢vel e ao ciclo de vida peculiar, os anf¨ªbios s?o considerados bons indicadores da qualidade ambiental. J¨¢ os r¨¦pteis squamata, tem um papel ecol¨®gico importante no ecossistema, ocupando o espa?o de predadores de topo, por exemplo. Como existe uma facilidade de amostragem desses animais, eles s?o excelentes para a obten??o de informa??es r¨¢pidas que caracterizam o estado de conserva??o de um determinado local, avaliando os impactos antr¨®picos sobre ele.
     
  • At¨¦ o momento, foram registradas 38 esp¨¦cies de anf¨ªbios e 30 esp¨¦cies de r¨¦pteis. N?o houve diferen?a de riqueza, abund?ncia e composi??o entre os s¨ªtios amostrados. Foram registradas duas esp¨¦cies classificadas com grau de amea?a vulner¨¢vel em n¨ªvel global: a serpente Tantilla boipiranga e a perereca Bokermannohyla martinsi.
Clique aqui e veja a lista de esp¨¦cies de anf¨ªbios e r¨¦pteis registrados ao longo desses 3 anos em toda ¨¢rea estudada.

T¨ªtulo do carrossel

Um sapo marrom de olhos grandes est¨¢ agarrado a um galho de ¨¢rvore coberto de musgo, com um fundo escuro ao redor.
Boana faber
Uma pequena cobra com corpo vermelho e amarelo, marcas pretas na cabe?a, est¨¢ enrolada em um galho fino. O fundo est¨¢ desfocado, indicando um ambiente externo com elementos naturais como folhas e solo.
Tantilla boipiranga ?
Close-up de um sapo pousado em um galho. O sapo tem olhos grandes e escuros, e sua pele ¨¦ manchada com tons de marrom e amarelo. O fundo escuro destaca os detalhes do animal.
Bokermannohyla martinsi?
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  • As aves tamb¨¦m s?o amplamente distribu¨ªdas e utilizadas em biomonitoramentos e respondem bem ¨¤s mudan?as ambientais.

  • Ap¨®s 3 anos de monitoramento, j¨¢ foram registradas 192 esp¨¦cies de aves e as mais abundantes e que dominam as comunidades s?o praticamente as mesmas para todos os s¨ªtios amostrais. 

  • Foram registradas duas esp¨¦cies amea?adas de extin??o em n¨ªvel estadual: gavi?o-de-penacho Spizaetus ornatus (Em Perigo) e a tesourinha-da-mata Phibalura flavirdostris (³Õ³Ü±ô²Ô±ð°ù¨¢±¹±ð±ô).

N?o foi identificado impacto especifico do rompimento, e os resultados sugerem que a comunidade de aves da ¨¢rea de estudo j¨¢ vinha sendo afetada por impactos antr¨®picos ao longo dos tempos.

Clique aqui e veja a lista de esp¨¦cies de aves registradas ao longo desses 3 anos em toda ¨¢rea estudada.?

T¨ªtulo do carrossel

Um p¨¢ssaro com padr?o salpicado no corpo est¨¢ pousado em um galho de ¨¢rvore, cercado por folhas e ramos verdes. O c¨¦u ao fundo est¨¢ claro e azul.
Phibalura flavirostris
Um pequeno p¨¢ssaro pousado em um galho. Ele tem a cabe?a marrom-avermelhada, as costas em tom verde-amarelado e a parte inferior branca. O fundo desfocado apresenta tons de verde e marrom, sugerindo um ambiente ao ar livre.
Hemithraupis ruficapilla
Um pequeno p¨¢ssaro pousado em um galho de ¨¢rvore coberto de musgo. Ele tem cabe?a, costas e cauda marrom-avermelhadas, com o ventre e a garganta em tons mais claros. O fundo desfocado apresenta tons de azul e verde, sugerindo folhagem e possivelmente o c¨¦u.
Synallaxis ruficapilla
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  • Os mam¨ªferos de pequeno porte n?o-voadores possuem representantes com alta flexibilidade adaptativa e outros com baixa toler?ncia a fatores ambientais. S?o animais que desempenham um papel ecol¨®gico como dispersores de sementes e tamb¨¦m como presas para diversos predadores. Por possu¨ªrem ¨¢rea de vida reduzida, n?o dispersarem tanto e estarem associados ao estrato terrestre, esse grupo pode ser um bom indicador da perturba??o ambiental resultante do rompimento.
     
  • At¨¦ o momento, j¨¢ foram registradas 21 esp¨¦cies, sendo 10 marsupiais e 11 roedores. O maior destaque est¨¢ relacionado a sete esp¨¦cies que n?o haviam sido registradas na regi?o antes desse estudo, s?o elas: Caluromys philander, Gracilinanus agilis, Monodelphis kunsi, Philander quica, Bibimys labiosius, Calomys tener e Cerradomys scotti.
     
  • A riqueza de esp¨¦cies foi maior nos s¨ªtios amostrais adjacentes ao rejeito, e a estrutura das comunidades tamb¨¦m foi diferente, apresentando maior domin?ncia de uma esp¨¦cie (Akodon montensis) em s¨ªtios adjacentes ao rejeito, em compara??o com s¨ªtios de refer¨ºncia. O monitoramento continuar¨¢ para entender as poss¨ªveis causas dessas altera??es e como as a??es de restaura??o podem influenciar a din?mica das comunidades ao longo do tempo. 
Clique aqui e veja a lista de esp¨¦cies dos mam¨ªferos de pequeno porte n?o-voadores registrados ao longo desses 3 anos em toda ¨¢rea estudada.?

T¨ªtulo do carrossel

Um pequeno camundongo marrom sobre uma superf¨ªcie coberta de solo marrom e part¨ªculas brancas. O camundongo est¨¢ posicionado no centro da imagem, com a cabe?a voltada para baixo e a cauda parcialmente vis¨ªvel ¨¤ esquerda.
Akodon montensis
Um pequeno roedor com listras escuras nas costas est¨¢ sobre o solo dentro de um recipiente. H¨¢ tamb¨¦m uma folha e alguns detritos ao redor do animal. Um inseto ¨¦ vis¨ªvel na parede do recipiente.
Monodelphis americana
Um pequeno mam¨ªfero, provavelmente um gamb¨¢, est¨¢ agarrado a um galho em uma ¨¢rea de floresta. Ele segura e come uma folha verde. Ao fundo, h¨¢ folhagem densa e ¨¢rvores.
Caluromys philander
Um pequeno animal, possivelmente um roedor ou marsupial, espreita por entre grandes folhas verdes em uma ¨¢rea de floresta. O fundo est¨¢ desfocado, com ¨¢rvores e luz do sol filtrando pela folhagem.
Graciliannus agilis
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  • Os invertebrados representam um grupo amplamente diversificado, com diferentes estilos de vida que variam de solit¨¢rios, greg¨¢rios, at¨¦ estritamente sociais. No Brasil, estima-se que existam aproximadamente 700.000 esp¨¦cies descritas (Brand?o et al., 2020), e muitas esp¨¦cies s?o conhecidas por desempenhar importantes pap¨¦is no ecossistema, por exemplo, ciclagem de nutrientes, decomposi??o, poliniza??o, dispers?o de sementes e regula??o das popula??es de plantas e outros organismos. Por este motivo (i.e, pela import?ncia ecol¨®gica) e por apresentarem ciclos de vida curtos, estes animais foram selecionados como bioindicadores neste estudo, podendo trazer respostas mais r¨¢pidas nas avalia??es de impacto e a??es de repara??o ambiental.
     
  • Ap¨®s tr¨ºs anos de estudo, j¨¢ foram registradas 571 esp¨¦cies de invertebrados terrestres, sendo 231 abelhas, 67 besouros, 76 borboletas, 46 cupins e 151 esp¨¦cies de formigas. 
     
  • At¨¦ o momento, os resultados encontrados sugerem que a presen?a do rejeito n?o causou impacto significativo (ou se causou, as esp¨¦cies j¨¢ se recuperaram) na riqueza e abund?ncia desses grupos e nem nas fun??es ecol¨®gicas desempenhadas por eles. Este ¨¦ um resultado muito positivo e demonstra a capacidade de recupera??o destes animais. Al¨¦m disso, a presen?a dessas esp¨¦cies no entorno da ¨¢rea atingida pelo rejeito, tamb¨¦m ¨¦ importante para auxiliar no processo de recupera??o natural dessas ¨¢reas. ? poss¨ªvel afirmar que as fun??es e servi?os ecossist¨ºmicos executados por formigas, besouros e cupins est?o ocorrendo de maneira normal em todos os s¨ªtios amostrais.
Clique aqui e veja a lista de esp¨¦cies dos invertebrados terrestres registrados ao longo desses 3 anos em toda ¨¢rea estudada.?

T¨ªtulo do carrossel

?rea de floresta com v¨¢rias garrafas pl¨¢sticas e copos coloridos presos a galhos ou estacas. As garrafas est?o penduradas nos galhos, enquanto os copos est?o colocados sobre estacas fincadas no solo. A cena ¨¦ repleta de vegeta??o, com diversas plantas e ¨¢rvores ao redor.
Armadilhas Arom¨¢ticas
Close-up de uma formiga, com foco nos detalhes da estrutura do corpo. A cabe?a, t¨®rax e abd?men est?o claramente vis¨ªveis, assim como as pernas e antenas. A imagem destaca as texturas e caracter¨ªsticas do exoesqueleto da formiga.
Nesomyrmex cf. costatus
Imagem de um inseto visto atrav¨¦s de um microsc¨®pio. O inseto possui corpo segmentado, antenas longas e mand¨ªbulas proeminentes.
Velocitermes sp
Close-up de um inseto, especificamente um besouro, com parte do corpo levemente desfocada. O besouro ¨¦ preto, com tons iridescentes de verde e azul vis¨ªveis na cabe?a e nas laterais. H¨¢ uma barra de escala no canto inferior direito indicando que o comprimento do besouro ¨¦ de aproximadamente 2 mm.
Phanaeus dejeani
Close-up de uma abelha preta com asas transl¨²cidas. O corpo da abelha est¨¢ detalhado, mostrando as pernas, antenas e abd?men segmentado.
Ariphanarthra palpalis
Uma borboleta com asas que se assemelham a uma folha seca. Ela est¨¢ posicionada sobre um fundo branco, destacando os padr?es e texturas intrincados nas asas, que imitam veios e colora??o marrom de uma folha.
Zaretis strigosus
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  • O C¨¢gado-de-barbicha foi uma esp¨¦cie selecionada como bioindicador para avaliar se existe varia??o na sua abund?ncia ao longo do tempo e dos trechos do rio Paraopeba. 
     
  • J¨¢ foi constatado que a esp¨¦cie ocorre ao longo de todo o rio Paraopeba, sendo capturados 201 indiv¨ªduos, com uma taxa de recaptura de 16,3%.
     
  • Os dados dispon¨ªveis at¨¦ o momento sugerem que a abund?ncia do c¨¢gado-de-barbicha aumenta de montante para jusante do rio Paraopeba e isso pode estar relacionado ¨¤s diferen?as nas caracter¨ªsticas dos trechos amostrados e n?o ao fato de terem tido contato ou n?o com o rejeito.

T¨ªtulo do carrossel

Uma tartaruga sendo segurada por uma m?o com luva, pr¨®xima a um corpo d¡¯¨¢gua. Ao fundo, h¨¢ ¨¢rvores e a ¨¢gua parece turva.
Phrynops geoffroanus
Pessoa segurando uma tartaruga enquanto mede seu casco com um paqu¨ªmetro grande. A pessoa est¨¢ usando luvas e parece estar em um barco.
Biometria de Phrynops geoffroanus
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  • Os mam¨ªferos de m¨¦dio e grande porte s?o vulner¨¢veis a extin??es locais, j¨¢ que necessitam de grandes ¨¢reas de vida, possuem baixa densidade, apresentam longos per¨ªodos de gesta??o e s?o muito perseguidos por humanos. Esses animais desempenham importantes servi?os ambientais, como a dispers?o de sementes e o controle de popula??es de outras esp¨¦cies por meio da preda??o. Todos esses servi?os s?o essenciais para a manuten??o e regenera??o das florestas.
     
  • Esses animais vem sendo monitorados desde agosto de 2020, por meio de armadilhamento fotogr¨¢fico, em pontos na bacia do ribeir?o Ferro-Carv?o e em duas ¨¢reas consideradas controle: na RPPN Inhotim e na APE do Rio Manso, por n?o terem influ¨ºncia do rompimento ou das obras de repara??o. At¨¦ dezembro de 2023, j¨¢ foram registradas 33 esp¨¦cies de mam¨ªferos, sendo 27 esp¨¦cies nativas, 5 dom¨¦sticas e uma ex¨®tica. Seis esp¨¦cies nativas registradas possuem algum grau de amea?a de extin??o, por exemplo, a on?a-parda (Puma concolor), a jaguatirica (Leopardus pardalis) e o lobo-guar¨¢ (Chrysocyon brachyurus). 
     
  • Observou-se que a regi?o do Ferro-Carv?o manteve o maior registro de ocorr¨ºncias desta fauna em compara??o ¨¤s ¨¢reas controle (RPPN Inhotim e APE Rio Manso).

T¨ªtulo do carrossel

Um cervo caminhando por uma ¨¢rea de floresta. O animal est¨¢ em perfil, com a cabe?a levemente abaixada e as orelhas atentas. Ao fundo, h¨¢ vegeta??o densa com ¨¢rvores, arbustos e sub-bosque. A luz do sol atravessa a folhagem, criando ¨¢reas de luz e sombra no ch?o.
Subulo gouazoubira
Close-up de uma on?a-parda (tamb¨¦m conhecida como su?uarana ou puma) em uma ¨¢rea de floresta. O animal est¨¢ olhando diretamente para a c?mera, com a cabe?a e parte do torso em foco. Ao fundo, h¨¢ ¨¢rvores, folhagem e vegeta??o rasteira.
Puma concolor
Um animal silvestre, possivelmente uma esp¨¦cie de martim ou mam¨ªfero semelhante, est¨¢ sobre o solo da floresta. Ao fundo, h¨¢ ¨¢rvores e vegeta??o densa. Uma das ¨¢rvores possui uma faixa vermelha e um dispositivo, possivelmente uma c?mera ou equipamento de monitoramento, preso a ela.
Eira barbara
Fotografia em preto e branco de um animal, provavelmente um tamandu¨¢, caminhando sobre o solo. O animal tem uma cauda longa e est¨¢ em movimento. Ao fundo, h¨¢ uma ¨¢rvore com um dispositivo preso a ela, possivelmente uma c?mera ou sensor. O ambiente ao redor ¨¦ natural, com vegeta??o e terra.
Tamandua tetradactyla
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  • O monitoramento dos primatas foi implantado para avaliar o poss¨ªvel isolamento de indiv¨ªduos e/ou grupos, devido ao rompimento e ¨¤s obras de repara??o, a fim de propor eventuais medidas de mitiga??o necess¨¢rias. 
     
  • Entre junho de 2021 e dezembro de 2023, foram identificadas tr¨ºs esp¨¦cies de primatas na regi?o: o guig¨® ou sau¨¢ (Callicebus nigrifrons), o mico-estrela (Callithrix penicillata) e o macaco-prego (Sapajus nigritus). 
     
  • Um grupo de guig¨®s (Callicebus nigrifrons) foi identificado em situa??o vulner¨¢vel por estar residindo em um fragmento de apenas 3 hectares. Para reconectar este e outros fragmentos ¨¤ remanescentes de vegeta??o, foram implantadas passagens de fauna superiores garantindo o deslocamento e o tr?nsito seguro dos primatas. Essa a??o de mitiga??o contribui com informa??es ecol¨®gicas dessa e outras esp¨¦cies de mam¨ªferos que utilizam as passagens sendo uma estrat¨¦gia de conserva??o para a fauna arbor¨ªcola da regi?o de Brumadinho.

T¨ªtulo do carrossel

Uma ponte de corda feita de t¨¢buas de madeira e cordas se estende sobre uma vegeta??o densa e verde. Uma pessoa est¨¢ em p¨¦ na extremidade oposta da ponte. Ao fundo, h¨¢ mais vegeta??o e possivelmente colinas ou montanhas ao longe.
Callithrix penicillata
Um pequeno macaco sentado em um galho de ¨¢rvore, cercado por folhagem verde densa. O macaco parece olhar em dire??o ¨¤ c?mera, e sua cauda est¨¢ vis¨ªvel, pendurada no galho.
Dois macacos em uma ¨¢rvore cercada por folhagem densa. Eles est?o posicionados em galhos, com um dos macacos aparentemente estendendo a m?o em dire??o ao outro. O fundo ¨¦ composto por folhas verdes e galhos, indicando um ambiente de floresta ou selva.
Callicebus nigrifrons
Uma ponte de corda em uma ¨¢rea de floresta com dois macacos sobre ela. Um dos macacos est¨¢ pr¨®ximo ¨¤ parte inferior da ponte, enquanto o outro est¨¢ na parte superior. Ao fundo, h¨¢ folhagem verde densa e ¨¢rvores.
Callicebus nigrifrons
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  • Foram registradas 830 esp¨¦cies de plantas terrestres, sendo 378 lenhosas, 225 bri¨®fitas ep¨ªfitas, 34 ep¨ªfitas vasculares e 193 esp¨¦cies de herb¨¢ceas. Desse total, apenas 13 esp¨¦cies arb¨®reas est?o amea?adas de extin??o e a maioria ocorre nas tr¨ºs categorias de ¨¢reas de monitoramento. ??

  • At¨¦ o momento, os resultados n?o indicam que o rompimento impactou a riqueza de esp¨¦cies e composi??o flor¨ªstica das comunidades de plantas terrestres da bacia do Ferro-Carv?o.??

  • A riqueza de plantas terrestres nos s¨ªtios com bordas pr¨®ximas ao rejeito ¨¦ similar ¨¤ riqueza dos s¨ªtios de refer¨ºncia sem efeito do rejeito, e levemente inferior ¨¤ riqueza dos s¨ªtios das ¨¢reas em Unidades de Conserva??o.??

  • A alta representatividade das esp¨¦cies de samambaias dentre as ep¨ªfitas vasculares ¨¦ in¨¦dita para florestas estacionais semideciduais brasileiras. 

As atividades est?o sendo executadas em pleno acordo com a legisla??o e s?o acompanhadas por meio de reuni?es, visitas de campo e relat¨®rios por diversos ¨®rg?os p¨²blicos. Nenhuma a??o ¨¦ executada sem a autoriza??o das institui??es competentes abaixo.

?    Instituto Estadual de Florestas ¨C IEF
?    Minist¨¦rio P¨²blico de Minas Gerais ¨C MPMG
?    Instituto Mineiro de Gest?o de ?guas - IGAM
?    Funda??o Estadual de Meio Ambiente ¨C FEAM
?    Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustent¨¢vel - SEMAD
?    Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov¨¢veis ¨C IBAMA
?    Instituto Chico Mendes de Conserva??o da Biodiversidade ¨C ICMBio
 
Al¨¦m do time de especialistas trabalhando em campo, contamos com a orienta??o e acompanhamento de pesquisadores e professores das seguintes institui??es parceiras:

?    Universidade Federal de Minas Gerais ¨C UFMG
?    Universidade Federal de Vi?osa ¨C UFV
?    Universidade Federal de Ouro Preto ¨C UFOP
?    Universidade Estadual de Minas Gerais ¨C UEMG
?    Universidade Federal de Juiz de Fora ¨C UFJF
?    Universidade Federal do Tri?ngulo Mineiro ¨C UFTM

Monitoramento de Flora

  • Para avaliar se o rompimento modificou a estrutura da vegeta??o e a diversidade das esp¨¦cies, s?o feitas amostragens bot?nicas pr¨®ximo ¨¤ mancha de rejeito e em ¨¢reas distantes para fins de compara??o. S?o marcadas e amostradas parcelas bot?nicas  para acompanhamento dos par?metros fitossociol¨®gicos (ou seja, o estudo da comunidade de plantas, sua composi??o flor¨ªstica e estrutura da vegeta??o). Nessas parcelas, s?o monitorados indiv¨ªduos de esp¨¦cies pertencentes aos diversos estratos da floresta, tais como ¨¢rvores, arbustos, ervas, ep¨ªfitas e lianas.

    Esses locais s?o acompanhados ao longo do tempo para verificar se a proximidade com o rejeito ir¨¢ gerar algum impacto em longo prazo e, em caso positivo, quais as melhores medidas de mitiga??o. 
Um trabalhador usando capacete branco e luvas mede o di?metro de uma ¨¢rvore na floresta com uma fita m¨¦trica amarela.

Fot¨®grafo: Laura Sales

Resultados iniciais

? importante ressaltar que os resultados obtidos at¨¦ agora s?o decorrentes de tr¨ºs anos de estudo e refor?am a necessidade de acompanhamento de todas as atividades a longo prazo, conforme propostas no Programa de Monitoramento.
  • J¨¢ foram registradas 830 esp¨¦cies de plantas terrestres, sendo 378 lenhosas, 225 bri¨®fitas ep¨ªfitas, 34 ep¨ªfitas vasculares e 193 esp¨¦cies de herb¨¢ceas. Desse total, apenas 13 esp¨¦cies arb¨®reas est?o amea?adas de extin??o e a maioria ocorre nas tr¨ºs categorias de ¨¢reas de monitoramento;
     
  • At¨¦ o momento, os resultados n?o indicam que o rompimento impactou a riqueza de esp¨¦cies e composi??o flor¨ªstica das comunidades de plantas terrestres da bacia do Ferro-Carv?o;
     
  • Um dos resultados mais importantes ¨¦ a alta representatividade das esp¨¦cies de samambaias, representantes das ep¨ªfitas vasculares. Este fato ¨¦ in¨¦dito para florestas estacionais semideciduais brasileiras. 
Clique aqui e veja a lista de esp¨¦cies de plantas terrestres registradas ao longo desses 3 anos em toda ¨¢rea estudada.

T¨ªtulo do carrossel

Close de uma planta com cachos de pequenas bagas arredondadas e claras, cercadas por grandes folhas verdes. Ao fundo, h¨¢ mais folhagem verde.
Lenhosa - Clethra scabra
Close de uma m?o segurando uma planta com pequenas flores brancas e bot?es verdes. Ao fundo, h¨¢ folhagem densa em um ambiente de floresta ou selva.
Lenhosa - Cordia sellowiana
Pequeno tufo de musgo verde ou planta semelhante crescendo sobre uma superf¨ªcie de tecido escuro, possivelmente uma pe?a de roupa. Ao fundo, h¨¢ elementos desfocados que parecem ser objetos ou ambiente externo.
µþ°ù¾±¨®´Ú¾±³Ù²¹²õ
Close de um tronco de ¨¢rvore com musgo verde crescendo sobre a casca. O musgo ¨¦ denso e cobre uma parte significativa da superf¨ªcie, conferindo uma apar¨ºncia texturizada.
µþ°ù¾±¨®´Ú¾±³Ù²¹²õ em indiv¨ªduo arb¨®reo
Close de uma folha de samambaia com fol¨ªolos verdes e marrons. Os fol¨ªolos est?o dispostos alternadamente ao longo do caule central, com algumas partes secas e marrons, enquanto outras permanecem verdes.
±á±ð°ù²ú¨¢³¦±ð²¹ - Pteridium esculenntum subsp. arachnoideum
Close de um tronco de ¨¢rvore coberto por musgo, com pequenas samambaias crescendo sobre ele. Ao fundo, h¨¢ folhagem verde, indicando um ambiente de floresta ou selva.
Ep¨ªfita vascular - Pleopeltis hirsutissima
Close de folhas verdes com alguns furos e danos, cercadas por espinhos ou ac¨²leos pretos e pontiagudos. O fundo est¨¢ desfocado, destacando as folhas e os espinhos em primeiro plano.
Ep¨ªfita vascular - Microgramma squamulosa
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Resultados iniciais

It is important to note that the results obtained so far are the result of three years of study and they underscore the need to track all activities over the long term, as proposed in the Monitoring Program.
  • J¨¢ foram registradas 830 esp¨¦cies de plantas terrestres, sendo 378 lenhosas, 225 bri¨®fitas ep¨ªfitas, 34 ep¨ªfitas vasculares e 193 esp¨¦cies de herb¨¢ceas. Desse total, apenas 13 esp¨¦cies arb¨®reas est?o amea?adas de extin??o e a maioria ocorre nas tr¨ºs categorias de ¨¢reas de monitoramento;
     
  • At¨¦ o momento, os resultados n?o indicam que o rompimento impactou a riqueza de esp¨¦cies e composi??o flor¨ªstica das comunidades de plantas terrestres da bacia do Ferro-Carv?o;
     
  • Um dos resultados mais importantes ¨¦ a alta representatividade das esp¨¦cies de samambaias, representantes das ep¨ªfitas vasculares. Este fato ¨¦ in¨¦dito para florestas estacionais semideciduais brasileiras.

T¨ªtulo do carrossel

Close-up of a plant with clusters of small, round, light-colored berries surrounded by large green leaves. The background contains more green foliage.
Lenhosa - Clethra scabra
lose-up of a hand holding a plant with small white flowers and green buds. The background consists of dense foliage in a forest or jungle setting.
Lenhosa - Cordia sellowiana
A small clump of green moss or similar plant growing on a dark fabric surface, possibly clothing. The background includes some blurred elements that appear to be outdoor items or surroundings.
µþ°ù¾±¨®´Ú¾±³Ù²¹²õ
Close-up view of a tree trunk with green moss growing on the bark. The moss is dense and covers a significant portion of the surface, giving it a textured appearance.
µþ°ù¾±¨®´Ú¾±³Ù²¹²õ em indiv¨ªduo arb¨®reo
Close-up view of a fern leaf with green and brown fronds. The fronds are arranged in an alternating pattern along the central stem, with some parts appearing dry and brown while others remain green.
±á±ð°ù²ú¨¢³¦±ð²¹ - Pteridium esculenntum subsp. arachnoideum
Close-up of a tree trunk covered in moss with small fern plants growing out of it. The background is filled with green foliage, indicating a forest or jungle environment.
Ep¨ªfita vascular - Pleopeltis hirsutissima
Close-up view of green leaves with some holes and damage, surrounded by sharp, black spines or thorns. The background is blurred, highlighting the leaves and spines in the foreground.
Ep¨ªfita vascular - Microgramma squamulosa
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A repara??o at¨¦ agora

At¨¦ dezembro de 2023, 249 animais silvestres foram devolvidos ¨¤ natureza de forma cuidadosa e em conformidade com os procedimentos t¨¦cnicos e legais adequados;
Entre agosto de 2020 e Dezembro de 2023 (ap¨®s 3 anos de monitoramento), foram contabilizadas cerca de 830 esp¨¦cies de flora, 572 esp¨¦cies de invertebrados terrestres, 69 esp¨¦cies da herpetofauna, 193 esp¨¦cies de aves e 77 esp¨¦cies de mam¨ªferos.
Dessas esp¨¦cies, 38 est?o classificadas em alguma categoria de amea?a a n¨ªvel estatual, nacional e/ou internacional. Como exemplos, citamos o jacarand¨¢ (Dalbergia nigra), a serpente Tantilla boipiranga, o gavi?o-de-penacho (Spizaetus ornatos), a on?a-parda (Puma concolor) e o lobo-guar¨¢ (Chrysocyon brachyurus). 
Uma popula??o reprodutiva da andorinha-de-coleira (Pygochelidon melanoleuca), ave considerada criticamente amea?ada de extin??o no estado de Minas Gerais, foi encontrada na bacia do rio Paraopeba e est¨¢ sendo monitorada por equipe de bi¨®logos e auxiliares coordenados por professor da UFV. Ap¨®s tr¨ºs anos de monitoramento, este estudo j¨¢ ¨¦ o mais completo realizado com a esp¨¦cie em todo o mundo.
O monitoramento da biodiversidade tamb¨¦m confirmou a presen?a da esp¨¦cie rara de borboleta, a borboleta ribeirinha (Parides burchellanus), em Brumadinho, pr¨®ximo ¨¤ ¨¢rea afetada pelo rompimento. A esp¨¦cie vive em popula??es extremamente pequenas, em ¨¢reas de dossel fechado de mata ciliar ¨C ¨¤s margens de rios e ribeir?es ¨C e est¨¢ amea?ada de extin??o em raz?o da destrui??o desses espa?os. Mais de 100 indiv¨ªduos j¨¢ foram identificados e ao longo do tempo, espera-se uma recoloniza??o, por meio da dispers?o de indiv¨ªduos provenientes das ¨¢reas adjacentes em monitoramento, para as ¨¢reas recuperadas;
S?o monitoradas em torno de 19 esp¨¦cies da flora e 19 esp¨¦cies da fauna com alguma classifica??o de amea?a a n¨ªvel estatual, nacional e/ou internacional;
Mais de 200 profissionais, entre bi¨®logos, veterin¨¢rios, engenheiros ambientais e auxiliares de campo dedicados ao resgate dos animais, cuidado e prepara??o para a reintegra??o ¨¤ natureza.
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?Atualmente, s?o monitoradas em torno de 19 esp¨¦cies da flora e 19 esp¨¦cies da fauna com alguma classifica??o de amea?a a n¨ªvel estatual, nacional e/ou internacional. Conhe?a algumas descobertas.
Andorinha-de-coleira?
Uma popula??o reprodutiva de mais de cem indiv¨ªduos da andorinha-de-coleira (Pygochelidon melanoleuca), ave considerada criticamente amea?ada de extin??o no estado de Minas Gerais, foi encontrada na bacia do rio Paraopeba, entre os munic¨ªpios de Pomp¨¦u e Curvelo, e est¨¢ sendo monitorada por equipe de bi¨®logos e auxiliares coordenados por professor da Universidade Federal de Vi?osa (UFV). A esp¨¦cie constr¨®i seus ninhos em locais de dif¨ªcil acesso, no interior de fendas localizadas nos afloramentos rochosos ao longo das corredeiras de rios. Ap¨®s tr¨ºs anos de monitoramento, o estudo j¨¢ ¨¦ o mais completo realizado com a esp¨¦cie em todo o mundo. 
Dois pequenos p¨¢ssaros com plumagem preta e branca empoleirados sobre um peda?o de madeira. O fundo est¨¢ desfocado, destacando as aves como o foco principal da imagem.
Borboleta ribeirinha?
?O monitoramento da biodiversidade tamb¨¦m confirmou a presen?a da esp¨¦cie rara borboleta-ribeirinha (Parides burchellanus), em Brumadinho, pr¨®ximo ¨¤ ¨¢rea afetada pelo rompimento. Ela vive em popula??es extremamente pequenas, em ¨¢reas de dossel fechado de mata ciliar ¨C ¨¤s margens de rios e ribeir?es ¨C e est¨¢ amea?ada de extin??o em raz?o da destrui??o desses espa?os. Mais de 100 indiv¨ªduos j¨¢ foram identificados e, ao longo do tempo, espera-se uma recoloniza??o por meio da dispers?o de indiv¨ªduos provenientes das ¨¢reas adjacentes em monitoramento, para as ¨¢reas recuperadas.
Close de uma borboleta preta com manchas rosas nas asas, pousada sobre uma folha verde. O fundo est¨¢ desfocado, com elementos em tons de verde e claro.
Lontra
?A lontra (Lontra longicaudis) ¨¦ classificada com vulner¨¢vel no estado de Minas Gerais e, por ser dependente de corpos d¡¯¨¢gua e do ambiente terrestre adjacente associado, foi selecionada como indicadora para avaliar se o rompimento influenciou a probabilidade de sua ocupa??o e/ou o uso do habitat ao longo do rio Paraopeba. Foram obtidos 260 registros da esp¨¦cie sendo tr¨ºs visualiza??es e 257 registros indiretos (encontro de pegadas, tocas e fezes); resultado esperado visto que a lontra ¨¦ uma esp¨¦cie solit¨¢ria e de dif¨ªcil visualiza??o. At¨¦ o momento, n?o houve diferen?a na ocorr¨ºncia da esp¨¦cie nos diferentes s¨ªtios amostrados. 
Uma lontra em p¨¦ sobre um galho de ¨¢rvore. Ao fundo, h¨¢ folhagem verde e outros galhos.

Os animais silvestres ¨C como aves, cobras, c¨¢gados, gamb¨¢s, entre outros ¨C encontrados nas ¨¢reas das obras emergenciais s?o capturados e avaliados clinicamente. As a??es de resgate e salvamento s?o realizadas respeitando todos os protocolos e medidas de captura e conten??o, de acordo com o grupo de fauna ao qual ele pertence (herpetofauna, ornitofauna ou mastofauna). ????

Todos os procedimentos tem como objetivo garantir o bem-estar e a seguran?a do animal, buscando sempre a melhor destina??o para cada indiv¨ªduo. Se eles apresentam boas condi??es, s?o soltos imediatamente no seu habitat natural. Caso necessitem de tratamento veterin¨¢rio que exija algum per¨ªodo de interna??o, s?o encaminhados para instala??es da ÀÖ²¥´«Ã½, onde s?o abrigados em recintos ambientados que respeitam as especificidades da sua biologia e ecologia.????

Esses animais contam com o acompanhamento de especialistas que realizam diversos procedimentos como: exames laboratoriais, alimenta??o balanceada e uso de enriquecimento ambiental para auxiliar na recupera??o f¨ªsica e comportamental. Todas essas a??es tem como objetivo a manuten??o ou desenvolvimento de capacidades e habilidades de sobreviv¨ºncia em ambiente natural, antes da reintrodu??o dos animais na natureza. Caso seja necess¨¢rio, podem ser realizados testes e treinamentos espec¨ªficos para o(s) indiv¨ªduo(s) durante o processo de reabilita??o.??

Os animais que n?o possuem capacidade de reabilita??o ou soltura s?o encaminhados para uma institui??o que seja capaz de manter o seu bem-estar f¨ªsico e psicol¨®gico durante toda a sua vida em cativeiro, como criadouro, mantenedouro ou jardim zool¨®gico. Todas essas a??es est?o em conformidade com as normas ambientais vigentes e s?o autorizadas pelo ¨®rg?o ambiental.??

At¨¦ fevereiro de 2024, mais de 260 animais passaram por algum processo de reabilita??o f¨ªsica e/ou comportamental. Apesar de apenas 20 animais reabilitados terem liga??o direta com o rompimento, a ÀÖ²¥´«Ã½ tamb¨¦m reabilitou animais oriundos de Centros de Triagens de Animais Silvestres e das a??es de resgate e salvamento das obras emergenciais. Mais de 250 animais foram devolvidos ¨¤ natureza de forma segura e capacitados ¨¤ sobreviv¨ºncia em ambiente natural e 13 animais foram destinados a um mantenedor de fauna.?

Monitoramento da Flora

Para avaliar se houve impacto ¨¤ vegeta??o para al¨¦m da ¨¢rea diretamente atingida pelo rejeito, s?o feitos estudos de flora bot?nicos que monitoram, entre outras coisas, as poss¨ªveis modifica??es na estrutura da vegeta??o e na diversidade de esp¨¦cies.
 

?Nessas parcelas, s?o monitorados indiv¨ªduos de esp¨¦cies pertencentes aos diversos estratos da floresta, tais como ¨¢rvores, arbustos, ervas, ep¨ªfitas e lianas. Esses indiv¨ªduos s?o marcados em campo, tem amostras coletadas para identifica??o bot?nica e com isso ¨¦ preparado um banco de dados para as an¨¢lises flor¨ªsticas e fitossociol¨®gicas.

Recupera??o de esp¨¦cies vegetais 

A vegeta??o impactada est¨¢ recebendo uma contribui??o tecnol¨®gica para sua recupera??o. Uma parceria entre a ÀÖ²¥´«Ã½ e os pesquisadores da Universidade Federal de Vi?osa (UFV), aplica uma t¨¦cnica capaz de resgatar o DNA e criar c¨®pias das plantas da regi?o, que j¨¢ vem sendo aplicada para a restaura??o florestal da ¨¢rea. 

?rvores que em condi??es normais poderiam levar mais de oito anos para florescer, podem iniciar esse processo entre seis e doze meses, o que vem contribuindo para acelerar a recupera??o das ¨¢reas impactadas e antecipar o retorno da biodiversidade da regi?o. O projeto inicial contou com a coleta de materiais gen¨¦ticos de cinco esp¨¦cies pr¨¦-selecionadas, incluindo esp¨¦cies amea?adas de extin??o e protegidas por lei. 

A segunda etapa do trabalho abrange esse n¨²mero para mais trinta esp¨¦cies, considerando a mesma premissa de prote??o das esp¨¦cies de grande interesse, aqui citamos o Faveiro de Wilson (Dimorphandra wilsonii Rizzini), considerado uma esp¨¦cie criticamente amea?ada de extin??o e end¨ºmica do Estado de Minas Gerais. Parte das mudas produzidas a partir do material resgatado j¨¢ est?o sendo reintroduzidos nas ¨¢reas de plantio florestal em Brumadinho, desde 2021.

A imagem mostra duas pessoas segurando uma grande hortali?a de folhas verdes, possivelmente alface ou planta semelhante, em um ambiente externo com ¨¢rvores e vegeta??o ao fundo. Os rostos das pessoas est?o desfocados para preservar a privacidade. Uma delas veste uma camisa escura com texto branco, e a outra, uma camisa azul. N?o h¨¢ elementos textuais ou matem¨¢ticos vis¨ªveis na imagem.

Fot¨®grafo: Fernando Madeira

Revegeta??o ¨C Projeto Marco Zero 

Em dezembro de 2020, a ÀÖ²¥´«Ã½ finalizou a primeira etapa do projeto Marco Zero, que envolveu trabalhos de restaura??o florestal como: coleta de sementes, produ??o de mudas, aclimata??o e plantio nas ¨¢reas a serem recuperadas na foz do ribeir?o Ferro-Carv?o. Outras t¨¦cnicas de restaura??o ecol¨®gica utilizadas foram a nuclea??o (que forma microhabitats prop¨ªcios para atrair esp¨¦cies e acelerar o processo de sucess?o e diversidade local), por meio da instala??o de poleiros artificiais e a transposi??o de solo; que tamb¨¦m contribuir?o para o processo de recupera??o no m¨¦dio prazo. Ao final dos trabalhos de recupera??o, a ¨¢rea do Marco Zero contar¨¢ com cerca de 4.000 mudas de esp¨¦cies arb¨®reas nativas da regi?o. 

Para isso, seguimos empenhados na execu??o de a??es de monitoramento da biodiversidade local, como ¨¢gua, solo e animais, al¨¦m da realiza??o de atividades voltadas para a revegeta??o das ¨¢reas impactadas.

Temos tamb¨¦m o compromisso de garantir ¨¢gua de qualidade para as popula??es que dependiam da capta??o no rio Paraopeba.
Uma pessoa, paramentada com chap¨¦u, m¨¢scara, colete e luvas, segura em uma m?o um pote de vidro com ¨¢gua coletada de um rio e, com a outra m?o, tira uma foto do recipiente. Uma pessoa, paramentada com chap¨¦u, m¨¢scara, colete e luvas, segura em uma m?o um pote de vidro com ¨¢gua coletada de um rio e, com a outra m?o, tira uma foto do recipiente. Fot¨®grafo: Arquivo ÀÖ²¥´«Ã½
Onda

Conhe?a nossas frentes de atua??o:

Em um galho de ¨¢rvore h¨¢ cinco papagaios. Atr¨¢s deles, ¨¦ poss¨ªvel ver uma grade.

Monitoramento da biodiversidade

Em uma ¨¢rea de vegeta??o, um homem de bon¨¦, m¨¢scara facial, colete e luvas, segura um peixe.

Biodiversidade aqu¨¢tica

Em uma ¨¢rea de vegeta??o, duas mulheres est?o frente a frente conversando, uma delas segura uma prancheta nas m?os e a outra mexe em uma ¨¢rvore.

Biodiversidade terrestre

Flor cor de rosa com fundo verde desfocado.

Monitoramento Bot?nico

Empregada ÀÖ²¥´«Ã½, usando m¨¢scara de prote??o, est¨¢ em meio a uma planta??o. Ela est¨¢ com as m?os sob uma planta, olhando atentamente.

Recupera??o de esp¨¦cies vegetais

Deslize a tela para ver mais
Uma senhora usa uma mangueira para regar uma horta. Em volta dela, h¨¢ diversas ¨¢rvores. Uma senhora usa uma mangueira para regar uma horta. Em volta dela, h¨¢ diversas ¨¢rvores.

Fot¨®grafo: Ricardo Teles

Abastecimento de ¨¢gua

Ap¨®s o rompimento da Barragem B1, em Brumadinho, o uso da ¨¢gua do rio Paraopeba foi interrompido e a ÀÖ²¥´«Ã½ assumiu o compromisso, junto aos ¨®rg?os p¨²blicos competentes, de garantir o abastecimento de ¨¢gua de todos os mun¨ªcipios impactados.

Para isso, realizamos a??es corretivas (voltadas para consumo animal, irriga??o agr¨ªcola e consumo humano) e preventivas (para garantir a seguran?a h¨ªdrica e as adequa??es no abastecimento p¨²blico).

At¨¦ agora, a ÀÖ²¥´«Ã½ disponibilizou uma vaz?o de:

204.060.040

L/dia para abastecimento p¨²blico

Volume de ¨¢gua mineral fornecido ¨¤s comunidades

19.306.838

milh?es de litros

Volume de ¨¢gua disponibilizado por po?os perfurados

2.384.773.800

de litros

Em um total de:

3.586.476.649

litros
Dois canos dispensam grande quantidade de ¨¢gua em um espa?o revestido de lona preta.

Fot¨®grafo: Arquivo ÀÖ²¥´«Ã½

Conhe?a as a??es que est?o sendo realizadas

A a??o busca garantir ¨¢gua de qualidade para a popula??o que vive nas localidades entre Brumadinho e o reservat¨®rio da Tr¨ºs Marias.
Dentre as iniciativas de a??es preventivas, est¨¢ a instala??o de uma barreira de conten??o que circunda a capta??o de Bela Fama, em Nova Lima. A barreira tem cerca de 3 metros de altura e 300 metros de extens?o e suas obras foram conclu¨ªdas em dezembro de 2019.
Estamos desenvolvendo projetos para garantir o atendimento ¨¤ demanda h¨ªdrica de RMBH correspondente a 15.000 l/s.
Tamb¨¦m faz parte do Termo de Compromisso a elabora??o do projeto de adutora de ¨¢gua tratada com aproximadamente 30 km de extens?o. Ela ligar¨¢ dois reservat¨®rios (R10-R13), aumentando a transfer¨ºncia entre os sistemas de ¨¢gua do Paraopeba e do rio das Velhas.
Tamb¨¦m estamos desenvolvendo estudos e projetos para implanta??o de nova capta??o de ¨¢gua no rio das Velhas, na regi?o de Ponte de Arame.
O escopo tamb¨¦m inclui a capta??o de ¨¢gua no Ribeir?o da Prata, que contempla a capta??o a fio d¡¯¨¢gua e uma adutora de 9 km de extens?o at¨¦ a ETA Bela Fama.

Quer mais informa??es sobre o calend¨¢rio de abastecimento p¨²blico via caminh?es-pipa?
Para saber mais sobre a solicita??o de fornecimento de ¨¢gua pot¨¢vel via caminh?es pipa, ligue para a Central de Atendimento: 0800 031 0831.

Os dados obtidos pelos trabalhos de monitoramento s?o periodicamente entregues aos ¨®rg?os fiscalizadores e ao Minist¨¦rio P¨²blico de Minas Gerais.

Para conhecer os resultados t¨¦cnicos oficiais, conhe?a nossa ¨¢rea de transpar¨ºncia
Um monitor mostra uma imagem de sat¨¦lite e uma pessoa observa.

Fot¨®grafo: xxxxx

As atividades est?o sendo executadas em pleno acordo com a legisla??o e s?o acompanhadas por meio de reuni?es, visitas de campo e relat¨®rios por diversos ¨®rg?os p¨²blicos. Nenhuma a??o ¨¦ executada sem a autoriza??o das institui??es competentes.
Imagem de um rio com ¨¢guas escuras. Ao lado, h¨¢ uma densa vegeta??o. Imagem de um rio com ¨¢guas escuras. Ao lado, h¨¢ uma densa vegeta??o.

Fot¨®grafo: Ricardo Teles

Qualidade da ¨¢gua do rio Paraopeba

A recupera??o do rio Paraopeba ¨¦ um dos principais compromissos do nosso trabalho de repara??o ambiental.

Desde o rompimento da Barragem B1, em Brumadinho, al¨¦m do acompanhamento mensal realizado pelo Instituto Mineiro de Gest?o das ?guas (Igam), realizamos o monitoramento da qualidade das ¨¢guas do rio Paraopeba e de seus afluentes. Os dados obtidos pelos trabalhos de monitoramento s?o periodicamente entregues aos ¨®rg?os fiscalizadores e ao Minist¨¦rio P¨²blico de Minas Gerais.

Quais os resultados obtidos at¨¦ hoje?

  • Desde maio de 2019, o Rio Paraopeba n?o recebe carreamento de rejeitos;
     
  • Os rejeitos n?o atingiram o rio S?o Francisco. Os impactos na qualidade da ¨¢gua foram identificados at¨¦ o limite com a Usina Hidrel¨¦trica de Retiro Baixo, em Pomp¨¦u (MG);
     
  • N?o foram detectados impactos nas ¨¢guas do reservat¨®rio da Usina Hidrel¨¦trica de Tr¨ºs Marias, conforme demonstrado nos estudos dos ¨®rg?os ambientais;
     
  • Os n¨ªveis de Turbidez e dos metais totais, Mangan¨ºs, Ferro e Alum¨ªnio, est?o reduzindo progressivamente durante o per¨ªodo seco, e testes estat¨ªsticos de tend¨ºncia comprovam essa melhora da qualidade das ¨¢guas das regi?es mais impactadas.
Um homem, de chap¨¦u, m¨¢scara, ¨®culos protetor, luvas e colete, est¨¢ dentro de um barco com diversos gal?es e uma maleta com equipamentos. Um homem, de chap¨¦u, m¨¢scara, ¨®culos protetor, luvas e colete, est¨¢ dentro de um barco com diversos gal?es e uma maleta com equipamentos. Fot¨®grafo: Arquivo ÀÖ²¥´«Ã½
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