

Nossa gest?o em biodiversidade
Nossa gest?o em biodiversidade
Por meio de parcerias e engajamento, queremos que as nossas a??es enderecem n?o apenas a gest?o dos impactos negativos, como tamb¨¦m gerem resultados positivos nas atividades da empresa e para al¨¦m das nossas fronteiras, de modo a contribuir com um futuro positivo para a natureza no contexto global.
Por se tratar de um tema transversal, natureza e biodiversidade s?o regidas por nossa Pol¨ªtica de Sustentabilidade , com o prop¨®sito de prevenir e minimizar riscos e impactos negativos e potencializar impactos positivos, gerando valor social, ambiental e econ?mico para al¨¦m das atividades da Companhia. Como direcionador da Pol¨ªtica, destaca-se a busca por resultados positivos para a natureza a partir do investimento em restaura??o, conserva??o e pesquisa, integrando biodiversidade, clima, ¨¢gua e pessoas. Essa pol¨ªtica se aplica ¨¤ ÀÖ²¥´«Ã½ S.A. e suas controladas, durante todo o ciclo de vida de seus empreendimentos e em todos os seus territ¨®rios de atua??o. Ela tamb¨¦m orienta nossos fornecedores sobre as diretrizes inegoci¨¢veis da ÀÖ²¥´«Ã½ para uma opera??o respons¨¢vel. Importante destacar que a pol¨ªtica est¨¢ alinhada ¨¤s metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustent¨¢vel e do Marco Global de Biodiversidade de Kunming-Montreal (destacando-se as metas 1, 2, 3, 4, 11, 15, 20 e 21).
A governan?a de biodiversidade est¨¢ integrada ¨¤ estrutura da ÀÖ²¥´«Ã½, incluindo o Comit¨º de Sustentabilidade que ¨¦ estatut¨¢rio e apoia o Conselho de Administra??o, entre outros instrumentos e macroprocessos. O Comit¨º Executivo de Sustentabilidade tem como atribui??es elaborar e submeter ao Conselho de Administra??o as diretrizes e o plano estrat¨¦gico, levando em conta as quest?es socioambientais, e implementar o plano aprovado. Em 2021, o Conselho de Administra??o decidiu instituir a Vice-Presid¨ºncia Executiva exclusiva de Sustentabilidade, que ¨¦ respons¨¢vel pela implementa??o das pol¨ªticas e diretrizes gerais relacionadas a biodiversidade estabelecidas pelo Conselho, assim como pela identifica??o, abordagem e gest?o de impactos, depend¨ºncias, riscos e oportunidades relacionadas a natureza, assim como de quest?es cr¨ªticas que resultem em riscos ou impactos nos neg¨®cios, bem como pela avalia??o de propostas de investimentos em sustentabilidade. Uma das pol¨ªticas que a Vice-Presid¨ºncia Executiva de Sustentabilidade deve implementar ¨¦ a Pol¨ªtica de Sustentabilidade (leia mais em Governan?a ).
A natureza e a biodiversidade est?o integradas em nossos planos estrat¨¦gicos de sustentabilidade e disseminadas por toda a empresa, alinhados ¨¤ nossa Pol¨ªtica de Sustentabilidade e ¨¤ Norma Interna de Biodiversidade Corporativa. Nossas diretrizes e planos estrat¨¦gicos s?o aprovados pelo Conselho de Administra??o, e sua implementa??o ¨¦ monitorada em todas as ¨¢reas da empresa por meio de relat¨®rios dos vice-presidentes executivos e da supervis?o dos Comit¨ºs Consultivos. Os riscos de biodiversidade est?o inclu¨ªdos no mapa de riscos integrados e na gest?o de riscos da empresa, e o Projeto Piloto TNFD informou a revis?o do processo de gest?o de riscos de biodiversidade a partir de uma avalia??o integrada realizada por uma equipe multidisciplinar. Esse processo foi aprovado e ¨¦ monitorado pelo Comit¨º Executivo de Riscos de Sustentabilidade.

Nota explicativa
Hierarquia de mitiga??o ¨¦ uma abordagem sequencial de medidas para gest?o da biodiversidade no planejamento e implanta??o de atividades produtivas - consiste nas fases de: evitar, mitigar/minimizar, recuperar e compensar.
Sustentabilidade dentro da Diretoria Executiva de Clima, Natureza e Investimentos Culturais.
A gest?o da biodiversidade est¨¢ incorporada aos requisitos espec¨ªficos no Modelo de Gest?o ÀÖ²¥´«Ã½ (VPS ¡ª ÀÖ²¥´«Ã½ Production System), embasados no padr?o normativo interno que traz Diretrizes e Processos para a Gest?o da Biodiversidade. Esse documento foi publicado em 2020 (revisado em 2023) e se aplica a todos os projetos e opera??es, abrangendo as etapas de planejamento, implanta??o, opera??o e fechamento. As diretrizes e processos t¨ºm como base a hierarquia de mitiga??o de impactos, est?o focadas na gest?o de impactos e riscos de biodiversidade e apoiam o atingimento dos nossos compromissos.
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Metas e compromissos
Entre os compromissos da nossa agenda 2030, temos metas relacionadas ¨¤ redu??o de press?es sobre a natureza e a biodiversidade (como a redu??o das nossas emiss?es e redu??o da capta??o de ¨¢gua nova) e a Meta Florestal, que vai para al¨¦m das nossas fronteiras buscando parcerias para deixar um resultado positivo para a natureza na escala da paisagem.
A ÀÖ²¥´«Ã½ mant¨¦m tr¨ºs compromissos centrais no tema:
- Recuperar e proteger 500 mil hectares at¨¦ 2030, para al¨¦m das nossas fronteiras (Meta Florestal);
- N?o operar em S¨ªtios do Patrim?nio Natural Mundial da UNESCO;
- Prevenir e neutralizar impactos significativos em novos projetos e expans?es localizados em ¨¢reas de alto valor para a biodiversidade, buscando nenhuma perda l¨ªquida (No Net Loss).
Todos esses compromissos est?o alinhados ¨¤ Declara??o de Posicionamento de Natureza do ICMM, ao Kunming-Montreal Global Biodiversity Framework e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustent¨¢vel (ODS) da ONU.
Meta Florestal
A Meta Florestal faz parte do compromisso da ÀÖ²¥´«Ã½ de alavancar a agenda de prote??o e recupera??o por meio de parcerias, al¨¦m de fazer parte da estrat¨¦gia de clima da ÀÖ²¥´«Ã½ para atingir a Meta de ser NetZero at¨¦ 2050.
A Meta Florestal ¨¦ composta de dois objetivos: recuperar 100 mil hectares e proteger 400 mil hectares. Esse ¨¦ um compromisso volunt¨¢rio, que vai al¨¦m das nossas obriga??es legais, visando contribuir com resultados para um futuro positivo para a natureza. Essa meta foi definida a partir de um baseline de 2019, que indica que mais de 80% de nossas ¨¢reas impactadas estavam associadas aos biomas da Mata Atl?ntica e Amaz?nia, assim como nossa capacidade de atuar na conserva??o e restaura??o. Em 2019, nosso baseline era de aproximadamente 850 hectares de ¨¢reas protegidas pela ÀÖ²¥´«Ã½ (¨¢reas pr¨®prias e em parcerias). Importante destacar que essa meta est¨¢ alinhada aos objetivos do Marco Global de Biodiversidade de Kunming-Montreal, com destaque para as Metas 2, 3 e 10. A estrat¨¦gia para atingimento dessa meta foi baseada no estabelecimento de parcerias, inspirada pela atua??o da Reserva Natural ÀÖ²¥´«Ã½ (RNV) e do , com foco em desenvolver capacidades e neg¨®cios focados nessa agenda, ampliando assim os resultados para al¨¦m desse compromisso.
A RNV ¨¦ uma ¨¢rea protegida de propriedade da ÀÖ²¥´«Ã½, localizada no estado do Esp¨ªrito Santo, no Brasil, que representa um dos maiores remanescentes de Mata Atl?ntica, totalizando 23 mil hectares e mais de 40 anos de experi¨ºncia em conserva??o, pesquisa e parcerias. O Fundo ÀÖ²¥´«Ã½ ¨¦ um fundo de fomento e investimento criado pela empresa em 2009 para gerar impacto socioambiental positivo.
Para proteger 400 mil hectares, estamos trabalhando com um modelo similar adotado na Amaz?nia e na Mata Atl?ntica h¨¢ quase 40 anos, usando a expertise da RNV e estabelecendo parcerias com ¨¢reas protegidas para apoiar a??es de conserva??o. Em 2022, come?amos a estudar alternativas de prote??o, como os projetos de REDD+ (i), buscando maior integra??o aos compromissos de clima. At¨¦ o fim de 2025, 45% da meta foi alcan?ada, sendo 25.364 hectares recuperados e 200.093 protegidos. Essas ¨¢reas ajudam a manter um importante estoque de carbono, apoiando a agenda de mitiga??o e adapta??o ¨¤s mudan?as clim¨¢ticas, favorecendo a regula??o clim¨¢tica. Al¨¦m disso, protegem nascentes e cursos de ¨¢gua que s?o essenciais para manter a seguran?a h¨ªdrica nas regi?es em que est?o localizadas. As a??es da meta suportam a gest?o e a conserva??o efetiva dessas ¨¢reas, engajando as comunidades locais no entorno.
J¨¢ atingimos um marco importante: 50% do nosso objetivo de prote??o da Meta Florestal ¡ª 200.000 hectares protegidos ara al¨¦m das nossas fronteiras.
Para recuperar 100 mil hectares, o Fundo ÀÖ²¥´«Ã½ construiu uma rede de parceiros e arranjos de neg¨®cios de impacto socioambiental positivo que, por meio de sistemas de manejo sustent¨¢veis, que melhoram a permeabilidade da paisagem, sequestram carbono e geram emprego e renda para a comunidade. Como resultado, at¨¦ dezembro de 2025, os neg¨®cios apoiados implementaram modelos sustent¨¢veis que recuperaram 25.364 hectares de ¨¢reas degradadas.
Conhe?a a .
Nota explicativa
REDD+ (sigla em ingl¨ºs para Redu??o de Emiss?es provenientes de Desmatamento e Degrada??o Florestal) ¨¦ um incentivo desenvolvido no ?mbito da Conven??o-Quadro das Na??es Unidas sobre Mudan?a do Clima (UNFCCC, na sigla em ingl¨ºs) para recompensar financeiramente pa¨ªses em desenvolvimento pelos seus resultados de redu??o dos gases de efeito estufa provenientes do desmatamento e da degrada??o florestal.
Avan?o da Meta Florestal at¨¦ 2025
Somando as a??es de prote??o e recupera??o, em 2025 atingimos 225.457 hectares protegidos e recuperados desde 2020, atingindo cerca de 45% do compromisso assumido em cinco anos de atividades.

Abrang¨ºncia das a??es da Meta Florestal - Distribui??o geogr¨¢fica 500 mil hectares

Compromisso de nenhuma perda l¨ªquida (No Net Loss)
Esse compromisso est¨¢ alinhado as metas do Marco Global de Biodiversidade de Kunming-Montreal, destacando-se aqui a Meta 15 que trata da gest?o, redu??o e reporte de impactos e riscos de biodiversidade.
Nossa estrat¨¦gia envolve a an¨¢lise de riscos de biodiversidade e prioriza??o de atributos trazendo a Hierarquia de Mitiga??o de Impactos (HMI) como base para a constru??o de Planos de A??o e Planos de Gest?o, assim como para a melhoria daqueles j¨¢ implantados. A constru??o desses planos envolve especialistas e partes interessadas internas e externas, al¨¦m de estimular a produ??o de conhecimento cient¨ªfico para apoiar decis?es e metas espec¨ªficas de cada projeto ou opera??o.
O Projeto Piloto do Plano de Gest?o da Mina do S11D, em Caraj¨¢s permitiu o aprofundamento e adapta??o dos padr?es de desempenho internacionais da IFC (sigla em ingl¨ºs de Corpora??o Financeira Internacional, institui??o membro do Banco Mundial) para a nossa realidade. Em 2020, publicamos nosso padr?o normativo interno com as diretrizes e processos para gest?o da biodiversidade, revisado em 2023. Esse normativo inclui todos os est¨¢gios da hierarquia de mitiga??o de impactos, com a??es de compensa??o por meio da recupera??o e conserva??o de ¨¢reas como base para neutralizar a perda de habitats (sem desmatamento l¨ªquido) e esp¨¦cies.
Resumo dos processos previstos no padr?o normativo


Case de implementa??o do normativo
A partir das a??es de restaura??o, foi poss¨ªvel conectar florestas antes separadas por ¨¢reas degradadas. Plantamos quase um milh?o de mudas, restaurando a floresta ao longo de mais de cinco mil hectares. O monitoramento dessas ¨¢reas vem detectando a presen?a de felinos como a on?a pintada (Panthera onca) e a jaguatirica (Leopardus pardalis), animais topo da cadeia alimentar, o que indica o avan?o no restabelecimento da biodiversidade nessas ¨¢reas.

Um estudo desenvolvido pelo ITV concluiu que esses esfor?os de restaura??o florestal reverteram efetivamente a trajet¨®ria de degrada??o ambiental predominante na paisagem e proporcionaram ganhos consider¨¢veis de biodiversidade para a regi?o. Veja mais .
O plano de compensa??es enfocou a conserva??o de cavidades e dos campos rupestres ferruginosos. Com aten??o ¨¤s serras do Tarzan e da Bocaina, apoiamos o ICMBio no estabelecimento e na prote??o do Parque Nacional dos Campos Ferruginosos de Caraj¨¢s.



Compromisso de n?o operar em S¨ªtios do Patrim?nio Natural da Unesco
Ajudamos a proteger parte de um importante s¨ªtio ¨C , com a conserva??o da Reserva Natural ÀÖ²¥´«Ã½ (RNV) e da Reserva Biol¨®gica (REBio) de Sooretama.
A RNV ¨¦ uma propriedade ÀÖ²¥´«Ã½ localizada no Esp¨ªrito Santo, com 23 mil hectares de Mata Atl?ntica destinados voluntariamente ¨¤ conserva??o e pesquisa. A REBio de Sooretama ¨¦ uma ¨¢rea protegida federal cont¨ªgua ¨¤ RNV com a qual temos uma parceria para apoiar a??es de conserva??o. Juntas, formam o maior bloco de remanescentes da Mata Atl?ntica do Estado, com cerca de 50 mil hectares, onde esp¨¦cies amea?adas e end¨ºmicas vivem protegidas.
Alinhamento ¨¤s agendas globais e nacionais

Como membro do CEBDS, a ÀÖ²¥´«Ã½ se comprometeu com o , deixando clara a import?ncia da biodiversidade e servi?os ecossist¨ºmicos para nosso neg¨®cio e demonstrando nossos avan?os na conserva??o e uso sustent¨¢vel dos mesmos.
Como membro da desde 2024, a ÀÖ²¥´«Ã½ se une a empresas e institui??es financeiras l¨ªderes em busca de m¨¦todos para mensurar a biodiversidade e acelerar a conserva??o global atrav¨¦s de a??es concretas e solu??es transformadoras. Em 2025, a ÀÖ²¥´«Ã½ participou na Coaliz?o Life de Neg¨®cios e Biodiversidade com implementa??o da metodologia Life para avalia??o do desempenho em biodiversidade em sites da empresa.
Nossas depend¨ºncias e impactos
Buscamos os melhores m¨¦todos, tecnologias e a??es que permitam a menor interfer¨ºncia poss¨ªvel nos recursos naturais. Ainda assim, as opera??es t¨ºm impactos diretos e indiretos na biodiversidade.
Para mapear e avaliar esses impactos, s?o elaborados diagn¨®sticos espec¨ªficos que compreendem desde o planejamento da entrada em novos territ¨®rios at¨¦ a concep??o final dos projetos, visando avaliar poss¨ªveis interfer¨ºncias em ¨¢reas de patrim?nio natural, ¨¢reas protegidas, assim como h¨¢bitats e esp¨¦cies sens¨ªveis. Todas as expans?es de opera??es e novos projetos s?o precedidos de estudos de impactos ambientais, de acordo com as normas e regulamenta??es de cada pa¨ªs e regi?o em que se inserem. Esses impactos s?o reportados anualmente pelas ¨¢reas de meio ambiente operacionais para a ¨¢rea corporativa. A partir desses reportes, s?o avaliados os impactos mais materiais, de acordo com a frequ¨ºncia de reporte e avalia??o dos mesmos.
A implementa??o da abordagem LEAP do TNFD confirmou os resultados relacionados aos impactos mais materiais j¨¢ acompanhados nos reportes anuais. Para avalia??o da materialidade dos impactos para cada processo produtivo (minera??o, ferrovia, porto) foi utilizado o ENCORE. Os drivers de impacto foram mensurados a partir de dados relacionados a emiss?es, uso da ¨¢gua, poluentes, res¨ªduos e biodiversidade reportados anualmente pelas opera??es e dispon¨ªveis em n¨ªvel corporativo no Databook ESG ÀÖ²¥´«Ã½ 2023. Foram usados os dados dispon¨ªveis para o per¨ªodo de 2018 a 2022. Nossos impactos mais materiais s?o relacionados ao uso de ¨¢gua e altera??es nos ecossistemas naturais.
Embasados pela hierarquia de mitiga??o de impactos, implementamos medidas de preven??o, controle, mitiga??o, recupera??o e compensa??o, com o objetivo de reduzir e neutralizar nossos impactos e incorporar a conserva??o da biodiversidade e dos servi?os ecossist¨ºmicos ¨¤s atividades da empresa. Nossas a??es respeitam as obriga??es legais, mas buscamos, sempre que poss¨ªvel, implementar a??es adicionais voltadas para a restaura??o e conserva??o e com foco na paisagem.

A partir de uma avalia??o da localiza??o das nossas opera??es e dos resultados de reporte anual de indicadores, nossos principais impactos envolvem altera??es em ecossistemas, principalmente a partir da altera??o no uso do solo e na cobertura vegetal, resultando na perda localizada da flora e na redu??o ou altera??o dos h¨¢bitats da fauna. Em 2025, a ¨¢rea total afetada pelas opera??es da ÀÖ²¥´«Ã½ totalizou 109.196 hectares (nosso footprint). Esse n¨²mero inclui as ¨¢reas j¨¢ alteradas para implanta??o de nossas opera??es, bem como aquelas que j¨¢ receberam autoriza??o formal dos ¨®rg?os reguladores ambientais para a implementa??o/opera??o. Grande parte dessa ¨¢rea est¨¢ localizada no Brasil, interferindo nos biomas Amaz?nia e Mata Atl?ntica.
Sempre consideramos em nosso planejamento e estrat¨¦gia a depend¨ºncia dos nossos neg¨®cios em rela??o a provis?o de ¨¢gua. Em 2024, a partir da implementa??o da abordagem LEAP do TNFD, mapeamos as depend¨ºncias materiais em nossos diferentes processos (minera??o, ferrovia e portos). Mapeamos uma grande depend¨ºncia dos ativos atrelada a provisionamento de ¨¢gua (subterr?nea e superficial), e tamb¨¦m a regula??o clim¨¢tica, estabiliza??o de massa e controle de eros?o. Nos processos de minera??o as depend¨ºncias de maior materialidade s?o a provis?o de ¨¢gua (¨¢gua subterr?nea e superficial), manuten??o do fluxo de ¨¢gua e regula??o clim¨¢tica. Para as ferrovias, as depend¨ºncias de maior materialidade s?o estabiliza??o de massa e controle de eros?o e para os portos, a provis?o de ¨¢gua (¨¢gua subterr?nea e superficial) (ver riscos associados aos impactos e depend¨ºncias em Gest?o de Riscos da Biodiversidade).
?reas de Alto Valor para a Biodiversidade
| Extens?o de altera??o no uso do solo em ¨¢reas de alto valor para a biodiversidade (GRI 304-1/2024) | Hectares |
|---|---|
?rea total impactada (¨¢rea superficial e subterr?nea)?
|
100.268
|
?rea total impactada em Wilderness?
|
61.563
|
?rea total impactada em Hotspots?
|
30.332
|
?reas impactadas em ¨¢reas protegidas?
|
35.370
|
?reas impactadas adjacentes a ¨¢reas protegidas?
|
39.406
|
?reas impactadas em ¨¢reas priorit¨¢rias para conserva??o fora de ¨¢reas protegidas
|
26.551
|
?reas impactadas adjacentes a ¨¢reas priorit¨¢rias para conserva??o fora de ¨¢reas protegidas?
|
23.576
|
Em rela??o a outras classes de ¨¢reas de alta import?ncia para a biodiversidade, nossas opera??es apresentam interfer¨ºncias ou s?o adjacentes a algumas ?reas-chave para a Biodiversidade (KBA ¨C Key Biodiversity Areas , em ingl¨ºs) e a S¨ªtios Ramsar (locais de import?ncia ecol¨®gica definidos na?Conven??o sobre as Zonas ?midas de Import?ncia Internacional), de acordo com a tabela:
Key Biodiversity Areas (KBAs)
| ±Ê²¹¨ª²õ/³¢´Ç³¦²¹±ô¾±»å²¹»å±ð | Tipo de opera??o | Categoria da ¨¢rea importante para a biodiversidade? | Posi??o |
|---|---|---|---|
Brasil/ Mariana
|
Mina/Usina
|
KBA
|
Cont¨¦m por??es
|
Brasil/ Ipatinga
|
³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹/´Ú±ð°ù°ù´Ç±¹¾±²¹&²Ô²ú²õ±è;
|
S¨ªtio Ramsar
|
Adjacente?
|
Brasil/ Caraj¨¢s
|
³¢´Ç²µ¨ª²õ³Ù¾±³¦²¹/´Ú±ð°ù°ù´Ç±¹¾±²¹&²Ô²ú²õ±è;
|
KBA
|
Cont¨¦m por??es
|
Brasil/ Caraj¨¢s
|
Mina/Usina
|
KBA
|
Sobrep?e
|
Brasil/ S?o Luis
|
Log¨ªstica/Porto e Ferrovia
|
S¨ªtio Ramsar
|
Cont¨¦m por??es
|
Brasil/ S?o Luis
|
Log¨ªstica/Porto e Ferrovia
|
KBA
|
Cont¨¦m por??es
|
Om?/ Sohar
|
Pelotiza??o/Centro de Distribui??o
|
KBA
|
Cont¨¦m por??es
|
Pa¨ªs de Gales/ Clydach
|
Usina
|
S¨ªtio Ramsar
|
Adjacente?
|
2. Para ¨¢rea adjacente foi considerado o buffer de 10 km a partir dos limites externos das ¨¢reas de alta import?ncia para a biodiversidade, e avaliada sua sobreposi??o em rela??o ¨¤ ¨¢rea da unidade operacional.
Opera??es que geram impactos significativos em ¨¢reas de alto valor para a biodiversidade requerem Planos de Gest?o da Biodiversidade. Das 48 unidades operacionais analisadas em 2025, 95,8% (46 unidades) necessitam de planos de gest?o da biodiversidade. Todas elas t¨ºm planos espec¨ªficos com a??es relacionadas ¨¤s etapas da hierarquia de mitiga??o de impactos (monitoramento, recupera??o/restaura??o e compensa??o da biodiversidade) implantados (algumas unidades operacionais possuem mais de um plano) e em fase de proposta (2 planos) (ver no ESG Databook, Dados Ambientais, GRI ¨C 101-2d).
ÀÖ²¥´«Ã½ destacar que em 2025 foi formalizada a parceria estrat¨¦gica com a Uni?o Internacional para Conserva??o da Natureza (IUCN), ap¨®s tr¨ºs anos de engajamento construtivo. Essa parceria representa uma oportunidade para a ÀÖ²¥´«Ã½ ampliar a incorpora??o de abordagens positivas para a natureza, fortalecendo a gest?o nas opera??es e a agenda de conserva??o e restaura??o nas regi?es de atua??o da empresa.
Conserva??o e restaura??o
?reas protegidas pela ÀÖ²¥´«Ã½
| ?rea protegida | Localiza??o | Bioma | Propriedade | ?rea (hectares) |
|---|---|---|---|---|
Floresta Nacional de Caraj¨¢s
|
Brasil (Par¨¢)
|
Floresta Amaz?nica
|
Parceria ICMBio?
|
391.004,00
|
Floresta Nacional do Tapirap¨¦-Aquiri
|
Brasil (Par¨¢)
|
Floresta Amaz?nica
|
Parceria ICMBio?
|
114.239,58
|
Floresta Nacional do Itacai¨²nas
|
Brasil (Par¨¢)
|
Floresta Amaz?nica
|
Parceria ICMBio?
|
136.592,30
|
Reserva Biol¨®gica do Tapipar¨¦
|
Brasil (Par¨¢)
|
Floresta Amaz?nica
|
Parceria ICMBio?
|
99.198,30
|
?rea de Prote??o Ambiental do Igarap¨¦ do Gelado
|
Brasil (Par¨¢)
|
Floresta Amaz?nica
|
Parceria ICMBio?
|
23.268,90
|
Parque Nacional dos Campos Ferruginosos
|
Brasil (Par¨¢)
|
Floresta Amaz?nica
|
Parceria ICMBio?
|
21.997,00
|
RPPN Serra Leste
|
Brasil (Par¨¢)
|
Floresta Amaz?nica
|
±Ê°ù¨®±è°ù¾±²¹
|
150,00
|
Parque Bot?nico em S?o Lu¨ªs
|
Brasil (Maranh?o)
|
Floresta Amaz?nica
|
±Ê°ù¨®±è°ù¾±²¹
|
110,00
|
Monumento Serra das Torres
|
Brasil (Esp¨ªrito Santo)
|
Mata Atl?ntica
|
Parceria IEMA
|
10.458,00
|
Reserva Biol¨®gica Duas Bocas
|
Brasil (Esp¨ªrito Santo)
|
Mata Atl?ntica
|
Parceria IEMA
|
2.910,00
|
Floresta Nacional de Goytacazes
|
Brasil (Esp¨ªrito Santo)
|
Mata Atl?ntica
|
Parceria ICMBio1
|
1.425,00
|
Parque Bot?nico de Tubar?o
|
Brasil (Esp¨ªrito Santo)
|
Mata Atl?ntica
|
±Ê°ù¨®±è°ù¾±²¹
|
30,00
|
Reserva Natural ÀÖ²¥´«Ã½
|
Brasil (Esp¨ªrito Santo)
|
Mata Atl?ntica
|
±Ê°ù¨®±è°ù¾±²¹
|
22.710,00
|
Reserva Biol¨®gica de Sooretama
|
Brasil (Esp¨ªrito Santo)
|
Mata Atl?ntica
|
Parceria ICMBio?
|
27.800,00
|
Reserva Biol¨®gica Augusto Ruschi
|
Brasil (Esp¨ªrito Santo)
|
Mata Atl?ntica
|
Parceria ICMBio
|
3.598,00
|
Parque Estadual Cunhambebe
|
Brasil (Rio de Janeiro)
|
Mata Atl?ntica
|
Parceria INEA
|
38.053,00
|
Reserva Biol¨®gica Uni?o
|
Brasil (Rio de Janeiro)
|
Mata Atl?ntica
|
Parceria ICMBio
|
7.756,00
|
RPPNs, Reseva Florestal e ?reas de Servid?o Ambiental
|
Brasil (Minas Gerais)
|
Mata Atl?ntica
|
±Ê°ù¨®±è°ù¾±²¹
|
24.179,00
|
?reas de prote??o de quatro pequenas centrais hidrel¨¦tricas (PCHs)
|
Brasil (Minas Gerais)
|
Mata Atl?ntica
|
±Ê°ù¨®±è°ù¾±²¹
|
330,00
|
Reserva Biol¨®gica da Mata Escura
|
Brasil (Minas Gerais)
|
Mata Atl?ntica
|
Parceria ICMBio?
|
50.892,00
|
Centro Ecol¨®gico ÀÖ²¥´«Ã½ ²Ñ²¹±ô¨¢²õ¾±²¹ (ÀÖ²¥´«Ã½ Eco Center)
|
²Ñ²¹±ô¨¢²õ¾±²¹&²Ô²ú²õ±è;
|
Sundaland
|
±Ê°ù¨®±è°ù¾±²¹
|
289,00
|
Total
|
-
|
-
|
-
|
976.990,08
|
[2] Fonte: Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Governo do Rio de Janeiro.
Indicadores de recupera??o e restaura??o
Quantidade de terras pr¨®prias ou arrendadas, usadas para atividades produtivas ou extrativistas - alteradas ou reabilitadas (2025)
| Saldo de abertura e fechamento? | Hectares |
|---|---|
?reas impactadas (Saldo de Abertura)?
|
61.771
|
?reas impactadas no ano de refer¨ºncia?
|
1.449
|
?reas em recupera??o permanente no ano de refer¨ºncia?
|
1.156
|
?reas impactadas (Saldo de Fechamento)?
|
62.064
|
Pesquisa e parcerias
Os investimentos em pesquisa e conhecimento cient¨ªfico s?o essenciais para embasar nosso processo de gest?o de impactos, decis?es e a??es. Focada em melhorar e maximizar os resultados dessas a??es, a ÀÖ²¥´«Ã½ estabelece parcerias com especialistas em biodiversidade, tais como universidades, organiza??es governamentais e consultorias.
Buscamos estudos ambientais consistentes, atividades de mitiga??o, recupera??o e compensa??o que constituam planos de a??o eficazes, al¨¦m de fomentar a gera??o e divulga??o de conhecimento. Para apoiar nossa estrat¨¦gia, mantemos o , um centro de pesquisa que atua na Amaz?nia desde 2010. Com sede em Bel¨¦m (PA), o ITV ¨¦ refer¨ºncia em conhecimento cient¨ªfico da biodiversidade, restaura??o de habitats, e DNA para monitoramento de ¨¢reas, mudan?as clim¨¢ticas e biotecnologia.
Em 2025, o ITV tinha R$ 1,026 bilh?es de investimentos acumulados em pesquisa, 1.198 publica??es cient¨ªficas, 298 projetos de Pesquisa e Desenvolvimento, 365 pesquisadores bolsistas, 55 pesquisadores permanentes e 86 patentes e registros de software (acumulado).
Queremos avan?ar ainda mais, alavancando a??es que ampliem os resultados positivos para a natureza. Para isso, estamos buscando impulsionar parcerias focadas em recupera??o e conserva??o e que apoiem a jornada pelo desmatamento ilegal zero. Em nossa Meta Florestal, estamos trilhando um caminho focado em parcerias e desenvolvimento de um ecossistema de novos neg¨®cios baseados na natureza.

Uma parceria entre o Fundo ÀÖ²¥´«Ã½, o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amaz?nia (Imazon), a Microsoft e a Climate and Land Use Alliance criou o PrevisIA, uma plataforma digital p¨²blica que identifica ¨¢reas com maior risco de desmatamento e queimadas na Amaz?nia. Essa ferramenta de intelig¨ºncia artificial auxilia no planejamento de a??es preventivas e pol¨ªticas p¨²blicas.
Desde 2021, a ÀÖ²¥´«Ã½ possui um acordo de coopera??o t¨¦cnica com o Instituto Marcos Daniel (IMD), uma associa??o privada sem fins lucrativos, para a conserva??o da sa¨ªra-apunhalada (Nemosia rourei), esp¨¦cie de ave end¨ºmica da Mata Atl?ntica do Esp¨ªrito Santo e criticamente amea?ada de extin??o globalmente. A Reserva Natural ÀÖ²¥´«Ã½ apoia atividades de levantamento flor¨ªstico, recupera??o de ¨¢reas degradadas, monitoramento e busca de ninhos, para prevenir sua extin??o e apoiar sua sobreviv¨ºncia a longo prazo.


Em 2022, iniciamos uma parceria com a Ag¨ºncia Paulista de Tecnologia e Abastecimento, com foco na pesquisa de t¨¦cnicas de propaga??o e multiplica??o de plantas raras e end¨ºmicas dos campos rupestres de Minas Gerais. A Rede Propagar estabelece a coopera??o entre pesquisadores de universidades e Institutos de Ci¨ºncia e Tecnologia (ICTs), como:
? Ag¨ºncia Paulista de Tecnologia dos Agroneg¨®cios (APTA)
? Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
? Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de S?o Paulo (Esalq/USP)
? Universidade Federal de Uberl?ndia (UFU)
? Universidade Federal de Vi?osa (UFV)
? Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e
? Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS)
No fim de 2022, o Instituto Tecnol¨®gico ÀÖ²¥´«Ã½ ¡ª Desenvolvimento Sustent¨¢vel (ITV-DS) em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conserva??o da
Biodiversidade (ICMBio) lan?ou um programa inovador, que prev¨º o mapeamento gen?mico de esp¨¦cies da fauna e flora brasileiras amea?adas de
extin??o, ex¨®ticas ou que tenham potencial para gerar renda para agricultores envolvidos com projetos de bioeconomia. O ¨¦ uma proposta in¨¦dita no Brasil e conta com a participa??o de diferentes institui??es de pesquisas nacionais e . A iniciativa tem investimento da ÀÖ²¥´«Ã½, que enxerga a import?ncia da pesquisa para a manuten??o da biodiversidade no Brasil e valoriza o potencial de produ??o de conhecimento da ci¨ºncia brasileira. Nos ¨²ltimos anos, o GBB j¨¢ estudou 611 esp¨¦cies da fauna e flora brasileiras, das quais 563 tiveram o seu genoma sequenciado. Conta com 134 parceiros e380 pesquisadores envolvidos, al¨¦m de 14 centros de pesquisa do ICMbio. Inclui ainda a capacita??o de servidores do ¨®rg?o ambiental no ITV ¡ª at¨¦ o momento foram realizadas 16 capacita??es, formando 226 pessoas nas ferramentas de mapeamento gen¨¦tico e gen?mico.
Foram 43 genomas de refer¨ºncia sequenciados; 548 genomas populacionais sequenciados; 613 genomas organelares e 478 amostras ambientais. Esses dados j¨¢ orientam pol¨ªticas p¨²blicas e estrat¨¦gias de conserva??o de esp¨¦cies-chave, posicionando o Brasil como refer¨ºncia global em gen?mica aplicada ¨¤ conserva??o da biodiversidade.
Reportes (TNFD e CDP Florestas)
TNFD
A For?a-tarefa para Divulga??es Financeiras Relacionadas ¨¤ Natureza (TNFD, na sigla em ingl¨ºs) ¨¦ um conjunto de diretrizes para as empresas divulgarem seus impactos, depend¨ºncias, riscos e oportunidades que t¨ºm rela??o com a natureza. Prop?e a mesma abordagem da For?a-tarefa para Divulga??es Financeiras Relacionadas ao Clima (TCFD, na sigla em ingl¨ºs) e busca seguir os padr?es desenvolvidos pelo Conselho de Padr?es Internacionais de Sustentabilidade (ISSB, na sigla em ingl¨ºs). O padr?o foi criado por meio de consultas p¨²blicas, e a sua vers?o final foi lan?ada em 19 de setembro de 2023 na Semana do Clima em Nova York.
Desde 2022, somos membros do F¨®rum TNFD, participando de reuni?es e fornecendo feedbacks sobre a estrutura da plataforma. Fazemos parte do grupo liderado pelo Conselho Internacional de Minera??o e Metais (ICMM na sigla em ingl¨ºs) de Parceiros do Programa Piloto da TNFD, assim como parte do Grupo Consultivo Brasileiro, liderado pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustent¨¢vel (CEBDS).

- Nossos impactos de maior materialidade est?o relacionados ao uso da ¨¢gua, ¨¤s emiss?es de gases de efeito estufa (GEE) e a altera??es no uso de ecossistemas terrestres.
- Nossas depend¨ºncias de maior materialidade s?o relacionadas ¨¤ provis?o de ¨¢gua (subterr?nea e superficial), ¨¤ regula??o clim¨¢tica e ao controle de eros?o.
- A avalia??o dos riscos mostra ader¨ºncia da metodologia de avalia??o de riscos da TNFD ¨¤ gest?o de riscos feita pela ÀÖ²¥´«Ã½. Nossos principais riscos materiais est?o relacionados a altera??es nos regimes clim¨¢ticos, diminui??o na disponibilidade de recursos h¨ªdricos e altera??es em ¨¢reas de alto valor para a biodiversidade, com ocorr¨ºncia de esp¨¦cies end¨ºmicas e amea?adas.
Em 2024, avan?amos na implanta??o da abordagem LEAP do TNFD para as opera??es fora do Brasil. Al¨¦m disso, aprimoramos nossa avalia??o dos riscos ¨¤ biodiversidade. Em 2025, a ÀÖ²¥´«Ã½ Metais B¨¢sicos (VBM) publicou seu reporte TNFD e a ÀÖ²¥´«Ã½ iniciou a aplica??o da abordagem Localizar, Estimar, Avaliar e Preparar (LEAP) em dois novos sites internacionais: Om? e ²Ñ²¹±ô¨¢²õ¾±²¹.

Cadeia de valor
Em 2022, dentro do nosso programa de Compras Sustent¨¢veis, constru¨ªmos a Matriz de Criticidade ESG da cadeia de fornecedores, elaborada a partir da segmenta??o da base de fornecedores no Brasil, an¨¢lise das categorias de compras sob a perspectiva de riscos ambientais, sociais e de governan?a e em alinhamento ¨¤s diretrizes da ISO 20400 ¨C Compras Sustent¨¢veis. Com essa matriz, revisada em 2024, classificamos nossos fornecedores conforme seus potenciais impactos e riscos ESG, considerando intensidade de emiss?es de gases de efeito estufa, biodiversidade, gest?o de res¨ªduos, gest?o de recursos h¨ªdricos, integridade, trabalho an¨¢logo a escravo, trabalho infantil entre outros.
Entre os mais de 6,2 mil fornecedores com os quais tivemos rela??es contratuais em 2024, cerca de 2% s?o classificados como cr¨ªticos (risco alto e muito alto) para biodiversidade e ¨¢gua.
Em 2025, realizamos o mapeamento de maturidade dos fornecedores com rela??o a temas de natureza. Por meio de seu programa Conex?o ESG, a ÀÖ²¥´«Ã½ iniciou a??es de engajamento e letramento em natureza priorizando aqueles classificados como de alta criticidade para os temas biodiversidade e ¨¢gua. Foram realizados tr¨ºs workshops para capacita??o e engajamento, abrangendo aproximadamente 30% dos fornecedores cr¨ªticos mapeados.
Saiba mais em Fornecedores .

CDP Forests
CDP Question¨¢rio 2024
Saiba mais
Gest?o de Riscos de Biodiversidade
Mapeamos os riscos relacionados ¨¤ natureza em nossas opera??es diretas localizadas no Brasil com base na avalia??o das nossas depend¨ºncias e impactos mais materiais, a partir da implementa??o da abordagem LEAP do TNFD. Para avalia??o dos processos produtivos e da materialidade dos impactos e depend¨ºncias utilizamos a ferramenta de materialidade da SBTN e o ENCORE, calibrando os resultados de acordo com expertises de nossa equipe. Identificamos que a metodologia e processos utilizados pela ÀÖ²¥´«Ã½ s?o aderentes ao proposto pelo TNFD, sendo que os principais riscos materiais mapeados j¨¢ s?o conhecidos e geridos.

Em rela??o ao risco de altera??es em ¨¢reas de alto valor para a biodiversidade, com ocorr¨ºncia de esp¨¦cies end¨ºmicas e amea?adas, o normativo interno Diretrizes e Processos para Gest?o da Biodiversidade foca no mapeamento de atributos e an¨¢lise de riscos de biodiversidade, abrangendo todas as ¨¢reas de nossos neg¨®cios, opera??es e projetos, tendo como base a Hierarquia de Mitiga??o de Impactos e o padr?o de desempenho PS6 IFC. Al¨¦m disso, o investimento em pesquisa cient¨ªfica e gera??o de conhecimento sobre as esp¨¦cies end¨ºmicas e amea?adas com ocorr¨ºncia em nossas ¨¢reas de interesse embasa nossas decis?es focadas em evitar e reduzir impactos e as a??es de restaura??o e conserva??o.
Existem na ÀÖ²¥´«Ã½ processos cont¨ªnuos de gest?o de riscos e impactos estabelecidos nas opera??es e projetos, com foco na identifica??o, preven??o, mitiga??o e tratamento de riscos e impactos negativos relacionados a biodiversidade. Conforme relatado no CDP Forest, todas as atividades planejadas e executadas na ÀÖ²¥´«Ã½ s?o apoiadas por procedimentos espec¨ªficos para identificar riscos associados e definir controles cr¨ªticos para eliminar, controlar elou mitigar. A ÀÖ²¥´«Ã½ possui uma Pol¨ªtica de Gest?o de Riscos, uma Norma de Gest?o de Riscos e um procedimento normativo interno voltado para a defini??o de crit¨¦rios e processos para a identifica??o, an¨¢lise e classifica??o de riscos ambientais, al¨¦m de ferramentas espec¨ªficas para gest?o e monitoramento.
Conhe?a mais sobre o processo de Gest?o de Riscos da ÀÖ²¥´«Ã½.